domingo, 7 de julho de 2013

Fatos relevantes

O Estado de S.Paulo
O que pode ter levado uma empresa que aplicou mais de US$ 5 bilhões na prospecção e exploração de petróleo, no que é considerado o maior programa já realizado no Brasil por uma companhia privada do setor, a ter errado tanto nas suas projeções, a ponto de ter de informar ao mercado que os poços atualmente em operação no campo, que, como informara há pouco mais de um ano, tinha um volume total recuperável de 110 milhões de barris de petróleo, deixarão de produzir ao longo de 2014? Terá uma imprevista maldade da natureza tornado inviável um projeto anunciado como tão promissor ou o público que investiu nas ações da empresa responsável por esses anúncios recebeu informações improcedentes?
É tarefa da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) esclarecer o que de fato ocorreu entre o anúncio, pela empresa OGX Petróleo e Gás Participações S. A. - do Grupo EBX, controlado pelo empresário Eike Batista -, do potencial dos campos dos quais é concessionária e sua informação de que os poços em operação nesses campos são economicamente inviáveis.
Como lembrou o presidente da CVM, Leonardo Pereira, as empresas de capital aberto têm a responsabilidade de divulgar informações corretas e que reflitam a real situação da companhia, e que "fazer qualquer coisa que deixe o investidor desprotegido é falta grave".
Até há poucos meses, a OGX vinha alimentando o mercado com informações otimistas, segundo ela baseadas em critérios técnicos, sobre o potencial dos campos dos quais é concessionária. De repente, porém, a empresa anuncia que esse potencial desapareceu ou seu aproveitamento se tornou antieconômico.
Em fato relevante divulgado em 14 de maio de 2012, a OGX - que se apresentava ao mercado como "empresa brasileira de óleo e gás natural responsável pela maior campanha exploratória privada no Brasil" - declarou a comercialidade de parte do Complexo Waimea, que passou a denominar como Campo de Tubarão Azul. No mesmo documento, afirmou que os testes confirmaram "as excelentes qualidades de permoporosidade do reservatório" e que o plano de desenvolvimento da área estimava um volume recuperável de 110 milhões de barris ao longo do período de concessão.
Em 26 de junho de 2012, em outro comunicado, a OGX informou que o plano de desenvolvimento definiu a vazão de 5 mil barris de petróleo por dia para os dois primeiros poços do Campo de Tubarão Azul.
Na segunda-feira (1.º/7), em novo fato relevante, porém, a OGX afirmou que, depois de "uma análise detalhada do comportamento de cada um dos três poços de produção do Campo de Tubarão Azul", chegou à conclusão de que não há condições técnicas que tornem viáveis os investimentos necessários à operação. Por isso, esses poços deixarão de produzir em 2014. Depois da avaliação dos poços de Tubarão Azul, de acordo com o comunicado, a empresa teve de rever e reinterpretar os dados geológicos e geofísicos da área, com o que "ficou evidente a intensa compartimentalização e descontinuidade desses reservatórios, o que compromete a (sua) produtividade". Assim, também se tornaram inviáveis economicamente os poços dos Campos de Tubarão Tigre, Tubarão Gato e Tubarão Areia, que a empresa pretende devolver à Agência Nacional do Petróleo.
Dito isso, a empresa conclui seu comunicado informando "que não devem mais ser consideradas válidas as projeções anteriormente divulgadas, inclusive as que dizem respeito a suas metas de produção".
É possível, como alega a empresa, que os novos dados a tenham levado a concluir pela inexistência, no momento, de "tecnologia capaz de viabilizar economicamente" investimentos adicionais nos campos que operava? Surpreende, afinal, que só tenha chegado a essa constatação depois de ter convencido o mercado sobre o potencial das áreas que explorava.
Cabe à CVM investigar se a mudança na situação da empresa se deve apenas a questões técnicas ou se há outros motivos. E verificar se não precisa melhorar suas práticas de disciplinar e fiscalizar o mercado.
SNB

Marinha russa para receber 36 navios de guerra, em 2013

RIA Novosti) - A Marinha da Rússia vai receber 36 navios de guerra, em 2013, um número sem precedentes na história da Rússia, da Marinha Vice-Comandante-em-Chefe, o vice-almirante Alexander Fedotenkov disse no domingo.
"Durante este ano, 36 navios de combate, artesanato ataque rápido e navios de apoio vai entrar para a Marinha russa. Isso nunca aconteceu antes ", disse Fedotenkov na Defesa Mostrar Marítima Internacional em São Petersburgo.
Navios de guerra da Marinha da Rússia estão agora realizando missões em todas as áreas do Oceano Mundial, com mais de 60 navios de combate atualmente no mar, disse ele.
Ministro da Defesa, Sergei Shoigu disse em março a Marinha russa receberia 24 submarinos e 54 navios de guerra de várias classes em 2020.
"Como resultado da implementação do programa de rearmamento do Estado para 2020, a Marinha deverá receber oito submarinos estratégicos de propulsão nuclear, 16 submarinos multifunção e 54 navios de guerra de várias classes", disse Shoigu.
Os oito barcos de mísseis estratégicos incluem três e cinco Borey-A Borey navios da classe (SSBN) armados com Bulava mísseis balísticos.
Os 16 submarinos multifuncionais incluem oito Graney classe de submarinos de ataque de propulsão nuclear (SSN) e melhor Kilo e Lada classe diesel-elétrica (SSK) barcos.

Além dos submarinos, a Marinha vai receber Admiral Gorshkov fragatas e corvetas classe classe Steregushchy, corvetas classe Buyan e Ivan Gren Classe grandes navios de desembarque.
O presidente russo, Vladimir Putin, disse no ano passado que a aquisição de novos navios de guerra e submarinos para a Marinha seria uma prioridade ao longo da próxima década.O governo russo atribuiu cinco trillion rublos ($ 166 bilhões), ou um quarto de todo o orçamento de aquisições de armamentos até 2020 para esta finalidade.
SNB

sábado, 6 de julho de 2013

Saab nos suecos Guerra Terrestre dias de demonstração 2012


SNB

Skeldar V-200 Marítimo - Médio alcance UAV sistema


SNB

INPE - Cbers BRASIL


SNB

Navio alemão de pesquisa sobre o clima atraca no Brasil

GIULIANA MIRANDA
DE SÃO PAULO
O navio de pesquisa alemão Meteor, em missão para analisar o papel do oceano Atlântico tropical na variabilidade do clima e em seus impactos, atracou em Fortaleza (CE) no fim de semana.
Na visita, que faz parte do Ano da Alemanha no Brasil, Peter Brandt, chefe da missão que sai de Fortaleza em direção à Namíbia, destacou o papel do estudo das águas brasileiras na compreensão das dinâmicas do aquecimento do oceano e até do clima nos continentes adjacentes.
Com mais de 30 cientistas de diferentes nacionalidades a bordo, o Meteor tem equipamento que permite analisar o solo marinho e a atmosfera. A embarcação tem sua própria usina de geração de energia e trata seus resíduos.
O projeto, que é do Instituto de Oceanografia da Universidade de Hamburgo, passará novamente pelo Brasil em maio de 2014.
FOLHA...SNB

O CIBERS 3 na fase de integração antes do lançamento

O Brasil é um dos maiores distribuidores de imagens de satélites do mundo. Através delas é possível controlar desmatamentos, fazer previsões meteorológicas, monitorar recursos naturais e ajudar na preservação ambiental. Importantes iniciativas e políticas públicas são tomadas a partir da observação desses dados que, desde 2004, são distribuídos gratuitamente via internet pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).
 
A política pioneira de livre acesso a dados de satélites pelo Brasil foi implementada graças ao domínio da tecnologia espacial conquistado com a família de satélites Cbers (Satélite Sino-Brasileiro de Recursos Terrestres, na sigla em inglês). Um dos principais programas de sensoriamento remoto do mundo, é resultado de um acordo de cooperação conjunta entre Brasil e China. Desde 1999 já foram lançados três satélites nesta parceria.
Imagens de satélite
 
O compartilhamento dos dados espaciais sem custo começou em junho de 2004, com as imagens do satélite Cbers-2. Depois, o Inpe liberou o material captado por outros satélites. Em seis anos de programa, mais de 1,3 milhões de imagens foram disponibilizadas pelo Centro de Dados de Sensoriamento Remoto do Instituto, localizado em Cachoeira Paulista, no estado de São Paulo. O sucesso da iniciativa levou outros países, como os Estados Unidos, a também disponibilizar gratuitamente dados orbitais de média resolução.
Cerca de cinco mil instituições públicas e privadas já foram beneficiadas com a difusão das imagens de satélites. As aplicações são as mais variadas e vão desde os mapeamentos urbanos disponibilizados pelo IBGE a informações sobre a produção agrícola brasileira ou denúncias de queimadas na Amazônia. Entre os usuários destacam-se órgãos como Petrobras, Incra, Embrapa, Ibama e Agência Nacional de Águas (ANA), organizações não-governamentais, universidades e empresas que usam a geoinformação nas áreas de transporte, defesa, topografia e saúde.
 
Além de gerar conhecimento, o uso de dados de satélites permite a obtenção de informações fundamentais para estudos ambientais, previsão de desastres naturais e ocupação de centros urbanos. A popularização do sensoriamento remoto no Brasil traz benefícios sociais e é usada como uma das principais ferramentas de desenvolvimento e soberania nacional.
AEB...SNB

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Sukhoi - Su-35S Flanker-E Stealth Fighter


SNB

Da Rússia mostra Su-35S arte de acrobacias em Le Bourget

Caça multi-purpose russo jato Su-35S, que nunca foi apresentado no exterior, realizou com sucesso seu primeiro voo de demonstração no show aéreo em Le Bourget, perto de Paris. 
Antes da audiência do show aéreo de prestígio, a 4 + + geração de caças, criado pelo Sukhoi Design Bureau, demonstrou manobras acrobáticas, incluindo o spin. 
O avião, que atrai muita atenção de potenciais compradores, tem uma semelhança com o seu antecessor, o Su-27, mas a nova aeronave foi completamente modernizado. Mikhail Pogosyan, o presidente da United Aircraft Corporation (UAC), disse que o complexo de aviônica do Su-35S foi capaz de detectar alvos com a ajuda de um radar a uma distância de mais de 300 km. Um motor muito potente do lutador melhora a sua capacidade de manobra.
O Su-35S é equipado com uma nova asa reforçada. Devido a peculiaridades de sua concepção, a aeronave não tem nem aba do freio, nem canards horizontais.  De acordo com promotores, Su-35S é difícil de detectar em telas de radar, devido à utilização de materiais compósitos na construção. Os embarques de Su-35S para a Força Aérea da Rússia já foram lançados. Até o final de 2015, o exército russo deve receber 48 dessas aeronaves.Aviação da Rússia goza de sucesso em Le Bourget.O vôo de demonstração do russo Ka-52 "Alligator" helicóptero teve lugar no ar prestígio mostrar alguns dias atrás. Representantes da delegação de helicópteros russos disse que os organizadores do show aéreo apontou o vôo do helicóptero.
O ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu chegou a Le Bourget na terça-feira junho 18 º . O ministro examinará as arquibancadas da delegação russa, incluindo a exposição da Rosoboronexport, helicópteros russos e UAC. O ministro fez uma visita privada para o show aéreo. Shoigu quer ver as conquistas do mundo da aviação, e ver como os pilotos russos demonstrar suas vantagens no céu sobre Le Bourget.
O 50 º Internacional de Aviação e Espaço Mostrar Paris Air Show 2013 acontece de 17 a 23 de junho, em Le Bourget, na França. Além de Su-35S e Ka-52, russo defesa exportação gigante Rosoboronexport mostra aviões de treinamento de combate Yak-130. O estande também apresenta o novo sistema de navegação inercial a laser LINS-100RS, desenvolvido pela PC Alliance (Rússia-França).
A companhia russa apresenta todos os tipos de aeronaves projetadas para destruir alvos aéreos, terrestres e marítimas em diferentes distâncias. A exposição da Rosoboronexport também exibe defesa de sistemas de ar Igla-S, Panzer-S1, Tor-M2E, Buk-M2E e Antey-2500.
pravda.ru...SNB

Grã-Bretanha revela centenas de top arquivos secretos sobre OVNIs

O governo britânico desclassificados centenas de materiais sobre objetos voadores não identificados. Os materiais não são mais úteis para as autoridades britânicas. O departamento de defesa envolvidos no estudo de objetos voadores não identificados, decidiu expor os materiais para o público em geral para que todos possam ver que os alienígenas não existem, nem representa qualquer ameaça para os seres humanos. Os documentos estão disponíveis no site do Ministério da Defesa.
Mais de 25 imagens foram expostas, contendo mais de 700 documentos em observações de OVNIs 2007-2009. Eles representam relatos de pessoas que se tornaram "testemunhas oculares" de fenômenos estranhos. Um dos mais originais pertence à criança, que escreveu que ele / ela tinha visto luzes suspeitas no céu. A criança anexado um desenho de um alienígena, acenando com a mão a partir de uma nave espacial.
Outra curiosidade é um relatório de um inglês, que havia sido supostamente viver com um ET por vários anos. O homem diz e estrangeiros raptados seu cachorro, carro e tenda, enquanto ele estava acampando. Há registros que dizem que os OVNIs foram vistos acima do edifício do Parlamento e perto do famoso Stonehenge, relata a BBC .
Nick Pope, um ex-funcionário do departamento especial disse que esperava que os leitores têm uma risada ao ler os documentos.O governo britânico começou a investigar os casos que estabeleceram a existência de OVNIs em 1952.Durante esse tempo, o maior número de relatos de avistamentos de OVNIs veio em 1978 (750 mensagens), quando os cinemas estavam mostrando, de Steven Spielberg "Contatos Imediatos do Terceiro Grau". O segundo "pico" ocorreu em 2009, quando o departamento recebeu mais de 640 ligações e e-mails. A maioria deles continha informações sobre pairando e objetos brilhantes.Um dos relatórios, por exemplo, disse que algo estava brilhando no céu "como um anjo".
"Especialistas ligados ao crescimento de reclamações em 2009, com a popularidade de lanternas chinesas. Muitos registros de objetos celestes de forma estranha de cor laranja descrever lanternas chinesas, embora testemunhas não reconhecê-los", disse David Clarke, autor do livro The UFO Files acredita .
De acordo com funcionários do Ministério da Defesa, a maioria dos relatos de OVNIs têm uma explicação lógica, e apenas uma parte deles ainda permanecem misteriosas. Entre eles, por exemplo, há relatos de policiais e pilotos, diz Sky News .
Apesar do crescimento no número de relatos de estrangeiros, em 2010, o Ministério da Defesa da Grã-Bretanha dissolveu o departamento especial que estava estudando os relatórios. O departamento de assumir que há mais de meio século de observações de OVNI nada foi encontrado que provasse a existência de OVNIs. 
.pravda.ru...SNB

Israel preparado para a guerra no ar


SNB

Itália, Rússia para modernizar projeto do submarino Diesel

(RIA Novosti) - A Rússia ea Itália decidiram otimizar seu projeto de submarino diesel de última geração conjunta, um bureau de design naval russo disse sexta-feira.
O S-1000, um submarino diesel 1.000 toneladas, é um projeto conjunto iniciado em 2004 pelo submarino russo construtor Rubin e Fincantieri da Itália. Rússia e Itália apresentou um modelo mockup do S-1000 em um show internacional de armas na França, em outubro de 2006.
Andrei Baranov, vice-chefe do Rubin Central Design Bureau, disse que, em sua configuração proposta, o S-1000 é de "pouco interesse" para os potenciais clientes, acrescentando que a decisão foi tomada para melhorar o projeto e atingir países específicos que precisam uma frota de submarinos.
O submarino foi originalmente concebido para a guerra anti-submarino e anti-navio, missões de reconhecimento e transporte de até 12 soldados. É 56,2 metros de comprimento, tem uma velocidade máxima de 14 nós e está equipado com um novo sistema de célula de combustível-powered Air Independent Propulsion (AIP), desenvolvido pela empresa italiana.
Embora o seu exterior vai ficar como projetado, haverá mudanças consideráveis ​​"o que está dentro" do submarino, Baranov disse, acrescentando que as regiões-alvo para a venda de submarinos permaneceria no Oriente Médio e Sudeste Asiático.
Ele citou várias razões para a atualização das sub, inclusive para comercializá-lo para as marinhas russa e italiana. Ele disse que o projeto S-1000 foi elaborado há quase uma década e muita coisa mudou desde então. E, observou ele, esses pequenos submarinos estão em grande demanda no mundo, e há uma intensa concorrência no mercado.
"Os países que estão activamente à procura de novos submarinos está definindo algumas exigências totalmente inesperados para os navios", disse ele.
SNB

A Rússia vai lançar a próxima nave espacial de carga para a Estação Espacial Internacional (ISS)

RIA Novosti) - A Rússia vai lançar a próxima nave espacial de carga para a Estação Espacial Internacional (ISS) dentro do cronograma, apesar de um recente acidente com um foguete portador Proton-M , um oficial sênior espacial russa, disse sexta-feira.
O M-20M cargueiro espacial Progress está previsto para decolar em 28 de julho do centro espacial de Baikonur, no Cazaquistão, onde um foguete Proton que transportava três satélites de navegação Glonass explodiu logo após o lançamento na terça-feira.
"Os preparativos para o lançamento do Progress estão funcionando de acordo com o cronograma.Ainda está prevista para 28 de julho "Popovkin disse a jornalistas após a reunião da Comissão Estadual para reformar a indústria espacial.
Popovkin disse também que o acidente de terça-feira não afetaria o lançamento de um módulo de laboratório russo a bordo de um Proton-M para a ISS em dezembro.
"Nós certamente classificar essa coisa até dezembro. O importante é que o módulo esteja pronto até dezembro ", disse ele.
Popovkin confirmou que uma investigação sobre o lançamento fracassado do foguete Proton está atualmente considerando três causas possíveis, incluindo mau funcionamento de equipamentos de lançamento, os sistemas de controle com defeito ou problemas com a primeira etapa do motor de foguete.
"É difícil definir quaisquer prazos, mas acho que a investigação preliminar será concluído até o final de julho", disse ele.
Programa espacial da Rússia sofreu uma série de reveses nos últimos anos, a maioria deles atribuída a hardware defeituoso.
SNB

Mais um teste bem-sucedido do Míssil de Cruzeiro Naval francês

Em nota divulgada na quinta-feira, 4 de julho, a DGA francesa (direction générale de l’armement – direção geral de armamento) informou a realização com sucesso do primeiro disparo de qualificação do Míssil de Cruzeiro Naval (missile de croisière naval – MDCN). O disparo foi feito em 1º de julho nas instalações de Biscarosse do centro de ensaio de mísseis da DGA, e foi representativo de um disparo feito a partir de uma fragata.
O teste contribuiu para validar o desempenho de navegação autônoma e também a guiagem terminal (por reconhecimento infravermelho). O MDCN, que segundo a nota tem um alcance de “centenas de quilômetros” e é derivado do míssil de cruzeiro aerotransportável Scalp, deverá equipar navios da o tipo FREMM (frégates multi-missions) e submarinos da classe “Barracuda”, para uso contra alvos estratégicos. Seu desenvolvedor e fabricante é a MBDA.
Para saber mais sobre o míssil e disparos anteriores, assim como assuntos relacionados, clique nos links da lista a seguir.
naval.com.br...SNB

Borei Class Submarine.

SNB

Concluídos os ensaios das antenas do VSISNAV

No período de 24 a 27 de junho de 2013, na Câmara Anecóica do INPE/LIT, ocorreram os ensaios das antenas das Redes Elétricas de Telemedidas, Telecomando e Respondedor Radar do Quarto Estágio do VSISNAV. Esses ensaios foram realizados com o objetivo de verificar o desempenho das antenas diante da solução de metalização do Envelope Motor S44.
A necessidade de avaliação de desempenho dessas antenas foi apontada no "Estudo de Interferência e de Compatibilidade Eletromagnética entre as Antenas do Terceiro e
Quarto Estágios do VLS" (Projeto Associado nº 068/AEB), coordenado pela Divisão de Eletrônica (AEL) com apoio da Divisão de Mecânica (AME) do IAE.
As fotos abaixo correspondem às antenas instaladas em mock up do Envelope Motor S44, propulsor do 4º estágio do VSISNAV, no Laboratório de Ensaios e Sala de Monitoração e Controle do LIT/INPE.
IAE....SNB

IAE realiza ensaio funcional da Turbina Aeronáutica Nacional


Dando o início oficial da nova fase de testes de desenvolvimento do Projeto TAPP (Turbina Aeronáutica de Pequena Potencia) foi realizado, no dia 04 de julho de 2013, no Banco de Provas de Turbinas do Instituto de Aeronáutica e Espaço, o ensaio funcional com querosene de aviação


.
Durante o ensaio, a turbina atingiu a rotação de 9.000 rpm, permanecendo nesta condição por cerca de quatro minutos até o corte da combustão.
O ensaio contou com a presença do Ten Brig Ar Ailton dos Santos Pohlmann, Diretor-Geral do Departamento de Ciência e Tecnologia Aeroespacial– DCTA e demais oficiais do DCTA, que foram recebidos pelo Brig Eng Carlos Antônio de Magalhães Kasemodel, Diretor do Instituto de Aeronáutica e Espaço – IAE.
As próximas etapas da campanha de testes compreendem a determinação de parâmetros de operação do motor desde o seu acendimento, estabilização da rotação em idle e posterior aceleração à condição de máximo empuxo.
O projeto TAPP é um desenvolvimento totalmente nacional de turbina a gás conduzido pelo DCTA, IAE, ITA e pela empresa TGM Turbinas Indústria e Comércio Ltda. O projeto, que conta com financiamento da FINEP e da empresa TGM Turbinas, trata-se de um motor turbojato, da classe de 5.000 N de empuxo, para emprego em veículos aéreos não tripulados com peso máximo de decolagem entre 900 Kg e 1.200 Kg.
IAE....SNB

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Brasil e Ucrânia negociam acordo para lançar foguete a partir do Maranhão

O foguete Cyclone 4 (Imagem: Alcantara Cyclone Space)
Os governos do Brasil e da Ucrânia negociam um acordo para reforçar a parceria na empresa binacional Alcântara Cyclone Space para o lançamento do primeiro foguete, o Cyclone-4,  a partir do Centro de Lançamento de Alcântara 2, da Base de Alcântara (Maranhão), planejado para o final de 2014. A parceria existe desde 2003, quando a Ucrânia e o Brasil investiram no projeto. Pelas previsões da Agência Espacial Brasileira, o foguete ucraniano Cyclone-4 será o primeiro a ser lançado na base. Paralelamente, os ucranianos indicam interesse em ampliar a cooperação em aviação e na importação de carne suína brasileira – atualmente, o país é um dos maiores importadores do produto. Esses são alguns temas em discussão durante a primeira visita oficial de um ministro das Relações Exteriores do Brasil a Kiev, na Ucrânia. O chanceler Antonio Patriota passa o dia na capital ucraniana para reuniões com o ministro das Relações Exteriores,  Leonid Kozhara. As viagens  anteriores de chanceleres brasileiros ao país foram para acompanhar presidentes da República. Patriota e Kozhara também avaliam a possibilidade de aprofundar acordos em educação e energia. Eles analisam ainda as questões relativas aos conflitos armados, como a proteção de civis em situações de conflito e o processo de paz no Oriente Médio.
Na primeira etapa das reuniões, predominou a questão da empresa  binacional Alcântara Cyclone Space. O Brasil e a Ucrânia querem fazer parte do restrito mercado de lançamento de satélites, no qual atualmente destacam-se a França, o Japão, os Estados Unidos, a China e Rússia. De 2004 a 2012, foram investidos pouco mais de R$ 582 milhões em infraestrutura e sistemas para o Centro de Lançamento de Alcântara. Nos próximos dois anos, a previsão do Programa Nacional de Atividades Espaciais é que R$ 176 milhões sejam empregados. A Ucrânia é responsável por desenvolver e fabricar os equipamentos do foguete. Ao Brasil cabe a construção da infraestrutura física e de comunicações do Centro de Alcântara. Ainda não há data marcada para o lançamento do foguete, mas a intenção é que isso ocorra em 2014.

Os ucranianos também querem ampliar a compra de aviões da Empresa Brasileira de Aeronáutica.  O país já comprou 13 aviões da empresa, mas tem interesse em aumentar o volume. Em 2012, as relações comerciais entre o Brasil e a Ucrânia superaram US$ 1 bilhão, com superávit brasileiro de US$ 235,6 milhões. Desde 2001, os dois países mantêm reuniões regulares da Comissão Intergovernamental de Cooperação Econômico-Comercial, mecanismo que elabora recomendações para o desenvolvimento das relações econômicas.
SNB

SAAB COMEÇA A MONTAR O PRIMEIRO GRIPEN NG EM REGIME DE PRÉ-PRODUÇÃO

Gripen NG, a SAAB anuncia o início da montagem da fuselagem dianteira da aeronave, que será a primeira parte a ser construída, em regime de pré-produção, do modelo de teste chamado 39-8.

A construção do Gipen NG começa com a fabricação e a montagem de todas as partes da fuselagem, a maior e mais demorada da estrutura do avião, para que em seguida sejam instalados os cabos, sistemas de suporte, a carcaça exterior e os outros equipamentos.  Atualmente, mais de mil pessoas trabalham exclusivamente no desenvolvimento e na produção do Gripen NG, na fábrica da SAAB, em Linköping, Suécia.

"Estamos vivenciando um salto tecnológico tanto na SAAB quanto na indústria aeronáutica mundial, à medida que trabalhamos na construção de um dos caças mais modernos, poderosos e com um custo de ciclo vida mais favorável do mundo”, disse Lennart Sindahl, responsável pela área de Aeronáutica, na Saab.

O caça de teste 39-8 será a primeira versão completa, em regime de pré-produção, do Gripen NG e será usado para demonstrar a capacidade dos novos recursos como a nova geração de sensores, novos links de comunicação, aviônicos com uma arquitetura revolucionária, maior empuxo, maior tempo de voo, mais estações de armas, maior capacidade de carga, cabine 100% digital incluindo os visores HUD (Head-Up Display), além de um sistema de guerra eletrônica totalmente novo. 

As tecnologias do Gripen NG já foram comprovadas no programa de demonstração, que utilizou o Gripen E/F em mais de 250 horas de voo, acumuladas desde 2008, nos céus de países como a Suécia, Reino Unido, Índia e Suíça.

O novo caça que começa a ser construído é o resultado de um trabalho baseado nos mesmos princípios que sempre moveram a SAAB: a fabricação de produtos de classe mundial, por meio do desenvolvimento e implantação de projetos inteligentes, soluções técnicas inovadoras e, principalmente, redução de custos de produção e de operação em relação às plataformas concorrentes. 

"Após anos de investimentos em P&D, com o Gripen NG podemos oferecer oportunidades únicas de transferência de tecnologia e conhecimento, convidando indústrias de países clientes para trabalharmos juntos.  Além disso, o início da fabricação da aeronave vai continuar impulsionando o desenvolvimento tecnológico e a criação de empregos, tanto na Suécia como em outros países", completou Lennart.

O início da fabricação do Gripen NG atende às encomendas feitas recentemente. Em agosto do ano passado, a FXM, a agência sueca de exportação de produtos de defesa e segurança, e sua contraparte suíça, a Armasuisse, assinaram um acordo visando a aquisição pela Suíça de 22 caças Gripen NG.  Pelo acordo, as aeronaves deverão ser entregues no período de 2018 a 2021.

Em 2013, a SAAB assinou um contrato com a FMV, a agência sueca encarregada da administração de material de defesa, envolvendo o desenvolvimento e a modificação de 60 caças Gripen NG da Suécia, no período de 2013-2026, assim como um possível novo pedido de produção para a Suíça.
SNB

Em relação ao artigo de opinião "F-X Made in Brazil" da Revista Força Aérea N° 82, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica emitiu uma Nota de Esclarecimento ao Diretor da publicação. Leia abaixo:

Prezado Carlos Lorch,
Inicialmente parabenizo a Revista Força Aérea pelos seus quase 18 anos de atividades, com 82 edições publicadas, muitas das quais com aeronaves da Força Aérea Brasileira em suas capas.
A mais recente, de N° 82, tem como matéria de capa a adoção dos novos SC-105, e revela como os esforços de reequipamento e modernização da FAB têm resultado em ganhos imensos para o País.
Contudo, causa estranheza que esta mesma revista também traga em suas páginas o questionável artigo de opinião "F-X Made in Brazil". Certamente, há ali uma visão pessoal do seu autor e algumas considerações precisam ser devidamente esclarecidas.
A desativação das aeronaves Mirage 2000 no final de 2013 ocorrerá por razões técnicas que o autor do artigo desconhece, conforme contrato assinado pelo Comando da Aeronáutica em 29 de setembro de 2011, há quase dois anos. Portanto, este Comando nega veementemente a especulação de que a desativação dessas aeronaves é uma "manobra de pressão" do Comando da Aeronáutica sobre o Governo Federal.
O fechamento da Base Aérea de Anápolis é outra especulação levantada pelo autor sem qualquer ligação com a realidade. A Base Aérea de Anápolis foi construída para defender a Capital do País e é fundamental para a principal missão institucional do Comando da Aeronáutica: a defesa da soberania do espaço aéreo brasileiro. A Base também é sede 2°/6° GAV, outra unidade ímpar na Força Aérea Brasileira, que a partir dali cumpre missões estratégicas em todo o Brasil.
Não são jogos de influência, pressões políticas ou especulações que definem os rumos do Comando da Aeronáutica. Pelo contrário. Há um planejamento claro, de longo prazo, com objetivos bem específicos para o seu futuro. O Plano Estratégico Militar da Aeronáutica (PEMAER) está consolidado a partir dos eixos estruturantes da Estratégia Nacional de Defesa (END) e do Programa de Articulação e Equipamentos de Defesa (PAED).
Sobre as novas aeronaves de caça, não há qualquer indecisão do Comando da Aeronáutica. Necessitamos de uma nova aeronave, de alto desempenho, com tecnologias do século XXI e que represente um salto operacional para a Força Aérea Brasileira.
E trabalhamos para isso. A Comissão Coordenadora do Programa Aeronave de Combate (COPAC) desenvolveu um exemplar processo de análise e seleção das opções disponíveis no mercado. A Gerência do Projeto F-X2 (GPF-X2), instituída em maio de 2008, realizou uma análise detalhada que envolveu aspectos comerciais, técnicos, operacionais, logísticos, de compensação comercial, industrial e tecnológica (Offset), e de transferência de tecnologia. Em 2010, o relatório final foi encaminhado ao Governo Federal para a necessária fase de análise política a estratégica.
Enquanto a decisão final do Governo Federal não é anunciada, o Comando da Aeronáutica tem um planejamento definido para a defesa aérea do País, que não ficará desguarnecida e que não envolve novas aquisições de caças F-5.
Em se tratando de F-5, a ampliação da frota destes caças supersônicos também já está em curso, outro aspecto que o artigo de opinião ignora. As onze unidades adicionais de caças F-5E/F, adquiridos do Reino da Jordânia, em breve serão incorporadas aos Esquadrões da Força Aérea Brasileira. O contrato de modernização destas aeronaves, por exemplo, já foi assinado com a Embraer. Estes aviões terão as mesmas capacidades dos F-5EM/FM hoje em uso.
Enquanto isso, inúmeros outros projetos de reequipamento e modernização estão em curso. Nos últimos 10 anos, a Força Aérea Brasileira renovou praticamente toda a sua frota, como podemos acompanhar nas próprias páginas da Revista Força Aérea.
Além de novas capacidades, estas histórias de sucesso têm como destaque a profícua participação da Base Industrial de Defesa do Brasil. Sempre que possível, os projetos têm participação ou são executados em sua totalidade com empresas brasileiras. A geração de empregos, o desenvolvimento tecnológico nacional e a propriedade intelectual das inovações são diretrizes nos planos do Comando da Aeronáutica. Obviamente, assim como em qualquer outro país, mesmo os de maior tradição na indústria de defesa, não é possível que as iniciativas sejam sempre 100% nacionais. Nestes casos, destacam-se os bem sucedidos programas de transferência de tecnologia, que ajudam a trazer para dentro das nossas fronteiras conhecimentos que certamente agregarão muito à Defesa e à economia do Brasil.
Isso tudo demonstra que, ao contrário do sugerido no artigo de opinião publicado na Revista Força Aérea, não há falta de “ousadia administrativa” do Comando da Aeronáutica. Pelo contrário. Os 72 anos desta instituição demonstram que são as posturas audazes que tanto têm trazido ganhos para a Força Aérea Brasileira e para o País.
É a ousadia, por exemplo, de encarar o desafio de substituir os C-130 Hércules como uma oportunidade para um projeto ainda em curso, mas que já faz do KC-390 um sucesso internacional. É a ousadia de desenvolver, em parceria com outro país, um míssil tão avançado quanto o A-Darter. É a ousadia que faz os alvos dos nossos estandes de tiro explodirem com as armas inteligentes lançadas de nossas aeronaves.
Os projetos de modernização e reequipamento do Comando da Aeronáutica são audazes, e por isso mesmo despertam tanta especulação e interesses econômicos. No entanto, é fundamental combinar essa audácia com a capacidade de gestão e o planejamento tão necessários. O caminho é claro e os passos estão sendo dados.
Por fim, entendo que uma visão desprovida de julgamentos tendenciosos e mais atenta aos fatos certamente teria maior valia para os estimados leitores da Revista Força Aérea.
Atenciosamente,
Brigadeiro do Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
SNB

Rússia fixar 3 Yasen Classe Sub nucleares em 26 de julho

 RIA Novosti) - A Rússia em 26 de julho vai começar a construir o terceiro de pelo menos oito submarinos de propulsão nuclear para tornar-se o núcleo de sua frota de ataque debaixo d'água, o projetista do navio nesta quinta-feira.
O Novosibirsk, a terceira sub-classe Yasen, designados como Graney classe pela NATO, serão estabelecidas no estaleiro Sevmash perto do Mar Branco, disse Vladimir Dorofeyev, chefe do bureau Malakhit baseada em St. Petersburg design.
O Projeto 885 navio é projetado para lançar mísseis de ogiva de rolamento convencionais ou nucleares até 3.000 milhas (5.000 km), bem como efetivamente envolver outros submarinos, navios de guerra de superfície e alvos terrestres.
Os sub-classe Yasen primeiro, o Severodvinsk , está passando por uma segunda rodada de testes de mar no Mar Branco e deverá entrar em serviço com a Marinha até o final deste ano.
Armamento do submarino inclui 24 mísseis de cruzeiro e oito lançadores de torpedo, bem como minas e mísseis anti-navio.
"Tudo está indo de acordo com a programação, coordenada com a Marinha", disse Dorofeyev.
O segundo navio, o Kazan, foi estabelecido em 2009 e está em construção no estaleiro Sevmash de Severodvinsk.
SNB


Foguete russo caiu e explodiu no local do lançamento

RIA Novosti) - Um foguete russo Proton-M carregando três satélites Glonass saiu de curso segundos após seu lançamento a partir do Cazaquistão Baikonur espaço do centro nesta terça-feira, caindo em uma grande bola de fogo.
"Houve um acidente durante o lançamento Proton-M. O foguete caiu e explodiu no território do local de lançamento ", um porta-voz da Agência Espacial Federal da Rússia Roscosmos disse.
Não houve vítimas registradas, mas autoridades disseram que uma nuvem de fumaça venenosa foi gerada pela queima de combustível do foguete e poderia se espalhar pela área local. Uma evacuação de emergência do pessoal no local estava em andamento, de acordo com relatos da mídia russa.
As razões para o acidente não foram imediatamente claro, mas Ministério de Emergências do Cazaquistão, disse uma falha instantânea perto do motor do primeiro estágio do foguete foi a culpa.  
O primeiro-ministro Dmitry Medvedev ordenou que uma comissão governamental a ser formada para investigar as causas do acidente e apresentar uma lista de funcionários responsáveis ​​pelo acidente, disse que seu secretário de imprensa, Natalya Timakova.
Medvedev também instruiu o vice-premiê Dmitry Rogozin a elaborar uma lista de medidas para reforçar a supervisão do sector espacial e prevenir tais acidentes no futuro, Timakova disse.
Todos os lançamentos Proton-M foram suspensos até que a Comissão conclui seu trabalho, após o qual um novo cronograma de lançamento será elaborado, Khrunichev representante Alexander Bobrenyov disse.
O próximo lançamento de um foguete Proton-M, marcada para 20 de julho, foi ter colocado em órbita o Astra 2-T por satélite, disse ele.
Rogozin advertiu que cabeças iriam rolar depois que a comissão concluiu seus trabalhos e as medidas de maior alcance serão tomadas em um nível organizacional.
A forma atual da indústria espacial e de foguetes é inaceitável "para mais movimento para a frente", disse ele.
As perdas financeiras causadas pelo acidente Proton-M com três satélites Glonass será nada menos que 6 bilhões de rublos ($ 200 milhões), uma fonte da indústria espacial a par da situação disse à RIA Novosti.
"As perdas do anterior [lançamento falhado com um Briz-M impulsionador] totalizaram 5,4 bilhões. Agora acredito [a figura] será maior. Os custos de ambos os satélites ea Proton-M aumentaram desde então ", disse a fonte.
É o segundo lançamento mal sucedido de um foguete portador Proton-M com o carro-chefe da Rússia sistema de posicionamento Glonass a bordo nos últimos três anos, e é mais um revés para o programa espacial Moscow.

A explosão-off, que teve lugar a partir de Baikonur às 8:38 da manhã, horário local, foi transmitido ao vivo pelo canal Rossiya-24 TV. Filme mostra o rolamento foguete durante o vôo de um arco instável, começando a se desintegrar, pois pega fogo e, em seguida, bater no chão em uma grande bola de fogo e fumaça preta. Todo o vôo durou 17 segundos, de acordo a Roscosmos.Havia 600 toneladas de heptil altamente tóxico, amilo e querosene de combustíveis de foguetes a bordo, de acordo com Talgat Musabaev, o chefe da agência espacial do Cazaquistão.
Chuva estava ajudando a conter a fumaça tóxica emitida a partir da queima de combustível, mas "pode" continuar a deriva, disse o chefe do Cazaquistão Ministério de Emergências Vladimir Bozhko. A cidade mais próxima ao é de cerca de 60 quilômetros (36 milhas) de distância e é alugado e administrado pela Rússia.
Trabalho no centro espacial de Baikonur provavelmente será suspenso para os próximos dois ou três meses por causa da contaminação, uma fonte da indústria espacial russa disse à RIA Novosti. Um lançamento programado de uma nave espacial Progress M-20M a partir de Baikonur em 27 de julho é susceptível de ser adiada, acrescentou a fonte.
Uma comissão chefiada pelo vice-chefe Roscosmos Alexander Lopatin será criada para investigar as causas do acidente, disse um porta-voz da Roscosmos.
O custo financeiro do acidente não está clara, mas o foguete foi segurado por 6 bilhões de rublos (182 milhões dólares) com o Centro Seguro russo, de acordo com uma fonte da indústria de seguros.O acidente é o mais recente em uma série de problemas que têm atormentado programa Glonass da Rússia, que foi iniciado durante a era soviética e revigorada com enormes injeções de dinheiro na década de 2000. A resposta do Kremlin para o sistema de GPS os EUA ', Glonass também tem sido o centro de vários escândalos recentes de corrupção.
O foguete Proton-M sofreu uma série de problemas técnicos e falhas de lançamento.Três satélites Glonass foram perdidos em dezembro de 2010 , quando um Proton-M saiu de curso e caiu no Oceano Pacífico . Esse incidente foi atribuído a engenheiros sobrecarregar o foguete com combustível, disse International Launch Services, a empresa dos EUA de que os mercados Proton lança comercial.http://en.ria.ru/russia/20130702/182002715/Russian-Proton-M-Rocket-Falls-Shortly-After-Launch.html
Outra missão Proton-M não foi bem sucedida em dezembro de 2010 depois de uma falha no motor Briz-estágio superior do foguete, seu criador Khrunichev disse. A falha do sistema de controle causou a perda de um Proton-M em agosto de 2011, enquanto complicações com um motor Briz levou à perda de uma missão Proton um ano depois.
O fracasso parcial de um Briz reforço em um foguete Proton em dezembro de 2012 fez com que a carga para ser colocado em uma órbita errada, que mais tarde foi corrigida, Roscosmos disse.
SNB

MAIS UMA PARTICIPAÇÃO DO CLBI NO CENÁRIO INTERNACIONAL: RASTREAMENTO DO GIGANTE RUSSO

Brasília, 27 de junho de 2013 - Às 6 horas da manhã da última terça-feira (25), o Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI) estava guarnecido e apontava suas antenas em direção ao gigante russo estacionado em Sinnamary, na Guiana Francesa, após um dia inteiro de testes entre as seis estações da cadeia operacional equatorial, preparadas para o rastreamento do veículo Soyouz, lançado a partir do Centro Espacial Guianês (CSG). Às 16h25, o veículo foi lançado e rastreado pela Barreira do Inferno.
Além de Galliot (Guiana Francesa), Ascension (Atlântico Sul), Libreville (Gabão) e Malindi (Quênia), mais uma estação compôs a cadeia de rastreamento: Perth (Hawaí). Esse conjunto de estações trabalhando em sincronia permitiu ao nosso cliente compreender a viagem do veículo em torno da terra, com dupla visibilidade para alguns meios e a ejeção dos satélites passageiros.
Para executar este primeiro rastreamento do Soyouz equatorial, a estação de Natal foi a que mais sofreu modificações e também recebeu franceses e russos para complementar os trabalhos. Novos equipamentos foram instalados no sítio do CLBI e todos os procedimentos operacionais existentes tiveram que ser reeditados para incluir o modo de recepção das Telemedidas Soyouz – Fregat.
O lançador Soyouz, composto de três estágios, já foi lançado quase duas mil vezes pela Agência Espacial Russa, desde a  sua  versão original. Para os lançamentos equatoriais, o terceiro estágio foi modificado para receber o motor Fregat, com quatro câmaras de combustão a querosene reagindo com oxigênio líquido, o que aumentou significativamente o desempenho geral do veículo. Com este novo arranjo, o lançador ficou com um comprimento de 46,2 m, um diâmetro de 10,3m e massa ao solo de 308 toneladas.
Os quatro satélites passageiros destinados às órbitas de 8 mil Km de altura são os primeiros a integrar a constelação O3B, cujas características permitirão:
- uma maior cobertura de internet em regiões da América Latina, Oriente Médio, Ásia, Austrália e África (quase 180 países);
- aumentar a velocidades de download para até 1.2Gbps, ou seja, conexões com qualidade similar ao serviço do Google Fiber; e
- uma redução dos custos de banda larga em até 95% nos locais onde hoje seu uso é extremamente caro.
Fonte: Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI)
SNB

Piaggio Aero desenvolve novo conceito de UAS

Por Ivan Plavetz

A empresa italiana Piaggio Aero está desenvolvendo um novo conceito de Sistema Aéreo Não Tripulado (UAS) baseado no turboélice corporativo P.180 Avanti II.Trata-se do P.1HH HammerHead, classificado internacionalmente na categoria MALE (Medium Altitude Long Endurance - voos de longa duração a médias altitudes). Sua aplicação abrangerá missões de inteligência, vigilância e reconhecimento (ISR) tanto na área militar quanto na de segurança.
Com dois motores turboélice Pratt & Whitney PT6A-66B montados na configuração pusher que acionam hélices de cinco pás de passo variável, o P.1HH terá asas de 14,4 metros de envergadura, fuselagem de 15,5 metros de comprimento e altura total de 4 metros. A aeronave será capaz de alcançar uma velocidade máxima de Mach 0,7.
Um programa de demonstração e validação de conceitos concebidos para o P.1HH foi iniciado no inicio do corrente ano pela Força Aérea da Itália. Em meados de junho último foram realizadas as primeiras provas do sistema de gerenciamento e controle do veículo (VCMS), que consistiram na verificação das capacidades de gerenciamento e controle de voo do P.1HH a partir de uma estação terrestre (GCS). A arquitetura do VCMS está sendo baseada em sistemas embarcados computadorizados triplicados que proporcionarão um controle de voo seguro e livre de falhas, inclusive por efeito de interferências que possam afetar o funcionamento das interfaces de comando das unidades servo-remotas de bordo. O VCMS recebe comandos da GCS via datalink .
O sistema de gerenciamento de missão do P.1HH HammerHead está sendo desenvolvido com base na inovadora tecnologia ES skyISTAR, da Selex, permitindo elevada efetividade e flexibilidade em diferentes cenários operacionais. Seguindo o conceito CONOPS (CONcept of OPeration), essa nova tecnologia define um novo padrão de suíte de missão mediante sua modularidade e capacidade de integração e combinação de múltiplos sensores e subsistemas.
As operações de decolagem e aterrissagem automáticas do P.1HH serão gerenciadas por sistemas de bordo dedicados, redundantes, apoiados por sensores externos, solução que garantirá um elevado nível de segurança durante esses procedimentos. Por outro lado, o P.1HH está sendo concebido para atender às normas STANAG USAR 4671 viabilizando, assim, a realização de voos em áreas restritas.
SNB

Reino Unido o maior porta-aviões HMS Rainha Elizabeth mais perto


SNB