SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL


domingo, 20 de novembro de 2011

Como um helicóptero Apache controla um VANT em voo?



capacidade de controlar um VANT MQ-1C Grey Eagle também em voo.
O hardware que possibilita essa façanha é chamado de Longbow Unmanned Aerial Systems Tactical Common Data Link Assembly, ou simplesmente Longbow UTA. Ele é montado no domo sobre o rotor – onde originalmente se instalava o radar de controle de fogo AN/APG-78.
Eu já disse anteriormente que o OH-58D não permite um nível de interoperabilidade com VANT superior a 2 por falta de espaço – e de capacidade de carga – na aeronave. Como se pode ver, o Apache sofre do mesmo mal: ou ele voa com o radar ou com o UTA.
Na verdade, o radar de tiro do Apache é uma daquelas tecnologias dissuasórias que acabaram não sendo efetivamente empregadas. Quando os Apaches foram mais exigidos em combate, os alvos múltiplos e bem definidos, para os quais o radar foi pensado, não existiam mais. Acredito que, daqui para a frente, quando virmos um AH-64D americano com o domo sobre o rotor, provavelmente estará equipado com o UTA.

Especificações do UTA:

  • Ku-band TCDL
  • Two-way communication
  • Switchable air and ground TCDL modes
  • Rates up to 45 Mbps
  • Range >50 km to UAS
  • Range >100 km to ground, limited only by line of sight
  • Continuous 360° azimuth
  • Elevation +60°/-20°
  • 64 GByte data storage
  • 100baseT ethernet and MIL-STD-1553 interfaces

Características:

  • Fully integrated with Apache mission processors and displays to reduce crew workload
  • Enables up through Level 4 UAS control for Apache – flight path and sensor control with imagery
  • High-gain directional antenna coupled with UAS tracking provides long-range, high-bandwidth communication for high-definition imagery
  • Integrated with Arrowhead to provide highest quality day or night imagery to ground units
  • Switchable TCDL modes provide for Apache-to-ground data linking of UAS imagery
  • Commonality with LONGBOW radar re­duces cost of ownership
  • Identical visual signature and aerodynamics as the LONGBOW radar
Foto: Lockheed Martin
Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em domingo, novembro 20, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Exército quer crescer na selva


Mais homens e tecnologia de ponta estão na mira do governo para ampliar presença na selva; empresas do Vale vão ajudar
Xandu AlvesEnviado especial a Manaus
O Exército Brasileiro trabalha para fazer da atuação na Amazônia uma referência que poderá ser aplicada em outras partes do mundo.

A iniciativa faz parte do processo de transformação das Forças Armadas a partir da Estratégia Nacional de Defesa, estabelecida no ano passado, e das pretensões do país no cenário mundial.

Na avaliação do comandante militar da Amazônia, general Eduardo Villas Bôas, as previsões indicam que, até 2020, o Brasil será a quinta economia do mundo. Isso exigirá mudanças.

“Como o país pleiteia vaga no Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas), tornando-se um ator global, as Forças Armadas terão que ser compatíveis com as responsabilidades”, afirmou Villas Bôas.

Para ele, se o país buscar o protagonismo, o que as Forças Armadas fazem na América Latina, em especial o Exército, terá que ser expandido para o resto do mundo.

A postura exigirá modernização dos equipamentos e mudança das concepções de emprego nas missões que se vai cumprir.

Tecnologia. O primeiro passo será adotar a tecnologia como item indispensável da vigilância na Amazônia. Nesse ponto o Vale do Paraíba tem papel fundamental.

O Exército finalizou em outubro o projeto básico e começa agora a fase de especificações de equipamento do Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras).

Trata-se de um sistema de alta tecnologia que terá uma rede de sensores colocados ao longo da faixa de fronteira. Na Amazônia, o sistema aproveitará a estrutura dos 27 Pelotões Especiais de Fronteira, ao longo da divisa com sete países.

A rede contará com radares, Vant (Veículo Aéreo Não Tripulado) e sistemas conectados por satélite a centros de comando que, por sua vez, estarão ligados a unidades operacionais e a sistemas de outras forças, como Polícia Federal, Marinha e Aeronáutica.

“Ao detectar qualquer problema em tempo real, a resposta do Exército também terá que ser em tempo real”, disse Villas Bôas, que prevê a implantação completa do sistema em 10 anos.

Empresas. Segundo o comandante da Amazônia, o sistema está “motivando a indústria brasileira a desenvolver tecnologia e equipamentos”, em especial empresas como Embraer, Avibras e Orbisat, todas instaladas no Vale do Paraíba.

Villas Bôas considera a tecnologia desenvolvida no Vale indispensável para aprimorar a cobertura militar na Amazônia. “A presença física é impossível em toda a área de fronteira. A única maneira é fazer por meio de tecnologia de ponta.”

O efetivo do Exército também será ampliado, na Amazônia, para corresponder às pretensões do país. A meta é saltar de 27 mil militares para 40 mil até 2030.

A barreira para a expansão é a falta de estrutura na Amazônia, que tem os piores indicadores sociais da América Latina, segundo relatório da ARA (Articulação Regional Amazônica), rede composta por 24 organizações atuantes na região (leia texto ao lado).

“A Amazônia não comporta muito efetivo. A infraestrutura não suporta. Poucas cidades têm condição de receber uma unidade com 600 integrantes”, apontou Villas Bôas.
“Nosso crescimento tem que ser qualitativo. Temos que ter tecnologia incorporada, melhores sistemas de comunicação e maior mobilidade.”

Unidades. O Exército criará três novas brigadas na Amazônia: uma na foz do rio Amazonas, a segunda em Manaus, que será estratégica para os problemas na fronteira, e a terceira no Acre. Esta última é necessária em razão da rodovia que ligará o Brasil com a rota comercial do Pacífico.

“Com a estrada, a Ásia e a China estarão colocadas dentro do nosso território. A região sofrerá um impacto econômico enorme. Temos que ficar atentos”, disse o general.

A previsão do setor de inteligência do Exército é que, com a estrada e a abundância de energia elétrica, diversas empresas se instalarão na Amazônia, o que trará progresso, mas também pode trazer crimes, como tráfico e contrabando.

População ainda vive em cenáriode desigualdadeDo enviado especial
Relatório da ARA (Articulação Regional Amazônica) divulgado na última quarta-feira, em Belém, durante encontro do Fórum Amazônia Sustentável, revela que a Amazônia ainda tem indicadores sociais distantes dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, estabelecidos pela ONU em 2000.

Os 34 milhões de habitantes de nove países que compartilham a floresta estão longe de alcançar as metas da ONU para a população amazônica, em itens como educação, saúde, mortalidade infantil e materna e de meio ambiente. As metas têm de ser cumpridas até 2015.

O relatório mostra que, desde 1990, a Amazônia melhorou os indicadores, mas os avanços não foram considerados significativos e estão abaixo das médias nacionais.

Segundo o coordenador nacional da pesquisa, Adalberto Veríssimo, apenas um dos oito objetivos estabelecidos até 2015 foi alcançado na Amazônia: a eliminação da desigualdade de escolaridade entre homens e mulheres.

“A Amazônia é sempre a parte mais pobre de cada país porque é uma região que tem padrão de desenvolvimento baseado ainda na extração de recursos naturais, com grande impacto ambiental associado”, avaliou Veríssimo, representante do Imazon (Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia).

O fosso social é evidente nas pequenas cidades do interior da Amazônia, nas quais os poucos recursos e a mínima infraestrutura são garantidos pelo Exército Brasileiro.
Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em domingo, novembro 20, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Novo fuzil é reforço na fronteira



Mais leve e potente, novo armamento já é testado pelos militares; objetivo é facilitar operações e melhorar a vigilância
Xandu AlvesEnviado especial a Manaus
Militares do Exército Brasileiro testam nos Pelotões Especiais de Fronteira da Amazônia o novo fuzil fabricado pela Imbel (Indústria de Material Bélico do Brasil), que tem unidade em Piquete.

Batizado de IA2, o fuzil de calibre 5,56 mm irá equipar as Forças Armadas e as forças de segurança pública.

A intenção é substituir os fuzis FAL (Fuzil Automático Leve) de 7,62 mm, também fabricados pela Imbel, usados pelos militares há 30 anos.

O VALE conheceu o novo armamento no Pelotão Especial de Fronteira de Normandia, em Roraima.

Melhor. Segundo o sargento Eriberto Teixeira da Silva, 38 anos, a arma pesa metade do FAL, tem maior capacidade de tiro e carrega mais munição, além de tornar mais difícil qualquer tipo de incidente.

“A arma tem várias características que auxiliam o combatente. A utilização dela é melhor para o ambiente hostil da selva na comparação com o FAL”, disse o militar.

Enquanto o FAL leva 20 munições no carregador, o IA2 é capaz de guardar 30 balas, menores que aquelas usadas no fuzil mais antigo. A nova munição tem sido utilizada pelas principais Forças Armadas.

Custos. A fabricação do novo fuzil será feita na unidade da Imbel em Itajubá (MG), com capacidade para produzir 20 mil armas por ano.

Os custos de fabricação, manutenção e treinamento são reduzidos em razão de a maioria das peças ser similar às do fuzil FAL.

“A arma é bem adequada para operações de tropas especiais”, afirmou o sargento Fagner Henrique de Morais, 22 anos, do PEF de Normandia.

Desenvolvimento. Segundo Haroldo Leite Ribeiro, diretor de Mercado da Imbel, e Paulo Roberto Costa, chefe da Fábrica de Itajubá, o IA2 é um aprimoramento do fuzil MD97 por causa das novas necessidades operacionais das forças de defesa e de segurança.

A nova arma foi apresentada oficialmente na LAAD (Feira Latino-Americana de Defesa e Segurança), no Rio de Janeiro, em abril deste ano.

Antes de ser entregue para testes pelo Exército Brasileiro, disseram os executivos da Imbel, o fuzil foi testado na fábrica de Itajubá.

“Os protótipos dos fuzis foram entregues ao Exército em junho e já concluíram a avaliação técnica, estando em fase final da avaliação operacional, a qual acontece nos diversos ambientes operacionais do país, inclusive na selva”, afirmou Costa.

O armamento precisa de autorização do Exército para ser fabricado e comercializado. “Tão logo haja a certificação do fuzil, a Imbel iniciará a sua produção”, disse Ribeiro.

Segundo os executivos, o fuzil IA2 foi concebido para utilização em locais onde exige-se precisão nos tiros em curta e média distâncias, como na selva e nas zonas urbanas, facilidade na portabilidade e menor peso.

“Essas são as características mais importantes do armamento”, completou Costa.
 Grupo testa roupa especial contra o frio
Do enviado especial
A selva é um laboratórios ao ar livre. As dificuldades do ambiente operacional da floresta Amazônica o transformam em um excelente campo de testes para todo tipo de equipamento, de armas a materiais de segurança.

Além do novo fuzil fabricado pela Imbel, o IA2, testado por militares na faixa de fronteira, cinco alunos do Cigs (Centro de Instrução de Guerra na Selva) avaliam um novo sistema de rede e um poncho, vestimenta tradicional da América do Sul e usada para proteger do frio e do vento.

“Eles já fizeram um primeiro relatório, voltaram aos testes práticos e agora farão um segundo relatório. Depois disso é que decidiremos pelo uso ou não do novo material”, disse o coronel Edmundo Palaia Neto, comandante do Cigs.

Laboratório. O Centro de Instrução serve como um laboratório de experiência para o Exército Brasileiro.

A divisão de doutrina e pesquisa do Cigs é responsável por testar todo material que será usado na Amazônia.

Segundo Palaia Neto, quando o material chega em pouca quantidade, ele é avaliado pelo pessoal da divisão. Mas quando o lote é maior ou se quer submeter a desgaste, é levado para os alunos.

Para se ter uma ideia da resistência exigida dos equipamentos, os militares costumam passar boa parte do curso de guerra na selva molhados, em razão da alta umidade e do calor excessivos na Amazônia, além dos rios.

Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em domingo, novembro 20, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

sábado, 19 de novembro de 2011

Taurus CT G2 Carabina 9mm, 0,40 e 0,45

Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

O Novo Recruta - Adam o Cão Pqd


Adam veste verde oliva, serve na Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército e tem a cor marrom nos pés. Nesta semana (18/11), na Base Aérea do Afonsos (BAAF), ele embarcou em um avião C-105 Amazonas do Esquadrão Arara (1/9 Gav). Adam é paraquedista, mas é um cão de oito anos, da raça Rottweiler. Integrante do 36 Pelotão de Polícia do Exército, ele saltou acompanhado por militares do Exército, na Zona de Lançamento de Itaguaí, neste último dia da Operação Saci. Há mais de 10 anos, a Força Aérea e o Exército não realizavam uma missão envolvendo lançamento de animais.
Adam foi o centro das atenções ao chegar na BAAF e posou para várias fotos. O cachorro saltou com seu próprio paraquedas e é um animal operacional. Empregado como cão de ataque, ele atua em missões de patrulha e esteve presente, inclusive, na operação de garantia da lei e da ordem no Complexo do Alemão. Sua preparação para o salto de hoje começou no início do ano e demandou estudo e adaptações que garantissem sua segurança.
Segundo o Comandante do 36º Pelotão de Polícia do Exército, Tenente Daniel Totto Bianco, foi realizado um estudo com apoio do Centro de Instrução e do Batalhão de Dobragem, Manutenção de Paraquedas e Suprimento pelo Ar (DOMPSA), ambos da Brigada Paraquedista. Ele lembra que um protótipo foi montado e, a partir dele, foram sendo efetuadas a modificações necessárias até que a melhor configuração fosse alcançada.
"Utilizamos um equipamento de rapel, que foi desenvolvido pelo DOMPSA e que hoje é usado até pela Polícia Militar. Em cima dele, começamos a trabalhar os pontos de pressão, ancoragem e de distribuição do peso do animal", destaca ele.
Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Super Tucano FACH - Fuerza Aérea de Chile

Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Pentágono testa com sucesso bomba supersônica

Nova arma permitirá atingir alvos em qualquer parte do mundo em menos de uma hora

O Pentágono (sede do Departamento de Defesa dos Estados Unidos) anunciou esta quinta-feira (17) ter testado com sucesso uma bomba supersônica, o que dará aos estrategistas militares a capacidade de atingir alvos em qualquer parte do mundo em menos de uma hora.
Disparada por um foguete do arquipélago do Havaí às 11h30 (09h30 de Brasília) desta quinta-feira, a Advanced Hypersonic Weapon (AHW, Bomba Hipersônica Avançada) deslizou sobre o Pacífico "na velocidade do som" antes de atingir seu alvo no atol de Kwajalein, nas Ilhas Marshall, informou o Pentágono em uma declaração.
Kwajalein fica cerca de 4.000 km a sudoeste do Havaí. O Pentágono não informou a que velocidade máxima o alvo foi atingido.
Os cientistas qualificam de velocidade hipersônica aquela que excede Mach 5 ou cinco vezes a velocidade do som (6.000 km/h).
O objetivo do teste foi compilar informações e dados sobre "aerodinâmica, navegação, orientação e controle de tecnologias térmicas de proteção", explicou a tenente coronel Melinda Morgan, porta-voz do Pentágono.
Copyright AFP - Todos os direitos de reprodução e representação reservados
Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Da marinha dos EUA F-18 Super Hornet HD

Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

RTAF GRIPEN

Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Combat Zero SU-37 Terminator

  
Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Chevron não estava preparada para identificar vazamento, diz jornal


Petroleira americana é investigada pela Polícia Federal
São Paulo – A Chevron não estava preparada para identificar o vazamento de petróleoiniciado no último dia 7 na Bacia de Campos, e seu plano de emergência para acidentes não vem sendo cumprido, diz o jornal O Globo. O veículo cita fontes que acompanharam a inspeção da Polícia Federal na plataforma da petrolífera americana no campo de Frade, no estado do Rio, no último dia 15 de novembro.O presidente da Chevron Brasil admitiu, nesta sexta-feira, que foram técnicos da Petrobras que perceberam a mancha de óleo no mar e alertaram a empresa. A estatal explora o campo de Roncador, contíguo ao Frade, e percebeu que o vazamento era do vizinho. Segundo o jornal O Globo, só após o aviso a Chevron mobilizou pessoal e equipamentos para tentar identificar a origem do derrame, mas o robô utilizado não conseguia fazer uma leitura precisa das coordenadas do local de onde vinha o petróleo.
Por falta de equipamento adequado, a Chevron recorreu à Petrobras, que lhe emprestou dois robôs capazes de colher dados mais precisos, diz o jornal carioca. Só então a petrolífera americana começou a trabalhar para conter o vazamento.
O vazamento ocorrido no dia 7 já chegou a 18 quilômetros de extensão e 11,8 quilômetros quadrados de área. A Polícia Federal investiga se o acidente teria ocorrido após a Chevron tentar alcançar indevidamente a camada do pré-sal.
Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

Estruturas no deserto da China geram teoria da conspiração


Efe
Uma das imagens das estruturas no deserto - Reprodução
Reprodução
Uma das imagens das estruturas no deserto
 Washington - Estranhas silhuetas descobertas no deserto de Gobi, na China, através do Google Earth aguçaram a imaginação dos internautas, que acreditam ver desde instalações militares até sinais de uma cultura alienígena.

Nas imagens, aparecem sulcos brancos bem definidos, formando uma espécie de rede irregular, e marcas em forma de círculos concêntricos no meio do nada.

Tudo começou, segundo o Huffington Post, no início da semana quando um internauta postou um comentário na página de tecnologia Reddit, sugerindo que havia uma experiência militar ou científica gigante no deserto da China. "Alguém pode explicar o que está acontecendo ali?", perguntou o internauta, que recebeu uma centena de respostas.

Além da ampla difusão nos meios de comunicação, usuários da internet estão a procura de outras estruturas "suspeitas" na China, usando a ferramenta do Google.

As teorias da conspiração começaram a circular. Um ex-analista da CIA disse à Wired.com que, desde 2004, alguém tem interesse em que o satélite do Google fotografe centenas de imagens dessa parte do deserto. 

O local onde se detectaram as marcas, que segundo estimativas medem aproximadamente 1 quilômetro de largura por 1,85 de extensão, está na província de Gansu, no noroeste da China, uma região que compreende parte do deserto de Gobi.

"Experiências militares ou restos de uma cultura alienígena que veio à Terra? Ninguém está completamente certo", ironizam os meios de comunicação enquanto sites como Gizmodo e Wired convidam os usuários a dar uma olhada nas fotografias e postar comentários para esclarecer do que se trata.

O cientista Jonathon Hill, pesquisador do Mars
Space Flight Facility, na Universidade de Arizona, que usou diferentes câmeras das missões da Nasa a Marte, encontrou uma explicação mais simples. 

"É quase certo que a China utilize essas estruturas gigantes para calibrar seus satélites espiões." 

As câmeras espiãs focam nos quadros, que servem para que se orientem no espaço. Além disso, ele acredita que em outra das regiões em que parece haver material tecnológico, efetivamente pode se tratar de uma zona militar ou de provas, o que explicaria a grande quantidade de equipamentos e tecnologia em uma área tão remota.

Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

OPERAÇÃO SACI – Amazonas e Hércules lançam mais de 1300 paraquedistas em um dia


Equipar, fazer camuflagem, deslocar e embarcar na aeronave. Essa cena se repetiu várias vezes, na Base Aérea do Afonsos (BAAF), durante a Operação Saci. Em um único dia, 10 aeronaves da Força Aérea Brasileira foram empregadas no lançamento de 1324 militares da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército.
“A maioria das missões, do nosso dia a dia, o vetor é empregado isoladamente. Aqui, tem que haver coordenação muito grande entre as aeronaves que estão participando do voo e também com a tropa paraquedista para que tudo ocorra na maior segurança possível. É uma opotunidade que temos de treinar nossos pilotos e as nossas tripulações”, destaca o comandante do Esquadrão Onça (1/15 GAv), Tenente Coronel Luiz Guilherm da Silva Magarão.
Os momentos que antecedem os saltos são marcados por preparação. “Ficamos na expectativa de todos os briefings e todo o planejamento saiam como foi previsto”, explica o Comandante do 26º Batalhão de Infantaria Paraquedista (Batlhão Santos Dumont), Coronel Antônio Manoel de Barros. Ele lembra que para a segurança do salto entra a figura do mestre de saltos.
Em um dos Hércules que participou do assalto, o mestre de saltos era o Tenente Heitor de Oliveira Silva. Segundo ele, para exercer essa função o militar passa por um treinamento específico. “A formação do mestre de salto é realizada posteriormente à formação básica paraquedista. Trata-se de um curso de cinco semanas, no qual ele obrigatoriamente executa toda a parte teórica, seguindo manuais que preconizam todas as normas necessárias. Após quatro semanas, inicia-se a parte prática. Na quinta semana, o militar  sobe na aeronave, executa todo procedimento e é avaliado. Em sete lançamentos, e não pode cometer nenhum erro”.
 
Fonte: Agência Força Aérea
Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

OPERAÇÃO SACI - Quatro toneladas de carga são lançadas de aeronaves da FAB


Durante uma guerra, tropas em chão se encontram em uma situação em que necessitam de viaturas e suprimentos. A forma mais rápida para que o material chegue é pelo ar. Essa foi a missão relizada na manhã de hoje (18/11), na Operação Saci, por aeronaves da Quinta Força Aérea. Demonstrando operacionalidade e capacidade de atuar de forma conjunta com militares da Brigada de Infantaria Paraquedista do Exército, 4.250 quilos de carga foram lançadas em Itaguai. Embarcado na Base Aérea dos Afonsos, o material incluiu água, ração operacional e duas motocicletas.
A carga passa por um processo de preparação e embalagem para que chegue sem danos no chão. O material é colocado em uma plataforma e é envolvido por amarrações, paraquedas e sistema de tração específicos. No avião, o mestre de lançamentos realiza inspeções nos pontos de cheque previstos e deixa a carga em condições de ser liberada pelo piloto.
Antes da decolagem, a tripulação da aeronave é informada sobre as coordenadas em que a carga deve ser lançada. "Nessa operação estamos fazendo a manutenção operacional dos nossos tripulantes em lançamento de pessoal e de carga", ressalta o Major Aviador André Luiz Pereira de Souza, integrante do Esquadrão Gordo (1/1GT).


Fonte: Agência Força Aérea
Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sábado, novembro 19, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Fotos da chegada do porta-aviões ‘São Paulo’ hoje ao porto de Santos-SP



Publicada por SEGURANÇA NACIONAL .SNB em sexta-feira, novembro 18, 2011 Nenhum comentário:
Enviar por e-mailPostar no blog!Compartilhar no XCompartilhar no FacebookCompartilhar com o Pinterest
Postagens mais recentes Postagens mais antigas Página inicial
Assinar: Postagens (Atom)

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL

DEFESA MILITAR DO BRASIL

Postagens mais visitadas

  • A IMBEL prepara uma nova versão do MD97L, com muitas novidades
    IMBEL-CALIBRE 7.62-CarRos, leitores da para imaginar que a imbel esta projetando um fuzil novo- na verdade e o mesmo fuzil MD97- na vers...
  • fuzil IA2 DA IMBEL VEJA
                                    FUZIL IMBEL O MAÌS NOVO- IA2 VEJA MAÌS FOTOS                                 IA2 EM TESTE NA IMBEL        ...
  • O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC Seals brasileiros
    O Grupamento de     O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) é uma unidade de Forças Especiais da Mari...
  • Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília realiza adestramento com o Exército Brasileiro
    Um destacamento composto por 112 militares do Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (GptFNB) e 22 militares do 7º Distrito Naval (7ºDN...
  • Taurus: busca consolidação no mercado
    Alexandre Beraldi Especial para DefesaNet Neste ano de 2012, ao contrário de anos anteriores, a TAURUS foi mais comedida em seus lanç...

Pesquisar este blog

SEGURANÇA NACIONAL SNB

Pesquisar este blog SEGURANÇA NACIONAL SNB

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL

  • A IMBEL prepara uma nova versão do MD97L, com muitas novidades
    IMBEL-CALIBRE 7.62-CarRos, leitores da para imaginar que a imbel esta projetando um fuzil novo- na verdade e o mesmo fuzil MD97- na vers...
  • fuzil IA2 DA IMBEL VEJA
                                    FUZIL IMBEL O MAÌS NOVO- IA2 VEJA MAÌS FOTOS                                 IA2 EM TESTE NA IMBEL        ...
  • O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC Seals brasileiros
    O Grupamento de     O Grupamento de Mergulhadores de Combate (GRUMEC) é uma unidade de Forças Especiais da Mari...
  • Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília realiza adestramento com o Exército Brasileiro
    Um destacamento composto por 112 militares do Grupamento de Fuzileiros Navais de Brasília (GptFNB) e 22 militares do 7º Distrito Naval (7ºDN...
  • Taurus: busca consolidação no mercado
    Alexandre Beraldi Especial para DefesaNet Neste ano de 2012, ao contrário de anos anteriores, a TAURUS foi mais comedida em seus lanç...

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL
KC 390 MILLENNIUM

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL

Carregando...

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL

SEGURANÇA NACIONAL SNB BRASIL. Tema Celestial. Tecnologia do Blogger.