quinta-feira, 25 de maio de 2017

Poderiam ser hackeadas as armas nucleares dos EUA?

A Força Aérea dos EUA quer aumentar a cooperação com empresas do setor privado com o objetivo de estabelecer melhores redes contra ataques cibernéticos aos sistemas de armas nucleares, anunciaram os funcionários da entidade do país norte-americano, citados por Kris Osborn, autor do artigo para The National Interest.

Segundo os engenheiros estadunidenses, a força aérea dos EUA precisa aumentar seu enfoque nas tecnologias informáticas aplicadas aos sistemas de comando e controle do arsenal nuclear.
A tecnologia da informação dos sistemas de armas deve ser ciberneticamente segura, atualizada e melhorada. Os sistemas nucleares mundiais são um exemplo de área onde precisamos de uma revisão", destacou Peter Kim, oficial de segurança da informação da força aérea dos EUA.
A modernização das redes informáticas do arsenal nuclear faz parte do plano atual dos EUA para construir até 400 novos mísseis balísticos intercontinentais.
"É preciso contar com as tecnologias inovadoras que nos ajudem ser mais produtivos e garantir a segurança cibernética", explicou Kim.
Assim, a força aérea está procurando abordar as vulnerabilidades potenciais dos sistemas operativos, da infraestrutura e de várias redes informáticas.

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