terça-feira, 17 de julho de 2012

Nave russa Soyuz TMA-05M com três tripulantes se acopla com sucesso à ISS


EFE
MOSCOU - A nave russa Soyuz TMA-05M, com três tripulantes a bordo, acoplou-se nesta terça-feira, 17, com sucesso à Estação Espacial Internacional (ISS, em inglês), informou o Centro de Controle de Voos Espaciais (CCVE) da Rússia. "O engate aconteceu em regime automático e na hora prevista", disse um porta-voz do CCVE citado pela agência oficial russa "RIA Novosti".
A Soyuz levou à ISS o cosmonauta russo Yuri Malenchenko, a americana Sunita Williams e o japonês Akihiko Hoshide, que integram a 33ª expedição à plataforma orbital. Uma vez verificado o hermetismo do acoplamento, a escotilha será aberta, o que deverá acontecer entre 4h25 e 4h55 (horário de Brasília). Os recém-chegados, que permanecerão seis meses no espaço, serão recebidos pelos atuais tripulantes da ISS: os russos Gennady Padalka e Sergei Revin e o astronauta da Nasa de origem porto-riquenha Joe Acaba. Assim que os três novos integrantes da plataforma orbital se acomodarem, Sunita exercerá a função de engenheira de voo até setembro, quando substituirá Padalka como comandante.
A americana de origem indiana é a mulher que permaneceu mais tempo no cosmos e também a que mais horas passou fora da ISS em caminhadas espaciais. A manobra de engate desta terça-feira coincidiu com um importante aniversário na história da prospecção espacial: em 17 de julho de 1975 aconteceu o acoplamento da nave soviética Soyuz-19 e da americana Apolo 18, que se tornou um símbolo da distensão entre as duas potências.
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Argentina e Venezuela fazem pacto militar


ARIEL PALACIOS , CORRESPONDENTE / BUENOS AIRES - O Estado de S.Paulo
O ministro de Defesa da Argentina, Arturo Puricelli, reuniu-se em Caracas durante dois dias com seu colega venezuelano, Harry de Jesús Rangel, e assinou um memorando de cooperação para aprofundar as relações bilaterais. O objetivo é intensificar o treinamento e a troca de informações em tecnologia bélica.
O presidente venezuelano, Hugo Chávez, afirmou que a aproximação entre os dois países na área militar "é uma importante aliança estratégica para levantar essa capacidade ofensiva do Mercosul". Chávez, depois de celebrar a entrada de Caracas como o quinto membro pleno do bloco, afirmou que a região precisa se consolidar como uma grande área de paz sul-americana. "Uma zona de democracia onde nunca mais ocorram golpes de Estado nem invasões", segundo ele.
Os equipamentos das Forças Armadas argentinas estão sucateados, segundo afirmam especialistas militares em Buenos Aires. Puricelli e Rangel afirmaram que 51 oficiais venezuelanos estão "sendo treinados" atualmente na Argentina.
Paradoxalmente, o governo argentino, que está se aproximando da Venezuela na área militar, é um importante parceiro de Washington. Em 1998, quando o país era governado por Carlos Menem, Buenos Aires ganhou status de "aliado extra-Otan", designação dada pelo governo americano para parceiros estratégicos que não são membros da Organização do Tratado do Atlântico Norte.
Fontes do Ministério da Defesa da Argentina fizeram questão de ressaltar ao Estado que essa aliança, forjada nos anos 90, atualmente é uma "mera formalidade". No entanto, nenhum governo argentino jamais solicitou o fim desse status especial com os EUA.
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segunda-feira, 16 de julho de 2012

Combate simulado - EPTV

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A Líbia é nossa

A Líbia pediu ajuda ao governo brasileiro para reaparelhar a Força Aérea do país, que terá aviões Super Tucano, da Embraer, na sua frota. As encomendas podem chegar a 24 unidades nos próximos anos. Além disso, um grupo de 22 empresas brasileiras de diversos setores está sendo convidado a se instalar no país, e terá preferência nos negócios em relação a concorrentes de outras nacionalidades. Entre elas estão nomes como a Marfrig, de alimentos, e a PlayTrue Solutions, de software, além de outras companhias da área de defesa.
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Um navio militar EUA abriram fogo contra um barco nas águas do Golfo


Um navio de abastecimento da Marinha dos EUA, o Rappahannock USNS , abriu fogo nesta segunda-feira contra um barco pequeno motor nas águas do Golfo, a 16 km de porto Jebel Ali em Dubai, depois que ela se aproximou dele, ignorando sua avisos, de acordo com fontes do Pentágono. O incidente resultou em uma morte no vaso não identificado, e três feridos. Segundo a emissora de TV Prima, estatal iraniana, a tripulação são cidadãos indianos, relatórios Angeles Espinosa a partir de Dubai.
A pequena embarcação parecia caminhar para o porto de Dubai,quando entrou no perímetro de segurança que fazem os navios de guerra americanos. Soldados dos EUA alertou os ocupantes verbalmente quando ele tinha cerca de uma milha. A Marinha afirma que tem operado como procedimentos habituais de defesa no mar.
Vendo que a lancha ignorado os sinais de alerta, o comando de Rappahannock USNS dispararam uma salva de aviso. "De acordo com as garantias processuais da Marinha, os soldados USNS Rappahannock no número de entrevistados utilizaram um pré-planejada, não-letal, para avisar o navio antes de recorrer à força letal", disse o porta-voz Greg Raelson Marinha dos EUA disse em um comunicado.
"A tripulação americana repetidamente tentou advertir os operadores de barco para manter-se longe, dada a sua abordagem deliberada.Quando esses esforços não conseguiu parar o barco, equipamentos de segurança no Rappahannock disparou várias rodadas de armas calibre .50 ", disse o porta-voz acrescentou.
As águas do Golfo Pérsico são palco de atrito constante pela presença contínua de navios militares norte-americanas. EUA têm uma forte presença militar no Golfo, ea Marinha tem uma base militar em Manama, Bahrain na ilha. Em janeiro, várias embarcações iranianas se aproximou navios norte-americanos que atravessam o Estreito de Hormuz , uma passo vital no Golfo Pérsico para as exportações de petróleo da Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Iraque.
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Pesquisa no espaço tentará prever desastres naturais na Terra


Efe
Uma pesquisa científica a ser realizada nos próximos seis meses na Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês) pretende ajudar a prevenir desastres naturais na Terra. A missão teve início neste último domingo, 15, com a decolagem da nave russa Soyuz TMA-05M, que leva três cosmonautas a bordo.A fase mais tensa e complicada foi completada com êxito. Acabo de falar com os cosmonautas e eles estão bem", comemorou Vladímir Popokvin, chefe da Roscosmos, a agência espacial russa, sobre o início da 33.ª expedição à ISS.
De acordo com o programa de voo, a Soyuz vai se acoplar amanhã com a plataforma orbital, que atualmente abriga dois russos e um porto-riquenho ligado à agência espacial dos Estados Unidos (Nasa).
Os novos tripulantes são um russo, um japonês e uma americana - Sunita Williams, de origem indígena, que será a segunda mulher a comandar a ISS, em mais de dez anos de operação.
Ela atuará como engenheira de voo até setembro, quando comandará a estação em substituição ao russo Guennadi Padalka.
Um dos cerca de 40 projetos científicos a serem realizados na ISS durante os próximos seis meses consiste no teste de novos sistemas de previsão e prevenção de catástrofes naturais, além da redução e eliminação de suas sequelas.
"As fotos de alta resolução que vamos tirar permitirão ver em detalhe o que acontece, prever tendências e determinar para onde as pessoas devem ir depois de um desastre, além de determinar as suas causas", explicou o tripulante russo Yuri Malenchenko, sobre o experimento batizado de Furacão.
Recentemente, a Rússia foi atingida pelas piores inundações dos últimos anos no sul de seu território, com cerca de 170 mortes. Segundo Malenchenko, ex-tripulante da estação espacial russa Mir, já desativada, e com 514 dias de experiência no espaço, esse estudo ajudará a entender o que aconteceu. Sunita completou dizendo que a tripulação fará várias caminhadas espaciais e receberá três cargueiros russos e um japonês.
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domingo, 15 de julho de 2012

Irã renova ameaça de fechar Estreito de Hormuz


Reuters
O Irã renovou neste domingo as ameaças de fechar o Estreito de Hormuz a menos que as sanções contra o país sejam revogadas, embora não esteja claro como Teerã poderia interditar o vital canal de escoamento de petróleo, dada a significativa presença militar norte-americana no local.
O Parlamento iraniano está cogitando um projeto de lei pedindo o fechamento do estreito. A assembleia tem pouco controle sobre decisões de defesa nacional e política externa, mas apesar de a lei ser mais que tudo simbólica, indicaria o apoio legislativo por trás da decisão da liderança pelo fechamento.
"(Pelo projeto de lei) o fechamento do Estreito de Hormuz continuará até a anulação de todas as sanções impostas ao Irã", teria dito o parlamentar Javad Karimi Qoddousi segundo a agência de notícias Fars.
O projeto será analisado pelo Parlamento neste mês, disse outro legislador, Seyed Mehdi Moussavinejad, de acordo com a Fars.
As políticas externa e de defesa nacional cabem ao Líder Supremo, Aiatolá Ali Khamenei, e à Guarda Revolucionária, força de elite do governo.
O Irã tem ameaçado repetidamente interditar canal de transporte do Estreito de Hormuz, através do qual passam 40 por cento das exportações mundiais de petróleo, em retaliação às sanções de potências ocidentais sobre suas exportações de petróleo.
As sanções foram impostas por conta do programa nuclear do Irã, que o Ocidente suspeita ter por objetivo a criação de uma bomba nuclear, enquanto Teerã afirma ser destinado a propósitos pacíficos de geração de energia.
Alarmados pelas ameaças iranianas, os Emirados Árabes Unidos finalizaram um longamente esperado terminal de exportação de petróleo no Golfo de Omã, enviando o primeiro carregamento neste domingo.
O país-membro da Organização de Países Exportadores de Petróleo (Opep) espera aumentar para cerca de 1,5 milhão de barris de petróleo ao dia as exportações a partir das novas instalações.
Uma autoridade iraniana disse neste domingo que o duto de escoamento dos Emirados não dará conta de suprir a demanda mundial se o Estreito de Hormuz for fechado.
(Reportagem de Yeganeh Torbati) 
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