terça-feira, 16 de abril de 2013

Projeto de Curitiba vence concurso para nova Estação Antártica Brasileira


Foi anunciado na noite desta segunda, dia 15, o vencedor do Concurso Estação Antártica Comandante Ferraz, que selecionou o melhor projeto de arquitetura para as novas instalações da base brasileira, que foi destruída em um incêndio em fevereiro de 2012. Em primeiro lugar ficaram os profissionais do Estúdio 41, de Curitiba, coordenado pelo arquiteto Fábio Henrique Faria e tendo como coautores Emerson Jose Vidigal, Eron Costin e João Gabriel de Moura Rosa Cordeiro.
Além de terem sido contratados, eles ainda ganharam um prêmio de R$ 100 mil. A previsão é que o processo licitatório para a execução do projeto termine no fim deste ano. O lançamento da pedra fundamental da estação está previsto para o próximo verão antártico. A Marinha trabalha para iniciar a operação da nova estação até março de 2015.O anúncio dos vencedores contemplou ainda o segundo e o terceiro colocado, coordenados, respectivamente, por Luiz Adriano Trindade de Almeida, da Tryptique Arquitetura, de São Paulo, e Igor Soares Campos, do Estúdio MRGB, de Brasília. Outros quatro projetos receberam menções honrosas.
O concurso, promovido pela Marinha do Brasil com organização do Instituto de Arquitetos do Brasil, foi lançado em janeiro deste ano. Foram 109 equipes inscritas, coordenadas por arquitetos, com 74 trabalhos entregues. A cerimônia de premiação foi realizada na Casa do Arquiteto Oscar Niemeyer, na sede do IAB, no Rio de Janeiro.
O projeto
Com uma área total em torno de 3,2 mil m², a estação será reconstruída no mesmo local onde estava a anterior, com um investimento na ordem de R$ 72 milhões. A capacidade estimada é de 64 pessoas durante o verão e de 34 no inverno. A estação abrigará uma população formada por militares da Marinha e pesquisadores. Os civis, de maneira geral, permanecem em pesquisas por períodos de 30 dias, durante o verão antártico, que vai de novembro a março. Já os militares ficam na estação durante um ano para apoiar o desenvolvimento das atividades de pesquisa, prover a manutenção das instalações e manter, permanentemente, a presença brasileira no continente. Eventualmente, a estação também recebe visitantes brasileiros e estrangeiros.O anúncio dos vencedores contemplou ainda o segundo e o terceiro colocado, coordenados, respectivamente, por Luiz Adriano Trindade de Almeida, da Tryptique Arquitetura, de São Paulo, e Igor Soares Campos, do Estúdio MRGB, de Brasília. Outros quatro projetos receberam menções honrosas.
O concurso, promovido pela Marinha do Brasil com organização do Instituto de Arquitetos do Brasil, foi lançado em janeiro deste ano. Foram 109 equipes inscritas, coordenadas por arquitetos, com 74 trabalhos entregues. A cerimônia de premiação foi realizada na Casa do Arquiteto Oscar Niemeyer, na sede do IAB, no Rio de Janeiro.
O projeto
Com uma área total em torno de 3,2 mil m², a estação será reconstruída no mesmo local onde estava a anterior, com um investimento na ordem de R$ 72 milhões. A capacidade estimada é de 64 pessoas durante o verão e de 34 no inverno. A estação abrigará uma população formada por militares da Marinha e pesquisadores. Os civis, de maneira geral, permanecem em pesquisas por períodos de 30 dias, durante o verão antártico, que vai de novembro a março. Já os militares ficam na estação durante um ano para apoiar o desenvolvimento das atividades de pesquisa, prover a manutenção das instalações e manter, permanentemente, a presença brasileira no continente. Eventualmente, a estação também recebe visitantes brasileiros e estrangeiros.
TERRA...SNB

Arquivo do blog segurança nacional