segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Bolívia e Brasil concordam em trabalhar em drogas

 Ruben Atahuichi / La PazOs governos da Bolívia e do Brasil concordaram em executar várias tarefas em conjunto com vista a interdição do tráfico de drogas, incluindo a troca de informações de inteligência sobre o controle de migração ilegal e desenvolvimento operacional.
A informação foi dada pelo ministro de Governo, Carlos Romero, que se reuniu com o vice-ministro da Justiça do país vizinho, Márcia Pellegrini, com quem também participou de um fórum internacional sobre o confisco de propriedade, medir para a luta contra o tráfico de drogas.
Agência citado ANF, uma reunião bilateral também foi assistido pelos mesmos técnicos eo chefe de polícia Federal Leandro Coimbra da Lello. O acordo nova droga tem nove pontos e pelo menos 40 subtópicos.
Romero disse que o monitoramento por satélite brasileiro apoio de cultivos ilegais de coca no país, uma tarefa facilitada a erradicação manual de 11.000 hectares no ano passado. A este respeito, disse que "não haverá interpretação formação (Brasil) de mapeamento por satélite na área de produção de coca." Romero disse que é importante ter acesso ao software que o Brasil usado para detectar o uso de capital ilegal no país.
Reuniões. 23 de fevereiro haverá uma reunião da Fronteira na cidade de Beni Guayaramerín, Guajaramirim adjacente, e outro sem data Santa Cruz, no município de San Matias, Cáceres perto do Brasil, para a análise de fronteira integrado. Haverá outra reunião, no estado brasileiro do Acre.
Além disso, de acordo com a ANF falou para resgatar a autoridade empregando os chamados "cartões de bairro" para controlar a "dupla residência" nos municípios que fazem fronteira com o Brasil. Além disso, o marco previu que haverá um registo biométrico.
A Força Aérea Brasileira irá fornecer suporte técnico na manutenção de helicópteros cedidos pelo país para operações antidrogas na Bolívia.
Outra ação coordenada será a próxima reunião dos comandantes das forças armadas de Brasil e Bolívia sobre tráfego aéreo e as tarefas de defesa. "É importante apoiar (Brasil) no controle de áreas vulneráveis", disse Romero.
O ministro lembrou que o Brasil 176 radares instalados em 32 anos. Bolívia espera ter 20-30 radares para rastrear aviões utilizados para o transporte de drogas.
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