segunda-feira, 16 de outubro de 2017

USS South Dakota: Marinha dos EUA revela o seu mais novo submarino nuclear (FOTOS

A Marinha dos EUA acaba de revelar o seu mais novo submarino de ataque nuclear de classe da Virgínia em um estaleiro da General Dynamics em Groton, em Connecticut. Mais seis submergíveis estão em construção como parte de um acordo gigante de 28 submarinos.
O USS South Dakota, um submarino de ataque nuclear de classe da Virgínia, foi oficialmente revelado no sábado, onde foi batizado por Deanie Dempsey, esposa do presidente do Estado-Maior Conjunto, Martin Dempsey, informou a mídia local.
A construção começou em 2013, e sua quilha foi colocada em abril de 2016, de acordo com o site do submarino. Os trabalhos de construção foram realizados pelo General Dynamics Electric Boat (GDEB).
O submarino, que acomoda uma tripulação de cerca de 130 marinheiros, é o 17º submarino de ataque da classe da Virgínia e o sétimo submarino do bloco III da classe da Virgínia.
Os submarinos do bloco III de classe da Virgínia apresentam um arco redesenhado, que substitui 12 tubos de lançamento individuais com dois tubos de carga útil de grande diâmetro (VPL), cada um capaz de lançar seis mísseis de cruzeiro Tomahawk, de acordo com a Marinha dos EUA.
Os submarinos de classe da Virgínia são construídos para operar em águas rasas e oceânicas, participando de guerras anti-submarino e anti-superfície, auxiliando em operações especiais, coletando inteligência, vigilância, reconhecimento e minas dispostas no mar.
A Marinha dos EUA se vangloria de que "o sigilo, a resistência, a mobilidade e o poder de fogo inerentes os permitem diretamente para apoiar cinco das seis capacidades nucleares da estratégia marítima - controle do mar, projeção de poder, presença direta, segurança marítima e dissuasão".
Correndo atrás do tempo perdido
O complexo militar e industrial dos EUA aumentou recentemente seu prédio submarino, com a força de trabalho da General Dynamics Electric Boat crescendo para aproximadamente 16 mil pessoas, enquanto modernizava seus estaleiros navais.
Nos últimos anos, as principais autoridades do Pentágono afirmaram que os EUA estão falhando em acompanhar o ritmo de adversários próximos, como a Rússia ou a China, em termos de implantações de submarinos. No ano passado, o almirante Mark Ferguson, comandante das Forças Navais dos EUA na Europa, disse à CNN que a Marinha enfrenta melhores e mais numerosos submarinos russos capazes de enfrentar grupos de submergíveis."Os submarinos que estamos vendo são muito mais sigilosos", disse Ferguson. "Estamos vendo [os russos] com sistemas de armas mais avançados, sistemas de mísseis que podem atacar terras em longos intervalos, e também vemos que sua proficiência operacional está melhorando à medida que vão mais longe das águas residenciais", explicou.
O chefe de guerra da Marinha dos Estados Unidos tem pressionado para obter dinheiro para a construção naval devido à ameaça percebida pela Rússia, que o vice-almirante James Foggo III, comandante da US 6th Fleet, acredita que está "fechando rapidamente o fosso tecnológico".
"Os submarinos russos estão rondando o Atlântico, testando nossas defesas, enfrentando o nosso comando dos mares e preparando o complexo espaço de batalha subaquático para dar-lhes uma vantagem em qualquer conflito futuro", escreveu Foggo em um artigo de junho para a revista Proceedings, do Instituto Naval dos EUA.

O que está por trás da presença militar dos países ocidentais na África?

Sob o pretexto da luta contra o terrorismo na África, os EUA e seus aliados querem manter a região desestabilizada para expandir o seu controle sobre os recursos naturais do continente, declarou o colunista da Sputnik Aleksandr Khrolenko.
Em 5 de outubro três militares norte-americanos foram mortos em uma emboscada no Níger, perto da fronteira com o Mali. Os militares dos EUA, dois dos quais também foram feridos, foram atacados quando realizavam uma patrulha conjunta dos EUA e Níger. Eles foram as primeiras vítimas da operação antiterrorista dos EUA lançada no país africano durante a presidência de Barack Obama.
Operações militares ocidentais
O Níger é considerado uma base para a operação do Pentágono no continente, explicouKhrolenko. O comando das Forças Armadas dos EUA em África informou que as forças especiais norte-americanas no Níger treinam as forças locais para lutarem contra os extremistas locais. Os EUA também estão construindo uma base de drones em Agadez, que custa cerca de 50 milhões de dólares ($R 157 milhões), a partir da qual o Pentágono poderá lançar operações de reconhecimento e atacar militantes na Líbia, Mali e Nigéria.
Alguns dos aliados de Washington também estão envolvidos nas operações em toda a África. Há uma base francesa na fronteira líbio-nigerina. A França está realizando a operação Barkhane com o objetivo de expulsar os islamistas da região africana de Sahel e algumas das suas tropas também estão envolvidas na missão no Níger. 
Desde a primavera de 2016, o Reino Unido entrega suprimentos da França ao Níger para apoiar a operação Barkhane, enquanto a Alemanha foi autorizada a construir uma base no Níger para combater o terrorismo na África Ocidental, inclusive no Mali.
A ONU tem igualmente uma missão de manutenção da paz no Mali (MINUSMA) com um orçamento anual de um 1 bilhão de dólares ($R 3,14 bilhões). Em comparação com muitos outros países africanos, o Mali, ex-colônia francesa, agora é mais ou menos estável. A sua economia baseia-se na agricultura (38 por cento do PIB) e na mineração de urânio (12 por cento do PIB). Cerca de 3 mil toneladas de urânio são exportadas anualmente pelo Mali para a França, Japão e Espanha.
Porquê a África?
O Ocidente está usando os grupos terroristas para continuar criando a instabilidade em muitas zonas de conflito em todo o mundo. Um dos seus objetivos é obter o controlo sobre os recursos naturais. Cerca de 1.700 militares dos EUA estão envolvidos em missões diferentes em 32 países africanos, mas nada foi feito para trazer a paz e a estabilidade na região", disse Khrolenko.
Em 2001, o Pentágono desenvolveu uma estratégia que prevê o uso das Forças Armadas dos EUA para garantir os fornecimentos de recursos minerais provenientes de países africanos, incluindo petróleo, ouro, diamantes, urânio e cobre.
"Para manter o ritmo atual de consumo dos recursos naturais africanos é preciso a defesa sistêmica dos interesses nacionais norte-americanos na região. Ao mesmo tempo, a presença de terroristas e rebeldes justifica a presença militar dos EUA em África aos olhos da comunidade internacional", concluiu o colunista.

domingo, 15 de outubro de 2017

O Barco Inferno no Mar -assistir filme completo dublado em portugues

O Brasil Na Batalha do Atlântico

Submarino Alemão U513 - Abatido na costa brasileira..

Os canhões do Yamato, os maiores da história naval

A cavalaria chegou! O cerco continua se fechando.

Iskander, o sucessor do Scud

Como é o escudo antiaéreo russo que nenhum inimigo conseguirá superar?

O exército russo começou a testar as versões navais dos sistemas de mísseis antiaéreos mais avançados. Desde a Segunda Guerra Mundial, as armas antiaéreas desempenharam uma das funções mais importantes, não só na defesa de cidades contra bombardeios, mas também no campo de batalha para interceptar aeronaves de ataque.
Em seu artigo para Russia Beyond, o jornalista Igor Rozin fez uma compilação dos sistemas de defesa antiaérea mais marcantes de todo o arsenal das Forças Armadas russas.
ZSU-23-4 Shilka
Apesar de sua idade avançada (foi projetado em 1964), este sistema antiaéreo autopropulsado continua sendo uma das invenções russas mais famosas do século XX, frisa o autor.
Ao longo de mais de 50 anos, este sistema provou ser excelente nos conflitos na África, Vietnã, Afeganistão e Oriente Médio. Um único disparo dos seus 4 canhões de 23 milímetros rasga completamente qualquer alvo, como se fosse uma adaga. Possuindo uma cadência de cerca de 3.400 tiros por minuto, ele cria um potente fluxo de fogo que atinge com seus projéteis tudo o que encontra no seu caminho", escreve Rozin.
O colunista relembra que esse canhão letal foi usado não só contra alvos inimigos voando a baixa altitude (aeronaves de ataque e helicópteros), mas também contra veículos blindados leves, por exemplo, durante a Guerra do Afeganistão.
Uma vez que os projéteis de Shilka de 23 mm se tornaram inadequadas para possíveis combates contra blindagens mais potentes, na década de 1980 o exército soviético recebeu uma nova arma da defesa antiaérea com projéteis de 30 mm.
2S6M1 Tunguska-M1
A primeira arma desse tipo era o sistema de defesa antimíssil Tunguska, que combinou mísseis guiados com dois canhões 2A38M de 30 mm. Estes, por sua vez, criavam uma barreira impenetrável de 5.000 tiros por minuto.
Ao contrário do seu antecessor, a nova arma, apresentada em 1982, podia disparar em andamento, bem como derrubar aviões e helicópteros a uma altitude de até 10 km com seus mísseis.
"Ao longo do tempo, o Tunguska sofreu uma série de alterações e modificações para que pudesse enfrentar novos desafios e hoje em dia continua sendo compatível com as armas de defesa antiaérea mais formidáveis do país, incluindo o mais recente Pantsir-S1", assegura Rozin.
A 'armadura' antiaérea da Rússia
Rozin explica como está organizado o sistema de defesa antimíssil no país eslavo.
A primeira linha de defesa é da responsabilidade do sistema de defesa antiaérea S-400, que pode 'ver' e derrubar todos os alvos aéreos em movimento a uma distância de 400 km. Se, por algum motivo, os aviões ou mísseis inimigos conseguirem atravessar esse anel defensivo externo, eles seriam 'recebidos' pelo sistema de mísseis antiaéreo Pantsir-S1, que é armado com armas automáticas de dois canhões duplos de 30 mm e 12 mísseis guiados 57E6-E", assinala.
Desse modo, atualmente o sistema Pantsir (em russo, essa palavra significa "armadura") é considerado como a última linha de defesa de instalações civis, bases militares e tropas no campo de batalha.
"As armas deste sistema foram projetadas para destruir mísseis que voem inclusive a velocidades hipersônicas (mais de 6.000 km/h), a uma distância de até 20 km e a uma altitude entre 15 metros e 15 km", especificou.
O autor sublinha que este sistema é diferente dos seus predecessores soviéticos, pois é quase totalmente automatizado. O sistema de defesa antiaérea e os computadores lá instalados detectam alvos de forma independente, destruindo assim as últimas ameaças que possam ter sobrevivido milagrosamente ao escapar dos sistemas S-400 e Tor-M2.

Nova ameaça: Coreia do Norte pode estar preparando novo lançamento de míssil

Os serviços de inteligência dos EUA e da Coreia do Sul registraram sinais de preparação de novos lançamentos de mísseis por parte da Coreia do Norte.
De acordo com uma publicação divulgada na mídia sul-coreana, o movimento de lançadores móveis conseguiu ser fotografado por satélites norte-americanos em quatro regiões da Coreia do Norte.Foi relatado que a Coreia do Norte pode testar vários tipos de armas, incluindo o míssil balístico de médio alcance Hwaseong-12. A publicação também não exclui que a Coreia do Norte possa lançar simultaneamente vários mísseis realize um teste do míssil balístico intercontinental Hwaseong-13, cujas características ainda não foram especificadas.
Anteriormente, Seul havia informado que Pyongyang poderia realizar mais uma provocação entre 10 e 18 de outubro, período em que a Coreia do Norte celebra o aniversário da fundação do Partido dos Trabalhadores no país.
situação na Península Coreana vem se agravando nos últimos meses por causa de lançamentos de mísseis e testes nucleares por parte da Coreia do Norte, os quais violam as resoluções do Conselho de Segurança da ONU.

Com essa arma, Pentágono pode destruir 'qualquer alvo no planeta' em 60 minutos

No ano 2020, os Estados Unidos receberão os sistemas de Ataque Global Imediato (PGS na sigla em inglês). A criação dos meios para este programa "é apenas outro fator que confirma a intenção de Washington de destruir o atual equilíbrio de forças", disse Alexandr Yemelyanov, representante do Ministério da Defesa da Rússia.
O PGS (Prompt Global Strike) são sistemas não nucleares de alta precisão que permitem atacar qualquer alvo no planeta apenas em 60 minutos a partir do momento em que foi tomada a decisão.
Os objetivos desses sistemas são os lançadores de mísseis balísticos móveis e estacionários, postos de comando e instalações nucleares, dado que atualmente se conhecem três tipos de instalações de PGS.
O primeiro é composto de mísseis balísticos intercontinentais convencionais, equipados com blocos não nucleares de alta precisão, incluindo ogivas guiadas individualmente.
O segundo é constituído por mísseis de cruzeiro hipersônicos estratégicos.
Finalmente, o terceiro tipo inclui as armas cinéticas: as chamadas "barras de Deus" de tungstênio que têm entre 5 e 10 metros de comprimento.
Lançado a partir do espaço, um projétil desse tipo que atinge a superfície da Terra no ponto desejado proporciona um impacto de energia equivalente à explosão de cerca de 12 toneladas de TNT, isto é, trinitrotolueno. Contudo, esta opção estará supostamente ainda a ser concebida nos Estados Unidos.
O objetivo final dos sistemas PGS é atacar qualquer parte do mundo em uma hora", especificou Viktor Murakhovsky, membro do Conselho de Especialistas da Comissão Militar e Industrial da Rússia e editor-chefe da revista russa Arsenal Otechestva, ao jornal Svobodnaya Pressa.
O analista observou que nem qualificaria os mísseis balísticos intercontinentais não nucleares como um meio de PGS. "Este tipo de míssil está sujeito às restrições do START-3 [Tratado de Redução de Armas Estratégicas], e é tecnicamente impossível distinguir os mísseis nucleares e convencionais deste tipo", acrescentou.
Portanto, o analista adianta que, quando o Pentágono fala sobre os complexos do PGS, "se trata de armas hipersônicas". No entanto, não está claro até que ponto os norte-americanos fizeram progressos a este respeito, acrescentou.
Conhece-se, por exemplo, o Boeing X-37B estadunidense, uma aeronave orbital experimental projetada para testar as tecnologias futuristas.
Oficialmente, a Força Aérea dos Estados Unidos declara que as tarefas do Boeing X-37B têm a ver com as tecnologias reutilizáveis de naves espaciais.
"Na verdade, este avião espacial permite resolver o problema de alcançar qualquer ponto do planeta em uma hora", explica o especialista.
Além disso, em 2020, Lockheed Martin promete criar uma versão operacional do SR-72, um promissor avião não tripulado hipersônico, que poderá alcançar velocidades até Mach 6 (ou seja, até 6.900 km/h). As aeronaves hipersônicas equipadas com mísseis hipersônicos também poderão atingir o alvo em menos de uma hora.
Outro elemento importante do PGS é o sistema de defesa antimíssil. O especialista observou que, em termos militares, se apagam os limites entre os sistemas de ataque e os de defesa.
"À velocidade hipersônica, os explosivos na ogiva são simplesmente desnecessários. Quando a velocidade de colisão com um alvo excede 10 km/s, a substância se torna em energia pura quase instantaneamente", pormenorizou Murakhovsky.
Com base nesse princípio operam alguns dos sistemas de defesa antimíssil estadunidenses, tais como o Ground-Based Interceptor (GBI, Interceptor Baseado no Solo) e o sistema de defesa antimíssil móvel THAAD.
Teoricamente, o GBI pode interceptar ogivas de mísseis balísticos intercontinentais, ou seja, alvos que seguem uma trajetória balística a uma velocidade de 7 km/s, fazendo-o na fronteira da atmosfera com o espaço a uma altitude entre 120 e 200 km.
O THAAD também opera contra alvos balísticos que têm uma velocidade de voo de entre 3 e 3,5 km/s (nas versões mais recentes, até 5 km/s). Trata-se de mísseis tático-operacionais da chamada faixa intermediária.
"O elemento de combate desses sistemas antimíssil é, na verdade, uma barra de metal", esclareceu o analista.
Segundo Murakhovsky, as armas hipersônicas também poderiam ser equipadas da mesma maneira. Então eles poderiam atacar do espaço, ou das camadas superiores da atmosfera, jogando uma barra de metal, em vez de uma bomba, contra o alvo. A uma velocidade de Mach 6-8, esta barra colidiria contra o alvo, produzindo um impacto comparável com a explosão de uma bomba de grande calibre, disse o especialista.
A Rússia, por sua vez, leva em consideração essas ameaças e implanta um complexo de sistemas de contração. Primeiro, é o sistema de alerta de ataque de mísseis, tanto terrestre quanto espacial, observou Murakhovsky.
Além disso, o país está "melhorando as armas de fogo e, acima de tudo, o sistema universal antiaéreo e antimíssil S-500, capaz de operar contra alvos hipersônicos e balísticos, bem como os no espaço próximo".
Finalmente, a Rússia está se debruçando sobre a criação do promissor sistema de defesa antimíssil Nudol. No entanto, concluiu o especialista, é proibido revelar algo mais sobre este processo.

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

O GPS de 3ª Geração

Capacidade inimaginável: hackers norte-coreanos esperam ordem para destruir Coreia do Sul

Os hackers norte-coreanos aumentaram as suas capacidades até um nível inimaginável e estão preparados para fazer a Coreia do Sul mergulhar no caos total, assegura um especialista em informática militar que fugiu do regime de Kim Jong-il em 2004, de acordo com o canal ABC News.

O que os hackers da Coreia do Norte "conseguiram fazer na Coreia do Sul está além da imaginação", disse Jang Se-yul, especialista em informática que fugiu da Coreia do Norte, referindo-se ao roubo no ano passado de documentos de inteligência classificados, que incluíam informações sensíveis sobre a estratégia militar conjunta de Seul e Washington, informa o ABC Newscitado pelo RT
Roubo do século
O maior ataque cibernético norte-coreano foi realizado em setembro de 2016, quando a rede interna do comando militar sul-coreano foi infectada por um vírus informático. O Ministério da Defesa da Coreia do Sul confirmou a informação só em maio passado. Durante o ataque foram roubados cerca de 235 gigabytes de dados militares, uma quantidade equivalente a 15 milhões de páginas de documentos. 
Os hackers norte-coreanos conseguiram inserir um código malicioso no software fornecido pela empresa de segurança informática do Exército da Coreia do Sul, comunicou Lee Cheol-hee, advogado do Partido Democrata da Coreia do Sul. 
Pronta para agir 
Pyongyang estava se preparando para um ataque cibernético massivo desde os anos noventa", sublinhou Jang Se-yul. Os norte-coreanos "estão mais do que prontos para destruir a infraestrutura" dos seus vizinhos do Sul "assim que Kim Jong-un der luz verde", acrescentou o analista norte-coreano. 
Jang se formou pela Universidade Militar Mirim em Pyongyang, onde ele era especialista em software de simulação para o exército e "penetração em sistemas informáticos inimigos".
Além disso, este especialista promoveu a assistência a outros desertores da Coreia do Norte através de uma ONG. 
Identidades falsas 
O informático fugido afirma ter mantido contatos com seus antigos colegas norte-coreanos, os "hackers" leais a Kim Jong-un, que operam da cidade chinesa de Shenyang e que se escondem sob a identidade de programadores independentes. 
Meus antigos amigos da universidade que agora estão à frente de equipes cibernéticas norte-coreanas dizem que hackear as instituições é muito fácil", afirma Jang. "A única coisa que necessitam para fazer a Coreia do Sul mergulhar no caos total é ativar os vírus informáticos que eles antes prepararam", concluiu o analista.  

Mídia: presença de submarinos stealth dos EUA no Pacífico é um aviso para Pyongyang

Mesmo enqua
nto os bombardeiros B-1B da Força Aérea dos EUA estão treinando com as forças aéreas do Japão e da Coreia do Sul, os submarinos nucleares de ataque, dotados de mísseis de cruzeiro, se escondem debaixo das ondas, prontos a agir, informa o The National Interest.
Enquanto os submarinos militares norte-americanos ficam normalmente ocultos da visão, a Marinha dos EUA permitiu recentemente que o USS Tucson (SSN-668) visitasse as atividades da fro"As relações entre EUA e Coreia são muito importantes e a nossa visita a Chinhae nos dá oportunidade para reforçar as relações importantes que existem entre os EUA e a República da Coreia", comunicou o comandante do submarino USS Tucson Chad Hardt.ta dos EUA Chinhae na Coreia do Sul em 7 de outubro.

A visita do Tucson é um sinal para a Coreia do Norte de que, enquanto Pyongyang pode nem sempre ser capaz de ver as forças norte-americanas, os EUA podem deslocar um número grande de armas de longo alcance e alta precisão que podem agir imediatamente em caso de necessidade, aponta o autor Dave Majumdar no seu artigo no The National Interest.
Além disso, a visita do Tucson surgiu para mostrar que os EUA estão prontos a defender os seus aliados na região e não vão abandoná-los.
O Tucson não é um modelo topo de gama da classe Seawolf (de que só três foram construídos devido a seus custos enormes) ou da nova classe Virginia (de que só 15 foram construídos), mas um navio da classe Los Angeles que compõe a maior parte da frota de submarinos nucleares norte-americana, com um total de 52 SSN. São os burros de carga da frota.
O submarino modernizado Tucson recebeu 12 módulos de lançamento vertical de mísseis de cruzeiro Tomahawk. Aparentemente, dos muitos meios militares norte-americanos disponíveis, os submarinos podem lançar os seus mísseis de cruzeiro praticamente a qualquer hora e sem qualquer aviso prévio.
Assim, de acordo com o autor, uma arma como um submarino de ataque pode confundir o inimigo, que não vai perceber de que direção serão lançados os mísseis.
No caso da Coreia do Norte, a presença do Tucson nas águas da península de Coreia surge como uma ameaça para Pyongyang.

Cedência da base de lançamento de Alcântara - Proposta em avaliação pelos EUA

Ministério da Defesa russo: presença militar dos EUA no Báltico viola acordo OTAN-Rússia

De acordo com o Ministério russo da Defesa, a presença do contingente militar dos EUA nos países bálticos contradiz o acordo OTAN-Rússia.
A 2ª brigada armada dos EUA já chegou à Polônia e se instalou aí junto com veículos blindados, a 3ª brigada permanece na Polônia, comunicou o porta-voz do Ministério da Defesa russo, Igor Konashenkov.
Assim, ao contrário de todas as afirmações da OTAN e dos EUA sobre o número 'pouco significativo' de tropas deslocadas perto das fronteiras russas, de facto hoje está instalada não uma brigada, mas uma divisão mecanizada dos EUA, para onde, no espaço de 2 horas, pode ser enviado pessoal da base norte-americana mais próxima na Europa", acrescentou Konashenkov.
De acordo com ele o deslocamento de tropas adicionais norte-americanas para a Europa surge em meio da histeria ocidental sobre as manobras Zapad 2017, que alegadamente não teriam sido transparentes.
Ele afirma que toda a histeria da mídia europeia e especialmente dos países do Báltico em torno da "ameaça russa" proveniente das manobras russo-bielorrussas Zapad 2017 é um pretexto para o deslocamento de tropas norte-americanas adicionais. "Quem é que se prepara para agressão?", foi a pergunta retórica com que finalizou o discurso.

Em que se baseia aproximação entre Venezuela e Turquia?

Presidente venezuelano, Nicolás Maduro, realizou em 6 de outubro um encontro com o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, e após o encontro declarou que as relações entre ambos os países estão "entrando em uma nova era".
A visita resultou na assinatura de cinco acordos relacionados com as áreas de turismo, economia, tecnologias de agricultura e segurança. Maduro destacou que este encontro tem a ver com a aspiração de criar um novo mundo, um mundo multipolar, e que ele sente o apoio do seu homólogo turco e agradece a ele por isso. Esta visita foi a primeira na história das relações bilaterais. 
Os especialistas entrevistados pela Sputnik Turquia revelam o que Ancara e Caracas têm em comum.
Segundo Kerem ali Surekli, presidente do grupo de amizade turco-venezuelana no parlamento turco, a aproximação entre a Turquia e Venezuela se deve ao resultado do avanço na política latino-americana da Turquia.
"Em 2010, depois da visita de Maduro, na época ministro do Exterior, à Turquia, nas nossas relações bilaterais começou um processo de revitalização. Foram assinados vários acordos, mas ainda permanecem áreas de cooperação potencial não abrangidas completamente", destacou Surekli.
Para ele, a Venezuela enfrentou um colapso enorme após a queda dos preços do petróleo, o que fez com que este país latino-americano desse um arranque na cooperação com outros países em outras áreas. Um arranque semelhante se deu com a Turquia em relação à América Latina. No âmbito desta estratégia, a Turquia procura o desenvolvimento das relações com Venezuela. Assim, ambos os países perseguem princípios de cooperação mutuamente vantajosa.
Além do petróleo, o território venezuelano apresenta várias oportunidades, tanto na área de construção, quanto na agricultura e turismo, portanto, de acordo com Surekli, a cooperação econômica está em primeiro lugar.
O que mais aproxima estes países é a posição idêntica em relação à ingerência estrangeira nos assuntos internos.
Turquia e Venezuela são países que não aceitam a intervenção estrangeira e aspiram continuar firmes na realização de uma política independente que corresponda aos seus interesses. É um assunto muito importante", sublinhou Surekli.
Yunus Soner, vice-presidente do Bureau de Relações Exteriores do partido turco Pátria, por sua vez, destacou que o principal fator que determina a aproximação entre a Turquia e Venezuela é a atual oposição entre Ancara e Washington.
"Venezuela procura um aliado, e neste sentido a Turquia é um candidato apropriado, porque ambos os países enfrentaram a intervenção global dos EUA o que, por sua vez, preparou terreno para a aproximação entre Caracas e Ancara. Acho que este processo vai continuar", afirmou Soner.
Como explica o especialista turco, a Venezuela construiu no período da hegemonia norte-americana uma economia muito dependente do petróleo, prejudicando assim as outras indústrias. Com a Turquia, Caracas procura corrigir esse erro. A Turquia tem experiência industrial, na construção e até em investimentos e já começou a investir na economia venezuelana, com planos para realizar grandes investimentos capitais no país latino-americano.
Segundo Soner, a cooperação da Turquia com América Latina não se limitará à Venezuela. O país está interessado nos investimentos em Cuba. Depois das eleições de 2019, resume o especialista, o governo turco vai desenvolver ainda mais a cooperação com os países latino-americanos.

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Suas salvas brilhantes lembram fogo de artifício, mas eliminam alvos sem falhas (VÍDEO

O Ministério da Defesa russo publicou um vídeo de exercícios de fogo real de uma brigada russa de lança-foguetes múltiplos Uragan em um campo de manobras na região dos Urais, guiada por um comando de reconhecimento.
As unidades da brigada de lança-foguetes múltiplos Uragan aquarteladas perto da cidade russa de Kurgan, nos Urais, lançaram ataques de fogo concentrado contra um "grupo armado ilegal" em um campo de manobras na região russa de Chelyabinsk, informa o serviço de imprensa da Região Militar Central da Rússia.
As unidades trabalharam em coordenação estreita com operadores de veículos aéreos não tripulados Orlan e sistemas de reconhecimento Strelets", diz o comunicado dos militares russos.
Além disso, foi informado que os ataques de lança-foguetes Uragan foram realizados contra postos de comando e grupos armados de "formações ilegais" em um raio entre 8 e 20 km, cujas coordenadas em tempo real foram fornecidas pelos comandos de reconhecimento.

Rússia prepara o mais perigoso 'assassino de porta-aviões'

Os engenheiros da fábrica militar russa Dagdiesel projetaram um novo torpedo que será testado no fim desse ano, declarou o diretor-geral da entidade, Raul Ilyasov.
A fábrica se especializa na produção de torpedos que podem ser utilizados nos submarinos nucleares Borei e Yasen. Ultimamente, Dagdiesel se tem concentrado na fabricação de torpedos autoguiados submarinos Futlyar, de 533 milímetros.
Os submarinos de quarta geração Borei e Yasen serão equipados com este projetil, mais tarde os submarinos de gerações anteriores também serão equipados com o mesmo torpedo. Porém, de acordo com o correspondente militar da edição russa Svobodnaya Pressa, Vladimir Tuchkov, a fábrica não irá criar um torpedo a partir do zero. A arma será provavelmente uma versão modernizada do Futlyar.
Está previsto que a arma substituirá uns torpedos anteriores chamados Fisik. Os projetis deste tipo entraram em serviço da Marinha Russa em 2015 e substituíram os obsoletos USET-80, projetados ainda em 1980. Com uma velocidade de até 83 km/hora, estes torpedos elétricos de 533 milímetros e 300 quilogramas de carga têm um alcance de apenas 18 quilômetros. Ao mesmo tempo, contam com uma profundidade máxima de operabilidade de até 1.000 metros. Apenas um submarino na história da Marinha Soviética, o K-278 Komsomolets, era capaz de submergir a esta profundidade. Foi desenvolvido devido a uma manobra de desinformação norte-americana, segundo a qual os EUA estavam fabricando um submarino com uma profundidade máxima de até um quilômetro.
O ponto mais fraco desde torpedo elétrico é seu alcance curto. Além do mais, tem um custo de cerca de um milhão de dólares (R$ 3,17 milhões). Além disso, o Fisik é muito sensível à composição química da água. Por exemplo, não pode ser utilizado no mar Báltico, já que suas águas não são suficientemente salgadas para serem capazes de iniciar os processos químicos necessários para a bateria do projetil.
Quanto aos torpedos térmicos USET-80, também fabricados por Dagdiesel, que usam o peróxido de hidrogênio como oxidante, são muito mais potentes e têm uma maior autonomia em comparação com os torpedos elétricos.
Na década dos 90, Dagdiesel testou um "torpedo grosso" de 650 milímetros e 765 toneladas de TNT. O torpedo foi chamado de Kit 65-76A, também conhecido como "assassino de porta-aviões". Este torpedo tinha um alcance de 50 quilômetros quando se deslocava a 92 km/hora e de 64 quando alcançava os 100.
No que diz respeito ao Fisik, que foi apresentado ao público em 2003 e só encontrou em serviço 12 anos depois, tinha vantagens muito notáveis em respeito ao USET-80. Não se trata de apenas vantagens táticas e técnicas, mas também de seu custo. O prazo de serviço de um torpedo elétrico é muito curto e o custo dele é mais alto. Talvez por este motivo os EUA tenham renunciado a utilizar o torpedo dispendioso Mark 50 em favor da versão mais econômica Mark 48. Por sua vez, o Fisik russo tem um alcance de 50 quilômetros e uma velocidade de 92 km/hora. Seu motor conta com um propulsor de água em vez de hélices, o que lhe permite se mover de uma maneira especialmente silenciosa.
Quanto ao Futlyar, este tem caraterísticas mais avançadas. Mesmo que todos os detalhes de seu projeto ainda não fossem revelados devido a medidas de segurança, se sabe que este será equipado com o sistema de propulsão TPS-53, capaz de aumentar o alcance de projetil até os 60 quilômetros e de atingir uma velocidade de até 120 km/hora.
Além do mais, o motor de turbina do torpedo utilizará combustível Otto-fuel, o que permitirá aumentar sua capacidade até 800 quilowatts. Assim, o Futlyar supera o torpedo mais popular e potente das Forças Armadas dos EUA, o Mark 48, que tem uma velocidade máxima de apenas 111 km/hora e um alcance de 50 quilômetros, concluiu Tuchkov.

Dados sensíveis sobre informações militares da Austrália foram roubados

Responsáveis de cibersegurança australianos revelaram que dados "comercialmente sensíveis" sobre programas dos novos caças, navios da Marinha e de aviões de vigilância do país foram roubados de uma empresa empreiteira de defesa australiana, na sequência de ataques de hackers.
A Direção de Sinais Australiana (ASD em inglês), a agência de inteligência do governo australiano responsável por sinais de inteligência e segurança da informação, afirmou que 30 gigabytes de informações "comercialmente sensíveis mas não classificadas" sobre o novo caça do país F-35 Joint Strike Fighter, no valor de 17 bilhões de dólares australianos (R$ 42 bilhões), o avião antissubmarino P-8 Poseidon, o avião de transporte C-130 Hercules, vários navios da Marinha Australiana e Munições de Ataque Direto Conjunto (JDAM, em inglês) foram roubadas na sequência de um ataque de hacker contra uma empreiteira de defesa australiana.
Mitchell Clarke, gerente de resposta a incidentes, qualificou o ataque de "extenso e extremo".
Explicando as razões do incidente, ele assinalou: "Os funcionários de segurança disseram que um hacker não identificado aproveitou uma fraqueza no software usado pela empreiteira do governo, que não era atualizado havia 12 meses."
Em comentário separado sobre o assunto, o ministro da Indústria de Defesa, Christopher Pyne, disse à Australian Broadcasting Corp. que "pode se tratar de um de muitos atores diferentes".
"Pode-se tratar de um ator governamental, [ou] um ator não governamental. Pode ser alguém que esteja trabalhando para alguma outra empresa", assinalou Pyne à emissora australiana nesta quinta-feira (12).
Contudo, o ministro da Indústria de Defesa insistiu que o roubo não representou risco à segurança nacional, já que os dados roubados eram comerciais e não militares.
"Mesmo assim é um incidente muito grave e nós vamos investigá-lo", afirmou ele.
O vazamento teve lugar ainda em julho do ano passado, contudo a ASD não foi avisada até novembro, fazendo com que o hacker pudesse ter acesso às informações durante quatro meses. Os funcionários de segurança iniciaram a reparação do sistema em dezembro.

Enfrentará o mundo uma guerra nuclear acidental?

Um especialista opina que, em resultado da retórica feroz do presidente dos EUA, Donald Trump, e do líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, poderá por acidente desencadear-se um conflito global.
O investigador principal da Chatham House, John Nilsson-Wright, declarou ao jornal International Business Timesque, de seu ponto de vista, o conflito armado continua sendo a última opção na situação atual entre os EUA e a Coreia do Norte e, precisamente por isso, o líder norte-coreano "Kim Jong-un está sendo encorajado".
"Ele acredita que [Trump] está fingindo" com suas ameaças contra Pyongyang, supõe Nilsson-Wright.
Não obstante, este jogo perigoso poderá causar problemas para ambos os países, pois se Kim Jong-un lançar um míssil de longo alcance em direção da ilha norte-americana de Guam — como ameaçou fazer — "para demostrar sua capacidade de alcançar o território estadunidense", o chefe da Casa Branca "pode sentir que não tem outro remédio senão responder".
No pior dos casos, a guerra na península da Coreia "será devastadora" tanto para a Coreia do Norte como para a Coreia do Sul. Cerca de 10 milhões de pessoas moram na capital sul-coreana, Seul, localizada a só 48 km da zona desmilitarizada, bem como do armamento norte-coreano e seu exército, que é o quarto maior do mundo.
"Coreia do Norte não conseguiria ganhar"
Nilsson-Wright não tem dúvida nenhuma de que os EUA e o seu aliado, a Coreia do Sul, ganharão em caso de uma confrontação armada. "A Coreia do Norte não conseguiria ganhar este conflito. É isso que a impediu no passado de dar passos provocadores", destacou.
Assim, agora o especialista não vê nenhuma opção real, pois a guerra pode se desencadear mais "por acidente" do que em resultado de uma "estratégia planejada".

Eis o caso em que EUA poderiam atacar primeiro Coreia do Norte

Confira sob quais circunstâncias os EUA lançam um ataque preventivo contra a Coreia do Norte.
Os Estados Unidos podem vir a realizar ataque preventivo contra o país asiático caso recebam informação fiável de que Pyongyang estaria planejando lançar míssil balístico com ogiva nuclear para explodi-lo na atmosfera sobre o oceano Pacífico, informa o jornal japonês Yomiuri, citando fontes da administração norte-americana e do Pentágono.
As Forças Armadas dos Estados Unidos se preparam para usar seu poder esmagador em caso de a Coreia do Norte mostrar sinais reais de lançamento iminente de um míssil com ogiva nuclear", o Yomiuri cita um alto representante do Departamento de Defesa dos EUA, que preferiu manter anonimato.
Além disso, a fonte também comentou que uma explosão nuclear sobre o Pacífico seria "ação suicida" para o líder norte-coreano, Kim Jong-un, que "está atuando muito cautelosamente agora, tentando avançar ao longo da fronteira, porque qualquer passo poderá ser seguido com ataque dos EUA".
"Coreia pode fazê-lo"
Segundo comenta em entrevista ao Yomiuri o professor da Universidade de Tóquio e especialista em assuntos nucleares, Tetsuo Sawada, a Coreia do Norte já possui capacidade técnica suficiente para efetuar um teste de bomba de hidrogênio sobre o oceano Pacífico.
"Suas tecnologias não são perfeitas, mas [os norte-coreanos] podem fazer detonar ogiva nuclear em altitude predeterminada", declarou.
"Se explodirem uma ogiva de hidrogênio com capacidade de 1.000 quilotons a 10 km sobre o oceano Pacífico, destruirão aviões e afundarão navios a um raio de 10 km [devido à explosão]", avisou o professor japonês.
Mais anteriormente, no âmbito da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), que teve lugar em setembro deste ano, o ministro das Relações Exteriores da Coreia do Norte, Ri Yong Ho, sugeriu que a Coreia do Norte poderia vir a realizar "a mais poderosa detonação de uma bomba de hidrogênio no Pacífico", em resposta à política de hostilidade e ameaças de Washington.