quinta-feira, 25 de abril de 2013

Aeronaves 'espião' e navios de guerra brilho justo em operações militares


Reuters 
RIO DE JANEIRO, Brasil -. tecnologia lançada por empresas brasileiras , em sua maioria veículos aéreos não tripulados (Vant), e simuladores, incluindo um navio de guerra , despertou grande atenção entre os participantes da LAAD Feira Internacional de Defesa e Segurança, que terminou sexta-feira em Rio de Janeiro .
A maior exposição de defesa da América Latina mostrou que diversas empresas brasileiras desenvolver e produzir Vant, avião operado remotamente e equipados com câmeras poderosas para vigilância e espionagem, cujos modelos mais novos têm ganhado destaque nos últimos meses com o nome de "drones".
Um dos produtos que me chamou a atenção foi o Orbis um Vant LAAD lançado no Brasil Santos Lab, que tem a particularidade de decolar e pousar verticalmente, em seguida, voar horizontalmente como um avião.
O Orbis, feito de fibra de carbono, com formato circular e cerca de 1,5 quilos de peso, é considerada off único do mundo como helicóptero, tornando-se fácil de usar e não requer nenhuma pista ou grandes espaços.
"Estamos conseguindo a patente e até agora não encontrei nada, então eu acho que como um pioneiro no mundo", disse Gilberto Buffara Efe, um dos diretores da Santos Lab
Buffara disse que o Orbis despertou grande curiosidade por suas características e potenciais clientes que já são três a negociar a sua aquisição, incluindo uma empresa estrangeira."Nós desenvolvemos uma solução inovadora para atender a demanda de um avião que poderia ser operado em espaços confinados urbana e tem uma grande vantagem que nos permite destacar em um setor altamente competitivo", disse Buffara referindo-se ao número relativamente elevado de empresas que desenvolvem Vant no Brasil.
Santos Lab tem uma vasta experiência na produção de Vant e já vendeu 48 unidades Carcará modelo também expostos na LAAD e que a empresa tenta colocar na Colômbia.
A empresa usou o LAAD para fechar um acordo com a Marinha do Brasil para desenvolver um Vant que podem pousar e decolar na água.
Várias empresas modelos Vant exibiu na feira no Rio, principalmente israelenses, que estão entre as líderes do setor, e gigante EUA Boeing.
Entre os modelos brasileiras expostas foram os Falcão, fabricado pela Avibras sob encomenda das Forças Armadas, ea família de Horus desenvolvido pela empresa Fligh Technologies.
Outra tecnologia que os visitantes interessados ​​são os simuladores, contra vários dos quais se formaram longas filas durante os quatro dias de feira.
Aqueles que foram atraídos simuladores de vôo lutador geração mais público, como o Super Hornet da Boeing eo Gripen-NG dá Saab.
Estes dois modelos são acoplados com o francês Dassault Rafale, os finalistas na licitação aberta pela Força Aérea Brasileira (FAB) para adquirir 36 caças-bombardeiros.
A Marinha do Brasil disponibilizado aos visitantes um simulador desenvolvido tecnologia própria para treinar futuros capitães de navios de patrulha.
A equipe, que será a base para um simulador de submarino nuclear reproduz dentro da cabine do navio, com o leme alça de propulsão console e instrumentos de navegação electrónicos.
Outros simuladores brasileiros também atraiu a atenção.
"Tivemos que organizar filas e limitar as vezes para permitir que todas as equipes interessadas podiam manobrar", disse à Efe Jachinski Adolfo Neto, diretor da empresa EBTS, que lançou em simuladores de armas LAAD, um dos mais utilizados por Vant Forças Armadas do país e um para a utilização de tecnologia de luz blindado 3D.
Suas equipes para simular o tiro eo recuo do rifle IA2, fabricado pela Imbel brasileira, cujo primeiro lote foi entregue recentemente para o Exército Nacional ea arma MD 40, também de Imbel.
O SEV Fm, simulador Vant lançada pela EBTS, é a primeira vez para essas equipes no Brasil e tem como objetivo formar os futuros operadores de Hermes, aeronaves não tripuladas israelense adquirida pela Força Aérea Brasileira.
SNB

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