quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Voo não tripulado: Mais Global Hawks são entregues para a Força Aérea dos Estados Unidos

Com 35,2 m de envergadura, o Global Hawk  pode voar 42 horas ininterruptas ou percorrer uma distância de quase 25.000 km voando à 19.810 m de altitude sem reabastecimento (Foto Northrop Grumman)

A Northrop Grumman Corporation anunciou a entrega de mais duas aeronaves não tripuladas Global Hawk para a Força Aérea dos Estados Unidos (USAF) antes do prazo previsto, no final de novembro último.
Em 2012, três novos Global Hawk foram entregues para a USAF e cinco aparelhos do modelo entregues anteriormente completaram a instalação de sensores adicionais que permitirão a coleta de múltiplos tipos de dados de inteligência durante uma única missão.
Um total de 37 Global Hawk foi recebido pela USAF até o momento.
O Northrop Grumman Global Hawk é um veículo aéreo não tripulado da classe HALE (High Altitude - Long Endurance - grande altitude – voo de longa duração). Impulsionado por um único motor Allison Rolls Royce AE300 7 H e construído com materiais avançados, é o maior avião não tripulado construído até o hoje e o mais avançado avião de reconhecimento do mundo. Com 35,2 m de envergadura, ele pode voar 42 horas ininterruptas ou percorrer uma distância de quase 25.000 km voando à 19.810 m de altitude sem reabastecimento. Criado para substituir os lendários U-2 e SR-71, o Global Hawk não precisa retornar à base para acesso aos dados coletados. É capaz de transmitir via satélite em tempo real às imagens e dados coletados por sua sofisticada suíte de sensores, a qual pode variar de acordo com o tipo de missão que a aeronave irá desempenhar. O Global Hawk é capaz de realizar missões de maneira totalmente autônoma, incluindo as operações de decolagem e aterrissagem.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

French Army / 126 RI en Afghanistan / Vert in Bad Trip

Afghan War - To our Troops British Army French Army Canadian Forces

Mi-28 at MAKS 2011 sunny

New-2009 - Russian Attack Helicopter Ka-50 Black Shark vs Mil Mi-28 Havo...

Armas do Futuro Mísseis Guiados

Armas del futuro misil javelin 2/2

Thats Impossible! - Real Terminators

Brasil, Colômbia e Peru participam da Operação BRACOLPER


Tefé (AM) – Em novembro de 2012, a 16ª Brigada de Infantaria de Selva participou da OPERAÇÃO BRACOLPER 2012, na região da tríplice fronteira entre o Brasil, a Colômbia e o Peru, intensificando a vigilância por meio de patrulhamentos terrestres, aéreos e fluviais para combater os crimes transfronteiriços e ambientais.
A Operação BRACOLPER é uma Operação Combinada entre o Exército Brasileiro e as Forças Armadas da Colômbia e do Peru, na qual cada país atua em sua área de responsabilidade, mas de forma coordenada, para combater os crimes citados, nos três países, e ao mesmo tempo.
A operação teve a finalidade de intensificar a presença do Exército Brasileiro e das Forças Armadas Colombianas e Peruanas junto à tríplice fronteira, além de reforçar, junto à população regional, o sentimento de nacionalismo, proteção ao meio ambiente e de defesa da soberania brasileira, colombiana e peruana.
Pela primeira vez, após a realização da experimentação doutrinária, o Comando Militar da Amazônia (CMA) disponibilizou as Embarcações Guardian para serem empregadas em operações na região Amazônica.
As GUARDIAN são embarcações táticas, com vocação para emprego em ações de interceptação, sendo dotadas de dois reparos para metralhadoras 7,62mm e um reparo para metralhadora .50, podendo transportar até 12 militares. Durante a Operação, as Guardian incrementaram a capacidade de interceptação do Comando de Fronteira Solimões e 8º Batalhão de Infantaria de Selva nos Postos de Bloqueio e Controle Fluviais, contribuindo para a segurança na Tríplice Fronteira.
Participaram da operação, cerca de 400 militares do Exército Brasileiro, 200 militares da Colômbia e mais 100 militares peruanos, totalizando cerca de 700 homens e mulheres. Concomitantemente, foram desenvolvidas ações de caráter cívico-social, com apoio médico, odontológico e educacional junto às populações ribeirinhas.
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Confinamento de 520 dias simula viagem a Marte


GIOVANA GIRARDI - O Estado de S.Paulo
Foram 520 dias - pouco mais de 17 meses - que seis astronautas viveram em confinamento, em um ambiente que imitava um ônibus espacial. O objetivo era simular como seria uma missão tripulada para Marte e investigar os efeitos do longo período de isolamento, em um espaço limitado, tanto sobre a saúde quanto sobre a capacidade de trabalho da tripulação.
O resultado dos experimentos, que foram concluídos no fim de outubro, está sendo publicado na edição desta semana da revista norte-americana PNAS. A conclusão é que será crucial manter o ritmo circadiano (ciclo biológico que ocorre em um período de 24 horas, influenciado pela luz solar) e a quantidade e a qualidade do sono dos tripulantes para garantir a viagem.
Essas condições, porém, são as primeiras a serem afetadas em uma viagem espacial. Durante o projeto Marte-500, conduzido pelo Instituto de Problemas Biomédicos da Academia de Ciências Russa, os astronautas experimentaram uma redução no nível de atividades e uma perturbação no ciclo sono-vigília. A análise dos dados ficou a cargo do Departamento de Sono e Cronobiologia da Universidade da Pensilvânia, dos EUA.
Os autores do trabalho relatam que a tripulação ficou "incrivelmente sedentária" durante a missão - os movimentos eram reduzidos enquanto estavam acordados e o tempo em que descansavam foi mais longo que o período em que estavam acordados. Alguns, porém, tiveram privação crônica do sono. Nos dois casos, os sintomas apareceram no começo da missão e se estenderam pelos 17 meses.
Para os pesquisadores, para uma viagem para o planeta vermelho dar certo, seria preciso equilibrar a quantidade de atividades com as horas dormidas de modo o mais semelhante possível ao vivido durante 24 horas na Terra.
A experiência foi a mais longa já feita desse tipo. Estudos anteriores que simularam as condições de ficar na Lua ou na Estação Espacial Internacional, por exemplo, foram de poucas semanas a seis meses.
A experiência teve início em 2007, quando os astronautas ficaram isolados por 14 dias. Em 2009, passaram por um treinamento em uma região montanhosa, perto de Moscou, sob temperatura média de -30°C, e depois experimentaram mais 105 dias de isolamento. Só nove meses depois, em abril de 2010, é que iniciaram a parte mais longa e difícil do projeto, os 520 dias de confinamento.
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Conheça a nova roupa espacial da NASA


Roupa espacial flexível
A NASA apresentou uma nova versão de roupa espacial, que seus astronautas deverão usar a partir de 2014.
A agência espacial norte-americana está em um momento de indefinição, não tendo ainda oficializado se sua próxima grande missão será a um asteroide, aMarte ou mesmo o estabelecimento de uma estação espacial lunar.
Por isso seus engenheiros estão tendo que pensar em todas as possibilidades.
"É como sair de férias sem saber se você está indo para a Antártica, para a praia ou visitar museus," disse Amy Ross, do Centro Espacial Johnson.
Cabide externo
O resultado desse esforço para construir uma roupa espacial polivalente é a Z-1, que possui todo o aparato necessário para flutuar no espaço, andar na superfície da Lua, de Marte ou de um asteroide, e suportar a radiação do espaço profundo.
A grande inovação da roupa espacial é ter seu próprio ambiente de pressurização, o que elimina a perda de ar nas saídas das naves ou estações espaciais para o espaço.
Isso significa que a roupa espacial pode ficar dependurada do lado de fora da estação ou do veículo espacial, já que o astronauta entra nela pela parte superior.
Para ganhar mobilidade, a roupa recebeu rolamentos na cintura, quadril, pernas e tornozelos.
Mochila espacial
Outra novidade é o deslocamento de todo o suporte de vida para uma mochila, chamada PLSS 2.0 (Portable Life Suport System - sistema de suporte de vida portátil).
A mochila permite que o astronauta fixe-se na parte externa de veículos espaciais, tanto no solo quanto no espaço, para recarregar seus suprimentos, permitindo a execução de missões mais prolongadas.
Uma vez conectado ao veículo, o astronauta pode também passar para o interior do veículo, e de lá de volta para a roupa espacial, de forma rápida e sem desperdício de recursos.
Os engenheiros da NASA estão agora trabalhando na adaptação das diversas ferramentas que os astronautas usam, tornando-as compatíveis com a nova roupa espacial Z-1.
"Nós estamos fabricando uma grande quantidade de ferramentas para a nossa caixa de ferramentas. Nos pediram para fazermos tudo o mais flexível possível," disse Ross, revelando as indefinições na agenda da NASA.
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China prepara-se para guerras informáticas


O sistema chinês de navegação Beidou pode ser usado com fins civis e militares ao mesmo tempo, reconheceu o vice-presidente do Conselho Militar do Partido Comunista da China, Fan Changlong, que visitou a maior estação de navegação via satélite, em 28 de Dezembro, ou seja, um dia depois de Pequim ter oferecido o serviço de seus navegadores aos países asiáticos. 

O alto governante chinês assinalou ainda que o complexoBeidou, constituindo uma base de sistemas informáticos diversos, pode ser utilizado para os fins civis e militares, desempenhando assim um papel importante na causa da defesa e segurança nacionais. Os peritos acentuam que o Beidou custará ao Tesouro aproximadamente 26 mil milhões de dólares.
Mas esta declaração sobre a significativa componente militar doBeidou não causou muita sensação, frisou a respeito o perito do Instituto do Oriente Médio, Yakov Berger.
"No domínio militar, qualquer tipo de navegação pode ser sustentado da melhor forma por meio de satélites. A guerra informática seria impossível de travar sem o recurso aos satélites que ajudam a alvejar e monitorar instalações e deslocações de veículos militares. As guerras conduzidas pelos EUA no Oriente Médio são mais uma prova elucidativa disso. Claro que a China se prepara para este tipo de guerra. Xi Jinping, no âmbito da visita à circunscrição militar de Cantão (Guangzhou), no sul da China, deu a entender que o Exército chinês devia estar pronto para conduzir a guerra contemporânea, cabendo um enorme papel ao sistema de navegação por via de satélites."
No entanto, o perito não se atreveu a dar avaliações mais precisas, deixando claro que esta meta continua sendo uma das prioridades estratégicas militares da RPC (República Popular da China).
"A julgar pelos êxitos alcançados no lançamento de naves espaciais tripuladas e de um satélite artificial que circunvoou a Lua, a China está avançando nessa aérea a passos apertados. Não houve informações sobre falhas técnicas. Será que a China alcançou o nível dos EUA? Creio que não, mas, sem dúvida, se vai aproximando deste patamar elevado."
Yakov Berger partilha a opinião de seus colegas de que o Beidou pode ser utilizado como um elemento de "anulação" do potencial de mísseis de eventual adversário.
"É que a China continua desenvolvendo seus programas espaciais. Tinha lançado um míssil, capaz de aniquilar outros mísseis. Além disso, conta com os meios especiais para a produção de interferências e o bloqueio de informações. Também usa os vírus especiais para perturbar o funcionamento da defesa ativa. Tudo isso faz parte do arsenal da guerra informática."
Analistas militares apontam para o facto de os sistemas de informação e os Exércitos de vários países utilizarem o complexo de navegação norte-americano GPS. Todavia, os EUA podem, a qualquer momento, inviabilizar este sistema em geral ou em algumas regiões do mundo. Por isso, o Beidou poderia vir a ser um concorrente sério para o GPS norte-americano.
VOZ DA RUSSIA SEGURANÇA NACIONAL BLOG

Índia critica Paquistão após confronto com mortos na Caxemira


Reuters
JAMMU, ÍNDIA - A Índia criticou duramente nesta quarta-feira, 9, o Paquistão devido a um raro confronto armado entre soldados dos países na disputada região da Caxemira, em que dois soldados indianos foram mortos. Mas o incidente aparentemente não irá se transformar em uma crise diplomática plena.A Índia convocou o embaixador paquistanês em Nova Délhi para apresentar um protesto pelo confronto de terça-feira, e acusou os soldados do país vizinho de adotarem um comportamento "bárbaro e desumano". Autoridades indianas disseram que os paquistaneses cruzaram a militarizada Linha de Controle da Caxemira e dispararam contra uma patrulha da Índia.
O corpo de um dos soldados foi achado mutilado em uma mata no lado controlado pela Índia, segundo Rajesh K. Kalia, porta-voz do Comando Norte do Exército indiano. Mas ele negou relatos da imprensa indiana de que um dos corpos teria sido decapitado, e que outro teria tido a garganta cortada.
"Dois soldados indianos foram mortos no ataque, e seus corpos foram submetidos a mutilações bárbaras e desumanas", disse a chancelaria indiana em nota.
O ministro indiano da Defesa descreveu o incidente como "altamente provocativo", mas seu colega das Relações Exteriores buscou acalmar a situação, dizendo que o caso não deve prejudicar os atuais esforços de aproximação entre os dois rivais. "Acho importante no longo prazo que o que aconteceu não seja ampliado", disse Salman Khurshid em entrevista coletiva.
"Não podemos e não devemos permitir a escalada de qualquer evento prejudicial como este. Precisamos ser cuidadosos para que as forças que tentam descarrilar todo o bom trabalho que tem sido feito pela normalização (das relações) não tenham sucesso". Khurshid não explicou a quais forças se referia.
Índia e Paquistão já travaram três guerras desde sua independência, em 1947, sendo duas delas por causa da Caxemira. Ambos os países possuem armas nucleares.
Disparos e pequenas escaramuças são comuns ao longo dos 740 quilômetros da Linha de Controle, apesar de um cessar-fogo e da gradual melhora nas relações. O Exército indiano diz que oito dos seus soldados foram mortos em 75 incidentes ocorridos em 2012.
Mas incursões de qualquer das partes são raras, e uma reportagem da imprensa indiana disse que o incidente de terça-feira - a 600 metros da fronteira "de facto" - marcou "o primeiro grande ingresso" desde o cessar-fogo de 2003.
A Índia considera que toda a região da Caxemira, um cenário de montes nevados e vales férteis, com população majoritariamente muçulmana, pertence a seu território. Já o Paquistão cobra a implementação de uma resolução de 1948 da ONU que estabelece a realização de um plebiscito para que os caxemires decidam a qual país querem pertencer. 
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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

PLA Cruise Missiles PLA Air - Mísseis superfície


O C-101 é um míssil da China primeiro cruzeiro supersônico indígena. Este projeto é análoga à soviéticos de primeira geração mísseis de cruzeiro supersônicos, mas é um design exclusivo de propulsão ramjet empregando em um arranjo mais parecido com o Bloodhound Bristol SAM.


O míssil usa um par de jettisonable foguetes sólidos que acelerá-lo até Mach 1,8. sobre a qual os 180 mantenedores ramjet kN são iniciados e que o míssil acelera até a velocidade de cruzeiro de Mach 2,0 ~. Os mantenedores são alimentados com 200 kg de querosene de aviação. A altitude de cruzeiro é programado a 50 metros AMSL e fecho terminal para alvejar a partir de uma distância de 5 km de impacto é a 5 metros AMSL. Gama é citado em 45 km.Duas variantes existem, uma para o lançamento do ar, o outro para que os combatentes de superfície.O pulso Doppler buscador radar ativo opera na banda de 2 centímetros. A ogiva penetrante 300 kg semi-armadura é empregado. Canards hidraulicamente são usados ​​para controle de pitch, e superfícies de cauda para rolo e controle de guinada. Uma característica incomum são os dorsais e ventrais menor barbatanas estabilizador vertical. COI foi alcançado durante a década de 1990, com a arma utilizada como um substituto para o HY-2 e YJ-6, enquanto o PLA aguardava a entrega de novos mísseis russos. A superfície lançou C-101 foi relatado implantado em Heku / Komar classe e outros barcos de mísseis de jejum, o ar lançado sobre a variante Badger H-6, H-5 Beagle e SH-5 LRMP.O HY-1 é uma engenharia inversa P-15 Termit / SS-N-2 Styx. Desenvolvimento deste clone começou durante os anos 1960, após a cisão sino-soviética, usando amostras de soviéticos armas fornecidas. O míssil foi certificado para a produção em 1974. A SY-1 é lançado como o Styx de um lançador de tubo em um barco de mísseis, o HY-1 a partir de um lançador de elevar em uma plataforma giratória, seja realizada por navio de guerra ou trailer em variantes de bateria costeiras. O míssil é realizada Luda classe DDGS e FFGs Jianghu de classe, bem como barcos de mísseis rápidos.


O HY-1A é uma variante melhorada com uma ogiva mais compacto e payload de combustível um pouco maior e alcance. Enquanto a família Styx de mísseis de cruzeiro é amplamente considerado como obsoleto hoje, e grande demais e lentos para penetrar as defesas modernas em navios de guerra, o míssil permanece estrategicamente importante, devido a sua letalidade e implantação de largura. Usado contra transportes, petroleiros, navios anfíbios e outros alvos sem sistemas defensivos, o míssil é altamente letal. Não só carregar uma ogiva grande, mas o combustível não queimado hypergolic produz efeito incendiário considerável.Comumente rotulado como o "bicho", o Seersucker HY-2 é um bicho-re-engenharia e esticou HY-1, e continua a ser um dos mais da China sistemas de armas amplamente exportados. A ~ 1,5 metros de extensão fuselagem fornece capacidade de combustível ~ 700 kg maior do que a série Styx, praticamente dobrando intervalo para ~ 110 NMI. A arma mantém a fuselagem completa 513 kg de carga em forma de ogiva diâmetro do Styx original. O míssil cruzará a 300 - 1.000 AMSL pé até ao seu candidato adquire o alvo, na qual ela desce para ~ 25 - 100 pés AMSL, dependendo da variante, para a abordagem do terminal homing para o alvo.

Variantes conhecidas incluem:

  1. HY-2A - o buscador de radar ativo conscan foi substituído com um buscador de terminal de varredura infravermelha.
  2. HY-2A-II - melhor HY-2A.
  3. HY-2B - o buscador de radar ativo conscan foi substituído por um candidato a monopulse melhorada com melhor resistência geléia e rejeição desordem.
  4. HY-2B-II - melhor HY-2B.
  5. HY-2C - o buscador de radar ativo conscan foi substituído com um buscador terminal de televisão.
  6. HY-2G - um radar altímetro melhor foi utilizado para controle de altitude mais precisa.
  7. HY-2J - variante exportados para o Iraque durante os anos 1980.
A arma é relatado para ter sido exportados para o Egito, Iraque, Irã, Albânia, Zaire, Paquistão, Bangladesh, Mianmar e Coréia do Norte, com o último relatado para ter uma capacidade de produção para a arma. Há alegações de que Irã HY-2 foram fornecidos através Coréia do Norte. Numerosas fontes também afirmam Irã está fabricando a sua própria HY-2 mísseis, usando unidade de produção fornecidos pela RPC. Enquanto a família Styx de mísseis de cruzeiro é amplamente considerado como obsoleto hoje, e grande demais e lentos para penetrar as defesas modernas em navios de guerra, o míssil permanece estrategicamente importante, devido a sua letalidade e implantação de largura. Usado contra transportes, petroleiros, navios anfíbios e outros alvos sem sistemas defensivos, o míssil é altamente letal. Não só carregar uma ogiva grande, mas o combustível não queimado hypergolic produz efeito incendiário considerável.O SY-2 é o míssil de substituição para o anterior SY-1 Styx clonado, destinado para a implantação de combatentes de superfície e baterias costeiras. Embora seja um derivado Styx, é uma remodelação significativa, com um motor de foguete propulsor sólido, em vez de o desenho propulsor líquido pesado do Styx. É muitas vezes mal etiquetado na literatura como uma das duas variantes anteriores de combustível líquido. Enquanto a configuração de célula básica é a mesma, e as asas e cauda anhedralled provavelmente idêntica, a nova fuselagem é cilíndrico mas mais longo. Desenvolvimento desta arma foi iniciado durante a década de 1970 e do COI alcançados durante a década de 1990. Há alegações de que o melhor SY-2A tem um motor turbo, mas pouco material disponível sobre esta arma. A versão básica tem um alcance citado de 50 -. 130 km A SY-2 é implantado em um número de combatentes de superfície previamente armados com variantes Styx. A variante de exportação deste míssil é o FL-2. Esta arma se acredita ter sido exportados para o Irã, como fotos dele aparecem frequentemente em sites iranianos. Enquanto a família Styx de mísseis de cruzeiro é amplamente considerado como obsoleto hoje, e grande demais e lentos para penetrar as defesas modernas em navios de guerra, o míssil permanece estrategicamente importante, devido a sua letalidade e implantação de largura. Usado contra transportes, petroleiros, navios anfíbios e outros alvos sem sistemas defensivos, o míssil é altamente letal.
O YJ-62 mísseis de cruzeiro é um análogo PLAN para as variantes de transporte anti-do Tomahawk RGM-109 / MRASM. A arma tem uma configuração de modo geral semelhante à da família Tomahawk, mas emprega uma única colher de entrada fixa para o motor de ar de respiração.
As reclamações por esta arma incluir um candidato radar ativo homing com uma antena monopulse, GPS / Glonass / orientação midcourse inercial, turbojato alternativo e motores turbofan, e do navio, bateria, sub costeira e configurações de lançamento do ar.
Especificações citadas incluem um comprimento de 6.1/7.0 metros, lançamento em massa de 1140 / 1,350 kg, massa ogiva de 300 kg, velocidade de cruzeiro de Mach 0,9, faixa para a variante turbo de 280 km / 150 NMI, e de modo duplo anti-navio e costeira capacidade alvo semelhante a blocos posteriores do Harpoon. 
O YJ-62 é reivindicado ter sido implantado no Luyang Tipo 052C destruidor II.

Os mísseis C-701 e C-704 são análogos à família Exocet francês de mísseis, disponível com uma gama de radar ativo e requerentes de eletro-ópticos terminais.Resposta indígena da China para o Exocet e Harpoon reside no YJ-8 família (CSS-N-4 Sardinha) de mísseis, disponível no navio, terra, sub e variantes de lançamento do ar. O foguete de lançamento básico de ar alimentado YJ-8K alcança 27 NMI gama (50 km), a melhor YJ-81 cca 43 NMI (80 km), o turbojato YJ-82 (CSS-N-8 Sacada) cca 65 NMI (120 km ), eo recém-julgado variante YJ-83 cerca de 135 NMI (250 km). Estes são a principal arma de muitos PLA-N navios de guerra, eo lutador marítima FH-7 com quatro rodadas. A variante de ar mais recente lançada é designada a KD-88.
A exportação mais notável desta arma foi para o Irã, que operam variantes
 bateria naval e costeira.Abaixo C-704 mísseis de cruzeiro com buscador de radar ativo (imagens

China tem um programa de longa duração destinado a desenvolver estratégicas terra mísseis de cruzeiro de ataque adequados para implantação aérea, sub e navio. Existem inúmeros relatórios alegando que a RPC tem ativamente compras do Oriente Médio para os restos de rodadas gastas ou não Tomahawk. Mais recentemente surgiram relatos credíveis alegando China comprou ferramentas para a Raduga Kh-65SE, ​​a variante de exportação reduzido alcance do Kh-55 (AS-15 Kent), que é a resposta da Rússia à ALCM Boeing AGM-86B. Há também uma grande quantidade de provas documentais cobrindo uma operação secreta em que a China obteve a partir das múltiplas Ucrânia Kh-55 rodadas e equipamentos de ensaio.
Muitas fontes afirmam que o PLA agora opera a indígena HN-1 (320 NMI/600 km), HN-2 (800 + NMI / 1500 + km) e da CP-3 (NMI 1350 / 2.500 km). A qualidade de imagem única boa a surgir sugere essas armas são clones do Tomahawk BGM-109, adequado para o lançamento naval e aéreo. O míssil de cruzeiro CJ-10/DH-10, declarado operacional, também se assemelha a um Tomahawk.
Dada a disponibilidade de russo TERCOM, DSMAC, Glonass, GPS e tecnologia ocidentais computador, o problema só para o PLA estará na boa qualidade de 12 polegadas £ 600 disponibilidade turbofan classe ao poder um verdadeiro AGM-86/BGM-109 classe míssil de cruzeiro estratégica . Com submarinos, navios de guerra de superfície e H-6H Texugos, não há escassez de plataformas de lançamento. O recém-revelado variante H-6H, com quatro torres de asa é claramente destinado a esse papel.O Jian Chang (Espada Longa) CJ-10 de longo alcance sistema de mísseis de cruzeiro é relatado que começou os ensaios com a Força de Artilharia segundo em 2004 e em setembro de 2009, entre 50 e 250 mísseis tinha sido implantado com entre 20 e 30 veículos de lançamento . [4]   A sua existência foi inicialmente revelada pela mídia chinesa durante o desfile prática para o aniversário de 60 anos da República Popular da China. O sistema é identificado por três cilindros de lançamento de comprimento, de secção octogonal, montado na parte traseira do WS chinês 2400 8 x 8 Iniciador Erector Transporter (TEL), o míssil tem um alcance relatado de mais de 1.500 km (~ 800 NMI) e até 2.000 km (~ 1.100 NMI).


Identificado em 2008 Relatório Anual ao Congresso Poder Militar da República Popular da China, como o DH-10, que é um derivado da terra com base do Kent Kh-55/AS-15 , pelo menos, seis sendo transferidos ilegalmente em 2000 da Ucrânia para a China. [5]    Um artigo chinês no CJ-10 comentou sobre ocidentais analistas militares comparando o CJ-10 para os Estados Unidos extinta Gryphon BGM-109G , e seu equivalente soviético, o km 3,000 (~ 1.600 NMI) gama RK- 55 / SSC-X-4 'Slingshot "que reivindicam foi desenvolvido a partir do Kh-55 - esta é apenas parcialmente correcto, na medida em que o relevo RK-55 / Slingshot SSC-4 foi obtido a partir do naval S-10 / 3M- 10 / RK-55 Granat / SS-N-21 Sampsonestrutura. [6]   Também discutiu observadores ocidentais comentando sobre a transferência ilegal do Kh-55 e não negou que, nem que o CJ-10 é baseado no Kh -55.


O míssil usa tanto GLONASS e sistemas de satélite GPS para orientação, com quatro diferentes tipos de ogivas disponíveis; uma variante pesada pesando 500 kg, 350 kg e três variantes:. Alto explosivo explosão submunições, e penetrador terra [7]


A série WS2400 20 tonelada 8 x 8 cross-country veículos são para todos os intentos e propósitos cópias do russo MAZ-543/7910 8 x 8 TEL, também usado anteriormente para o RK-55. Quando utilizado como a TEL para o CJ-10, ele é designado como o PHL-03 e tem uma velocidade máxima de estrada 60 km / h, com um alcance máximo de 650 km que utilizam as estradas seladas. Ele pode subir uma ladeira de 57% e atravessar a água até 1,1. metros de profundidade. [8]

Em comparação com a extinta Estados Unidos GLCM, o CJ-10 tem um a menos de mísseis, e os três mísseis estão em vasilhas separadas seguindo o modelo russo, enquanto que no sistema GLCM eles estavam em um lançador de quad pacote único . O russo SSC-X-4 teve seis tubos de lançamento no TEL mesmo assim o número de CJ-10 latas de lançamento pode ser dobrada para seis sem dificuldade incomum.


O CJ-10, juntamente com a introdução do míssil de cruzeiro YJ-62/C-602 papel duplo de longo alcance e guiado por satélite a DF-15D míssil de alcance intermediário balísticos, é outra razão por que a Rússia gostaria de abandonar o Tratado INF .
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O solo lançado CJ-10 Long Sword é um míssil de cruzeiro estratégico


O solo lançado CJ-10 Long Sword é um míssil de cruzeiro estratégico inspirado no Estados Unidos BGM-109G GLCM e Socorro Soviética RK-55, este último tanto desfeito sob as obrigações do tratado. Fontes chinesas creditar este míssil com um alcance de até 1.100 milhas náuticas. Ele carrega uma gama de 770 lb diferente ou 1.100 ogivas lb. O PLA Força de Artilharia Segundo tem atualmente até 30 TELs implantados (internet chinês). O PLA é um grande usuário de tecnologia de mísseis de cruzeiro, e China fabrica e exporta uma grande variedade de mísseis de cruzeiro em todas as categorias. preocupação da PLA com mísseis de cruzeiro reflete a realidade histórica que, até o advento da moderna e Su-30MKK/MK2 FH-7 lutadores, a China não dispunha aeronaves capazes de penetrar as defesas. primeira geração da China de mísseis de cruzeiro foram baseadas no Styx Soviética, e derivados deste projeto 1950 permanecem em produção. Mais recentes projetos chineses são modeladas sobre o Exocet ocidental, Harpoon e famílias de mísseis Tomahawk.Além de mísseis de cruzeiro construídos internamente, a China também opera o russo importado 3M80E supersônico Moskit / SS-N-22 Sunburn, eo Klub 3M54/3M14 / Kalibr / SS-N-27 mísseis Sizzler.Desde os anos 1940 mísseis de cruzeiro foram lançados por aviões e lançadores de superfície, este último em primeiro lançadores terrestres fixas e móveis, e pelos navios e submarinos 1950 tona. O Tomahawk último domínio alargado de modo a incluir os submarinos submersos. Hoje, um míssil de cruzeiro pode ser disparado por um avião grande, um lutador, um navio de superfície, um submarino submerso e um terreno Lançador Erector baseado Transporter (TEL). Uma alternativa repetidamente canvassed no debate dos EUA de recente tem sido o cargueiro marítimo secreta vagabundo, ou seu equivalente, a fingir de fretamento de transporte aéreo - este último refletindo propostas dos EUA para 747 operadoras ALCM e propostas do Reino Unido para portadores A340 ALCM.
Cada uma dessas técnicas de entrega apresenta seus próprios desafios para um defensor, e ninguém pode ser ignorado quando se planeja uma estratégia de defesa de mísseis.
Aeronaves de grande porte, como bombardeiros estratégicos, bombardeiros de teatro, e transportes modificados apresentam a capacidade de mover um número respeitável de mísseis de cruzeiro em distâncias regionais ou globais em horas ou dezenas de horas, a uma velocidade de cruzeiro na ordem dos 450 KTAS. Alcance e velocidade pagar flexibilidade em ataques de tempo, e na escolha de pontos de lançamento para melhor desvantagem o defensor. Em um perfil típico da aeronave voaria a um ponto de lançamento pré-planejada, gastar vários minutos liberando as armas, sobre a qual o homem-bomba pode afastar.Interferência apoio para confundir as defesas é uma opção. Este é o conceito pioneiro pelo sistema B-52/ALCM, e uma vez aprovado pelos russos com o sistema Bear/Blackjack/Kh-55/55M/555. Prevê-se a ser usado pelo PLA-AF quando o seu sistema de H-6K/ALCM amadurece.
Existem muitas variações sobre esse tema possível, o desempenho da aeronave entregar e arma. O russo operado Tu-22M3 Backfire / Kh-22M série penetrando no ponto de lançamento supersônico e alta é uma extremidade, enquanto que o B-52 vai em baixo armado com AGM-86C é o outro. Quanto mais próximo o homem-bomba pode chegar ao perímetro defensivo do adversário, o mais profundo as armas podem penetrar e mais flexibilidade a arma tem no encaminhamento sua rota de vôo em torno de defesas conhecidas.
O uso de combatentes apoiados tanque apresenta outra variação sobre o mesmo tema.Enquanto os lutadores são inerentemente mais sobrevivência do que desajeitados bombardeiros pesados, seus navios de apoio não são e apresentar oportunidades semelhantes a um defensor. A economia de operação deste jogo continuam a favorecer bombardeiros pesados.
Navios de guerra de superfície têm sido amplamente utilizados pela Marinha dos EUA para entregar TLAMs e armas regionais como a série 3M-54/14 acabará por se tornar uma característica de inventários regionais navio de guerra de superfície. A questão-chave para o atacante é o alcance da arma, como o navio de guerra devem permanecer fora defesas adversárias.
Os submarinos são o sistema de entrega mais viável naval como eles permitem surpresa não está disponível para um navio de guerra de superfície. Isso foi fundamental para soviéticas AV-MF operações de controle do mar, com armas adequadas para lançamentos submersas desenvolvidos. Topologia de profundidade e subsuperfície permitir, um submarino pode ficar muito próximo ao litoral do adversário antes do lançamento, reduzindo assim o tempo de alerta e apresentando somente mísseis de cruzeiro baixa assinatura em vôo para opor defesas aéreas. Esta vantagem tática tem um preço da assinatura acústica alta de lançamentos múltiplos. Isto é fácil de detectar e os mísseis em voo também trair a área na qual o submarino está a funcionar. Enquanto as armas como o TLAM e 3M-54/14 são compatíveis com tubos de torpedo submarino de ataque, este estilo de lançamento é em detrimento de cargas de torpedos. A abordagem favorecida são verticais ou inclinadas tubos de lançamento. Em dezembro passado a Marinha dos EUA contratou a ter a classe Ohio SSBN USS Ohio, Michigan e Geórgia convertido em SSGN 726, 727 e 729, respectivamente, cada um armado com 154 TLAMs em embalagens de tubos verticais, substituindo os tubos de lançamento SLBM.
 A terceira técnica para lançamento de mísseis de cruzeiro é o TEL chão móvel baseado, geralmente usando uma grande movimentação de roda tudo camião ou semi-reboque. Esta é mais uma variação do tema do caminhão Wernher von Braun móveis A-4/V-2 lançadores usados ​​em 1944. O mais amplamente implantado moderno sistema de mísseis     DH-10 ilustração mísseis Cruise..terra baseado cruzeiro foi o BGM-109G Gryphon quatro TEL rodada implantado em 1983 para combater soviéticos SS-20 IRBMs. As Forças Nucleares de médio alcance (INF) Tratado viu o 500 ou para BGM-109Ls demolido em 1991. BrahMos Índia TELs, TELs China Seersucker ea pletora de TELs de mísseis de defesa costeira apresentar outros exemplos.
Terra TELs móveis apresenta as mesmas vantagens e desvantagens como TELs de mísseis balísticos. Se dispersas e bem camuflado antes do início das hostilidades, eles fornecem surpresa como SLCMs fazer, mas também expor seus TELs de forma semelhante. Suas velocidades de trânsito lento apresentar problemas semelhantes aos submarinos e navios de guerra para sustentar uma alta taxa de incêndio, e em áreas de lançamento com sucesso egressing após a queima.
Há uma clara divisão em capacidades entre o ar e lançou superfície / subsuperfície armas lançadas. Enquanto a surpresa oferta últimos, eles não têm a mobilidade e as velocidades de trânsito para o escape rápido e para manter uma alta taxa de incêndio. Air lançou armas oferecem menos surpresa, mas facilmente compensar esta limitação, as velocidades dez vezes ou maior lançamento da aeronave e as distâncias em que as armas podem ser entregues rapidamente, e as greves repetidas lançado.
No ar contexto brasileiro / regional e submarino lançou importa entrega mais, como essas greves de licenciamento através da abertura mar-ar. Navio de guerra de superfície e mísseis de cruzeiro lançados de terra são de menos importância, embora este último são um problema para as operações de superfície RAN frota e operações anfíbias especialmente na região.
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