sábado, 28 de abril de 2012

Brasil desloca militares após Bolívia expulsar brasileiros na fronteira

O Ministério da Defesa deslocou uma tropa para o município de Capixaba (AC), a 70 quilômetros de Rio Branco, após o Exército da Bolívia ter retomado o processo de expulsão de brasileiros que vivem em seu território.

Na semana passada, antes de expulsarem um colono brasileiro, os militares bolivianos circularam por Capixaba portando pistolas e armas de grosso calibre, fizeram compras no comércio local e até abasteceram seus veículos num posto da cidade.

A tropa do Exército Brasileiro, que conta com apoio da Polícia Federal, tem a missão de guardar a fronteira e impedir novas entradas não autorizadas de militares bolivianos em território nacional.

O Ministério da Defesa movimentou o Exército e a Polícia Federal após o governador do Acre, Tião Viana (PT), ter informado ao Gabinete de Segurança Institucional que colonos brasileiros estão sendo expulsos de suas casas e suas terras estão sendo ocupadas por soldados bolivianos.

Existem mais de 500 colonos brasileiros na região do Alto Acre, que abrange os municípios de Capixaba, Acrelândia, Plácido de Castro, Epicilância, Brasiléia e Assis Brasil. Além dos colonos, existem 50 produtores rurais com pequenas fazendas, que variam de 100 a 300 hectares de pastagens.

O colono José Carlos Caldas, expulso pelos bolivianos, perdeu a plantação e a pequena criação de gado, além de outros bens. Parte do gado teria sido abatida pelos militares para alimentar a tropa boliviana.

O colono registrou o caso na delegacia da Polícia Federal de Epitaciolândia e pediu ajuda do governo brasileiro. A propriedade que ele ocupava na Bolívia pertencia ao pai dele há mais de 40 anos.

- O grave é que a Bolívia não parece empenhada em manter boas relações diplomáticas. Qualquer ação militar que envolva os exércitos dos dois países na fronteira deve ser comunicada, mas  nem o Exército Brasileiro, nem o Itamaraty e nem o Governo do Acre foram informados da operação. A situação exige por parte da diplomacia brasileira um protesto forte junto aos diplomatas bolivianos – disse ao  o secretário Nilson Mourão, de Justiça e Direitos Humanos do Acre, após participar de uma reunião em Capixaba com a presença do ministro Eduardo Paes Sabóia, da Embaixada do Brasil na Bolívia.

Mourão adiantou que ele e o ministro estão elaborando um relatório em que sugerem que a Bolívia seja tolerante com a presença dos colonos brasileiros até o final do ano. Até lá, o os colonos serão assentados pelo Incra em território brasileiro.

- No povoado boliviano de Vila Bella, com cerca de 60 casas, não existe energia elétrica. Estamos dispostos, como sinal de boa vontade, a oferecer energia do Luz para Todos que passa no lado brasileiro da rua que divide os dois países. Estamos sugerindo, ainda, que haja um entendimento envolvendo a diplomacia dos dois países em relação aos 50 proprietários que possuem fazendas de 100 a 300 hectares na Bolívia, na região do município de Capixaba – acrescentou Mourão.
 segurança nacional

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Projeto de novo porta-aviões russo estará pronto em 2014


A Corporação Unida de Construção Naval deverá desenvolver e apresentar nos próximos três anos ao Ministério da Defesa os projetos de plataformas dos novos navios da Marinha de Guerra, disse hoje o seu presidente, Roman Trotsenko.
“A Marinha de Guerra da Rússia se encontra em um período de transição, durante o qual é estabelecido o futuro desenvolvimento e as perspetivas de diversas classes de navios. A nossa corporação compreende que a Marinha deverá reduzir os tipos e as classes de forças de superfície e submarinas”, disse o responsável.
“Por isso, na classe de corvetas, o projeto estará pronto já em 2012. O navio de classe oceânica ficará terminado em 2013 e o projeto de porta-aviões deverá ser finalizado em 2014”, disse.voz da Russia segurança nacional

Crise nos EUA motiva luta da Boeing para vender caça ao Brasil


A redução do Orçamento dos EUA para defesa levou a sua principal empresa parceira, a Boeing, a lutar por uma maior participação no mercado mundial de venda de armamento. O CEO da Boeing Defense Space & Security, Dennis Muilenburg, afirmou que o objetivo da companhia é ampliar em 35% seus negócios em armamento no mundo.“Um dos nossos ponto-chave é expandir nossa participação internacional. Cinco anos atrás nossos negócios de defesa fora dos EUA eram apenas 7%. Ano passado, foram 24%. Esperamos chegar a 30% até o próximo ano. E nossa meta seguinte é chegar a 35% nos próximos anos. É uma das razões para o investimento no Brasil e ao redor do mundo", disse MuilenburgEm janeiro deste ano, o presidente dos EUA, Barack Obama, anunciou a redução de US$ 487 bilhões do Orçamento para área de defesa no prazo de 10 anos. Segundo Muilenburg, a mudança da política dos EUA – principal causador e uma das vítimas da crise econômica mundial iniciada em 2008 – "acelerou" a busca da Boeing por outros mercados.
"Parte dos cortes no Orçamento dos EUA, talvez, acelerou a globalização dos nossos negócios. A economia global está mudando. Vemos três principais áreas de crescimento fora dos EUA. Na América do Sul, o Brasil, principalmente. No Oriente Médio, a Arábia Saudita. E também a Austrália, Japão, Coréia do Sul, Singapura e Índia. Todos esses mostram crescimento no orçamento de defesa", afirmou.
Venda de caças para o Brasil
O CEO (diretor executivo, em tradução livre) recebeu um grupo de seis jornalistas brasileiros - incluído a reportagem do iG - na sede da Boeing Defense, em Saint Louis, para uma conversa nesta semana. Muellenberg confirmou que a venda de caças de 36 caças F/A-18E Super Hornet para o Brasil vai ajudar a cumprir a meta de crescimento de vendas mundial.
Chamado projeto F-X2, da Força Aérea Brasileira, a licitação gira em torno de US$ 5 bilhões conta com mais dois participantes, além do Super Hornet oferecido pela Boeing: o sueco Grippen, produzido pela sueca SAAB, e o Rafale, da francesa Dassault. Até o fim de junho, espera-se que o vencedor seja anunciado pelo governo brasileiro.
“A campanha do F-X2 é muito importante para nós. Esperamos ter um bom resultado”, disse. “Esperamos ser um parceiro por muito tempo”, afirmou Muilenburg. A Boeing tem se esforço para atender o pacote de transferência de tecnologia solicitado pelo governo brasileiro. A empresa tem ressaltado o relacionamento com outras empresas e instituições de ensino no Brasil.
Do ponto de vista político, a Boeing tem contado com o apoio do governo norte-americano para convencer o  Brasil a companhrar os Super Hornet. Nesta terça-feira, o secretário de Defesa dos EUA, Leon Panetta, reuniu-se com o ministro Celso Amorim (Defesa) para definir uma série de acordos entre os dois países na área.
Além do Brasil, a Boeing está participando de uma concorrência na Coréia do Sul para a venda de caças. Ano passado, a empresa conseguiu vender 84 caças da F-15 para a Arábia Saudita. Fora dos EUA, o primeiro comprador dos Super Hornet foi a Austrália, que adquiriu 24 aeronoves. "Há algumas oportunidades no mundo, mas umas das mais importantes para a Boeing é a do Brasil", afrimou o CEO.
Gigante norte-americana fundada em 1916, a Boeing tem dividido seus negócios com 47% na área de defesa e outros 53% na produção de aviões comerciais. A empresa também tem diversificado seus negócios. Nos últimos anos, passou a investir em defesa cibernética, com o objetivo de identificar ataques de hackers e crackers contra sistemas de governos e empresas privadassegurança nacional

Soyuz aterrissa no Cazaquistão

Os astronautas russos Anton Chklaperov e Anatoli Ivanichin e o americano Dan Burbank retornaram nesta sexta-feira (27) à Terra depois de uma missão de seis meses na Estação Espacial Internacional (ISS). A cápsula espacial Soyuz tocou o solo às 11h45 GMT (8h45 de Brasília) no Cazaquistão, a 88 km da cidade de Arkalyk.Os três serão substituídos por uma nova tripulação que partirá em 15 de maio do cosmódromo russo de Baikonur para unir-se ao russo Oleg Kononenko, ao americano Don Pettit e ao holandês André Kuipers, atuais ocupantes da ISS..  .  informações da AFP) segurança nacional

Sukhôi promove caça Su-35 em mercados da América Latina

Empresa de aeronáutica apresentará modelo para clientes interessados em rearmar suas forças aéreas.A empresa russa de aeronáutica Sukhôi vai expor o avião de caça multipropósito de quarta geração SU-35 durante a Feira Internacional de Aeronáutica e Espaço FIDAE-2012, que será realizada a partir de 27 de março em Santiago, no Chile.

De acordo com a assessoria de imprensa da Sukhôi, o modelo ficará em exposição no stand russo para que os visitantes tenham a possibilidade de conhecer suas especificações técnicas. Os clientes também poderão conversar com representantes da Sukhôi sobre a viabilidade de entrega da aeronave para regiões da América Latina.

A exportação do SU-35 para o Sudeste Asiático, Oriente Médio e América do Sul terá início em breve. O SU-35C é produzido em série pela fábrica Gagárin, na cidade de Komsomolsk-no-Amur (extremo oriente russo), de acordo com o contrato estabelecido em 2009 com o ministério da Defesa russo para entrega de 48 aeronaves à Força Aérea russa até 2015.Durante os testes de voo, foram confirmadas as características da aeronave e de seu equipamento de bordo. Ao nível do mar, o caça atinge velocidade máxima de 1400 km/h, e a altitudes acima disso chega até 2400 km/h, com teto máximo de 18 mil metros.

A aeronave é capaz de detectar um alvo no ar a uma distância de mais de 400 km. O radar de bordo permite detectar e acompanhar vários alvos a uma distância superior a 80 km. Mais de 400 voos já foram realizados e o avião está pronto para ser testado em cenários de combate.

Devido a sua performance, a aeronave supera todos os aviões de caça táticos de geração semelhantes ao Rafale e EF 2000 e caças modernizados como o F-15, F-16, F-18, F-35, podendo combater em condições de igualdade com o F-22A.

Além do SU-35, o stand russo na FIDAE-2012 contará com modelos de avião Yak-130, Sukhôi-Superjet-100 e MS-21.SEGURANÇA NACIONAL

Rússia projeta nova base de lançamentos espaciais


A base de lançamentos espaciais Vostótchni, perto do município de Uglegorsk, na região de Amur, deve ser inaugurada em 2015, anunciou o vice-primeiro-ministro, Dmítri Rogózin. Será a quarta na área antes ocupadas pela URSS e a terceira no território russo, sem contar com os campos de provas de Kapústin Iar e das Tropas de Mísseis Estratégicos, também utilizados para lançamentos espaciais.Desde a queda da URSS, a base de lançamentos Baikonur, no Cazaquistão, tem sido a principal porta de entrada de foguetes russos para o espaço. Entre outubro de 1957 e março de 2012, 1364 foguetes partiram de suas 15 rampas de lançamento, sem contar com os mísseis balísticos lançados em diversos programas de testes.

A base de lançamentos Plesetsk é a segunda base em importância do país. Líder incontestável nos tempos soviéticos, a Plesetsk com suas nove rampas de lançamento teve 1372 lançamentos entre 1966 e 1993. Desde então, perdeu suas posição de liderança devido à redução do programa espacial militar russo.

A estação Vostótchni será construída perto do município de Uglegorsk, na região de Amur

Por ultimo, a base Svobódni foi inaugurada em 1997 e fechada em 2006. Teve apenas cinco lançamentos de foguetes de pequeno porte Start (versão reconvertida do míssil Tópol): dois lançamentos em 1997 e um em 2000, 2001 e 2006. Durante a redução das Forças Armadas em meados da década de 2000, a base foi desativada devido a sua ineficiência.

No entanto, a ideia de criar uma nova “porta de entrada para o espaço” no Extremo Oriente não foi enterrada: em 2007, em um contexto de reativação econômica, intensificaram-se as conversas para a construção de uma base de lançamentos espaciais nessa área.

A base Vostótchni deve ser construída perto da ex-base Svobódni. Além disso, terá ligação com a infraestrutura do município de Uglegorsk, com a estação Ledianaia da estrada de ferro Transiberiana e com autoestrada Amur, inaugurada em 2010.

O seu primeiro lançamento, um  foguete da série lendária de naves espaciais da astronáutica nacional e internacional (Soiuz-2) será realizado em 2015.

Enquanto isso, a futura base é hoje apenas uma área vazia, rodeada pela taiga – densa floresta siberiana de coníferas. A Vostótchni fica a cerca de seis mil quilômetros dos principais centros de construção de foguetes (quase duas vezes mais longe do que a base Baikonur) e dos principais centros de produção de equipamentos necessários.

Em termos de infraestrutura, a situação é melhor do que se pode imaginar: a futura base de lançamentos tem por perto as instalações da 27ª divisão de mísseis desativada nos anos 90.

Ainda assim, o cronograma anunciado é muito apertado, especialmente considerando o fato de que a partir da Vostótchni serão lançados foguetes muito diferentes dos Start.

A nova base também precisará de uma pista de pouso e decolagem de cerca de cinco mil metros de extensão para receber aviões de carga pesados como o Ruslan.

Segundas intenções

A Baikonur, primeira e maior base de lançamentos espaciais do mundo que, após 1991, passou a pertencer ao Cazaquistão, continua atendendo às principais demandas do programa espacial da Rússia e de outros países.

O potencial das duas principais bases da Rússia permite aumentar, pelo menos, em uma vez e meia o número de lançamentos espaciais sem usar os campos de provas de Kapústin Iar e das Tropas de Mísseis Estratégicos.

Portanto, o objetivo da construção de uma base de lançamentos no Extremo Oriente não é diminuir a pressão sobre as bases existentes que, segundo as estatísticas acima citadas, são subutilizadas.

Kapústin Iar é a terceira base de lançamentos mais importante do país Foto: ITAR-TASS

As vantagens geográficas da base Vostótchni também são duvidosas. Se por um lado está localizada mais perto da linha do Equador do que a base Plesetsk, por outro lado, está mais longe do que a base Baikonur, sendo, nesse sentido, menos atrativa para realização de lançamentos.

A Rússia paga caro pelo aluguel da base Baikonur e cada lançamento fracassado aumenta os problemas nas relações entre os dois países. Paralelamente, não deixa de ser um centro necessário à integração da Rússia e Cazaquistão.

A Baikonur proporciona empregos, exige a presença permanente da população russa e permite manter trocas científicas e culturais entre ambas as nações, dando, assim, continuidade à situação de paz entre os dois povos.

A inauguração da base Vostótchni poderá, por sua vez, provocar a degradação da base Baikonur.

Com a construção de uma base de lançamentos espaciais no Extremo Oriente, o governo pretende desenvolver essa região e criar empregos nas áreas científicas.

Histórico de lançamentos

Em 2011, a Rússia promoveu 32 lançamentos espaciais, dos quais 24 foram realizados na base Baikonur, sete na Plesetsk, e um no campo de provas de Iasni das Tropas de Mísseis Estratégicos, perto do município de Dombaróvski, na região de Orenburgo.

Num futuro próximo, a construção de uma rampa para os lançamentos do novo foguete Angará irá aumentar a participação da Plesetsk.

 
Desde 1993 a base de lançamentos Plesetsk perdeu suas posição de liderança Foto: ITAR-TASS

Mesmo sem isso, as duas bases citadas anteriormente são subutilizadas: na época soviética, eram realizados ao todo entre 90 e 100 lançamentos por ano.

Em 1982, a URSS estabeleceu um recorde específico, realizando 59 lançamentos na base Plesetsk, 44 na Baikonur e cinco no campo de provas de Kapústin Iar.

No ano seguinte, a Plesetsk lançou 62 foguetes, a Baikonur, 33 e o campo de provas de Kapústin Iar, apenas quatro.

O campo de provas de Kapústin Iar é a terceira base de lançamentos mais importante do país. Sua função tem sido sempre realizar testes de mísseis. Mesmo assim, o campo de Kapústin Iar lançou para o espaço mais de 80 foguetes.

O maior número de lançamentos espaciais foi realizado nos campos de provas das Tropas de Mísseis Estratégicos.

Os foguetes transportadores eram geralmente mísseis balísticos intercontinentais reconvertidos no programa de redução dos arsenais estratégicos ofensivos da Rússia e dos EUA. Três de tais foguetes foram lançados a partir de submarinos atômicos russos.........................................SEGURANÇA NACIONAL

Brasil terá estação terrestre do Glonass


O desafio de criar um sistema de correção e monitoramento, além de uma infraestrutura e canais de comunicação por satélite, é uma das missões do centro de Sistemas Russos por Satélite.  “Atualmente, temos três estações no exterior e uma rede de estações de correção diferencial e monitoramento (ECDM) na Rússia”, diz Serguêi Karútin, vice-diretor do instituto.

As ECDM fazem parte do sistema de localização por satélite Glonass e permitem localizar objetos com precisão de um metro.

Dentre os futuros projetos do centro, está a instalação, no Brasil, de uma estação terrestre de correção integrada ao sistema de localização por satélite Glonass. “Temos um acordo fechado e agora estamos na fase final, cumprindo as formalidades legais necessárias à entrada do equipamento no território brasileiro”, conta.

Na Rússia, uma rede de ECDM garante a precisão de monitoramento no hemisfério Norte. Para aumentar a exatidão do sistema Glonass no hemisfério Sul, são necessárias outras estações.  E a instalação de uma estação de correção no Brasil é um dos passos para a solucionar esse desafioAssim, teremos a possibilidade de precisar rapidamente os parâmetros de tempo e frequência, e enviá-los ao consumidor”, disse. Para tanto, foram criados canais de comunicação terrestres e satélites retransmissores Luch.

A intenção é colocar em órbita três retransmissores. O primeiro satélite de retransmissão chamado Luch-5 A já está em órbita terrestre e está sendo levado para seu ponto de estacionamento, informou Karútin. “Esperamos que os testes do satélite retransmissor comecem já em junho deste ano.”

Ainda de acordo com ele, a Rússia está concluindo a construção do segundo satélite retransmissor Luch, e o terceiro deverá partir para o espaço no primeiro trimestre de 2014.

O país pretende ainda instalar uma ECDM do sistema Glonass na Austrália. “Essa proposta foi encaminhada para análise do Ministério das Relações Exteriores”, esclareceu Karútin.

Sistema Glonass

O segmento civil do sistema de localização por satélite Glonass foi concebido para definir coordenadas e velocidade de qualquer objeto em movimento equipado com um receptor de sinais correspondente.

Inicialmente, o Glonass, colocado em operação em setembro de 1993, servia aos interesses do ministério da Defesa e contava com uma frota de 12 satélites.

Em dezembro de 1995, o número de satélites subiu para 24. No entanto, problemas do financiamento fizeram com que o Glonass voltasse a operar sua frota inicial de 12 satélites.

Vladímir Pútin pediu, em 2005, à Agência Espacial da Federação Russa (Roscosmos) e ao Ministério da Defesa para recolocarem em operação todos os 24 satélites do sistema GLONASS, e, em 2011, sistema teve sua constelação  orbital totalmente recuperada.

Atualmente, o Glonass possui 31 satélites, dos quais 24 estão em operação, dois em manutenção técnica, quatro na reserva e um deles em testes.

Para manter a continuidade do sinal de navegação em todo o território nacional da Rússia, é preciso pelo menos 18 satélites em operação...SEGURANÇA NACIONAL