sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Singapore Airshow Aumenta Stakes lutador da indústria na Ásia


TAIPEI - A bienal Singapore Airshow 2012, 14-19 fevereiro, o maior evento aeroespacial da Ásia e agora entre os três maiores eventos de aviação, incidirá sobre os programas de combate regionais na Austrália, Japão, Malásia, Coreia do Sul e Taiwan.
Decisão do Japão de dezembro para adquirir o caça Lockheed Martin F-35A para o seu programa FX deu o II Relâmpago um impulso na região, apesar da relutância no mercado ocidental para o lutador. O acordo de US $ 8 bilhões para 42 caças Mitsubishi irá substituir o envelhecimento do Japão Phantoms F-4EJ Kai. O acordo pode evoluir para um adicional de 100 a 120 F-35 para substituir os Eagles F-15J/DJ Mitsubishi sob o programa F XX-no meio da década.
O programa FX selecionado o F-35A sobre o Eurofighter Typhoon eo F/A-18 Super Hornet da Boeing.
Coréia do Sul tomou conhecimento da decisão do Japão e do F-35 é visto cada vez mais em uma luz favorável, disseram autoridades.Concorrência FX-3 lutador da Coreia do Sul coloca três caças, o F-35A, Boeing F 15SE-Silent Eagle e do Typhoon, em um negócio de US $ 7,3 bilhões para 40 a 60 lutadores. A decisão está programada para ser feita em outubro.
Cingapura também está considerando o F-35 para sua aquisição lutador seguinte. O Estado-nação é um membro de Segurança Cooperativa Participante do programa F-35 desenvolvimento. No entanto, funcionários disse que nenhuma decisão é esperada dentro desta década.
Mas o programa F-35 atingiu um problema Down Under. Austrália acaba de anunciar uma revisão de sua aquisição do F-35A e poderia adiar a compra até problemas no programa são fixos. A Austrália tem uma exigência para até 100 caças F-35A, mas comprometeu-se apenas para os primeiros 14. A Austrália é um Nível 2 participante do programa F-35 desenvolvimento.
Malásia está a debater a aquisição de 10 caças para substituir MiG-29. O Gripen Saab, Typhoon e Super Hornet estão competindo, mas nenhuma decisão é esperada até depois de 2013.
BAE Systems ea Lockheed está travando chifres para a atualização de aviônicos e integração de sistemas de armas em 135 KF-16C / Bloco D 52 caças para a Força Aérea sul-coreano, estimado em US $ 1 bilhão, e em 146 anos 20 F-16A / B Block para a Taiwan Força Aérea, estimado em US $ 5,8 bilhões.
Ambos os programas F-16 de atualização incluem o novo Active varredura eletrônica Matriz radar (AESA). Concorrentes AESA para os refits são Radar Northrop Grumman Boca Scalable Agile ea Raytheon Radar Combate Avançado. Cingapura é também um potencial cliente para a AESA para seus F-16C/Ds e está assistindo ambas as competições de perto.
A 31 de janeiro anúncio de que o francês Dassault Rafale derrotou o Typhoon em contrato Índia, de US $ 11 bilhões para 126 aviões de combate irá estimular a discussão.
Se Eurofighter e Boeing perde na Coreia do Sul e Malásia, como fizeram no Japão e na Índia, as questões serão levantadas sobre o futuro destes lutadores no mercado internacional.

Atendimento Airshow e Eventos

Apesar do declínio na economia mundial, a bienal Singapore Airshow não mostra nenhum sinal de diminuir. Airshow deste ano será o maior até hoje com 900 expositores de mais de 50 países, incluindo 22 pavilhões de países e 59 º do mundo, 100 maiores empresas aeroespaciais, disse Jimmy Lau, diretor de Eventos Experia, o organizador do show.
"A região da Ásia-Pacífico está montando em uma onda de crescimento que a região continua a liderar no fornecimento de novas oportunidades na indústria aeroespacial e de defesa", disse Lau. O Singapore Airshow é "estrategicamente posicionado como uma porta de entrada para esta região próspera, [e] tem um papel crucial como um trampolim eficaz para jogadores da indústria para tocar em novas oportunidades."
Em 2010, o airshow fechou com US $ 10 bilhões em ofertas e anúncios, apesar de uma recuperação da economia. Este ano também contará com uma série de conferências de alto nível - a Singapore Airshow Leadership Summit Aviation e da Ásia-Pacífico Conferência de Segurança.
O show terá dois pavilhões este ano com foco em novas tecnologias: a de Defesa da Terra e do Pavilhão sistemas não-tripulados e no Pavilhão Verde. O Pavilhão Verde contará com um componente adicional chamado "Deminars" ou seminários e demonstrações combinadas, Lau disse.
Funcionários Airshow não quis identificar o número ou tipos de delegações governamentais que visitam o show por motivos de segurança, mas o airshow 2010 viu 259 governos estrangeiros e delegações internacionais de 80 países e 43,459 participantes comerciais de 133 municípios.
A segurança será apertado para salvaguardar delegações e expositores. Além dos itens habituais proibidos, como armas de fogo e explosivos, a lista exaustiva inclui armas de lança, bengalas com adagas, nanchakus, bestas, lanças e soco inglês.
Haverá muita atenção paga aos expositores e as delegações chinesas este ano. Os participantes do Fórum Empresarial China vai ouvir apresentações de Ng Pock Too presidente e CEO de Tecnologia Novo Conselho, e Xin Zhang Guo, vice-presidente executivo da indústria da aviação Corp of China.
Empresas chinesas que exibem este ano incluem China National Aero-Technology Import and Export Corp, Commercial Aircraft Corp of China, Pequim AMECO e, pela primeira vez no show, Pequim Youtaishuncheng Technology Development Co., com uma exposição de UAV.
O display de vôo contará com a Rebel Aerosports Blair 300, Singapore Air Force F-16 e jatos F-15SG de combate, e Roletas a Royal Australian Air Force está voando Pilatus PC-9 / A formadores.Apesar dos rumores do Raptor F-22 iriam aparecer, indicou a Lockheed Raptor vai ser um show.

Premiê britânico rebate presidente da Argentina sobre Malvinas


REUTERS
ESTOCOLMO - O primeiro-ministro britânico, David Cameron, rebateu os planos da Argentina de protestar na ONU contra a "militarização" britânica das Ilhas Malvinas, afirmando que os residentes das ilhas terão o apoio de Londres enquanto desejarem permanecer britânicos.A presidente argentina, Cristina Kirchner, acusou a Grã-Bretanha na terça-feira de "militarização do Atlântico Sul" e disse que levaria uma reclamação formal à Organização das Nações Unidas (ONU), num momento de crescente tensão antes do 30o aniversário da Guerra das Malvinas neste ano.
"A Argentina vai descobrir quando for à ONU que é absolutamente parte da carta da ONU o apoio à autodeterminação", disse Cameron em entrevista coletiva após encontro com líderes nórdicos e bálticos em Estocolmo.
"O povo das Ilhas Falkland (como são chamadas as Malvinas pelos britânicos) quer manter sua ligação com a Grã-Bretanha."
"Enquanto as pessoas das Ilhas Malvinas quiserem manter seu status, vamos garantir que elas possam e vamos defender as Ilhas Malvinas adequadamente para garantir que esse seja o caso", disse ele em seus primeiros comentários sobre a ameaça de Cristina de levar a questão à ONU.
A Grã-Bretanha travou uma guerra com a Argentina pelo controle das ilhas em 1982. Londres recusa-se a iniciar negociações com os argentinos sobre a soberania da região, a menos que os 3.000 moradores da região desejem passar para o controle do país sul-americano.
Os dois governos travam uma recente guerra de palavras nos últimos meses. A exploração de petróleo por companhias britânicas na costa da ilha reavivou a disputa sobre o controle da região.
A presidente argentina criticou os planos britânicos de enviar um de seus navios destroyers mais avançados, o HMS Dauntless, para a região.
O chanceler argentino, Hector Timerman, apresentará a reclamação formal da Argentina ao presidente do Conselho de Segurança da ONU na sexta-feira, de acordo com um comunicado do Ministério das Relações Exteriores.
A Grã-Bretanha negou a militarização do Atlântico Sul e diz que sua "postura defensiva" nas ilhas permanece inalterada.

Israel treina grupo que mata cientistas do Irã, diz TV dos EUA


WASHINGTON - O Estado de S.Paulo
Os assassinatos de cientistas nucleares do Irã são ações realizadas por um grupo dissidente iraniano que é financiado, treinado e equipado pelo serviço secreto de Israel. As informações foram confirmadas por funcionários do governo americano em deram depoimentos à rede de TV NBC News, em condição de anonimato.
O grupo dissidente é o Mujahedin do Povo do Irã, que há muito tempo integra a lista de organizações terroristas dos EUA, acusado de assassinar militares e funcionários do governo americano, nos anos 70, e de apoiar a invasão da Embaixada dos EUA em Teerã, antes do rompimento com o regime islâmico, em 1980.
Os ataques, que já mataram cinco cientistas nucleares iranianos desde 2007, apresentam padrões semelhantes: motoqueiros que fixam bombas magnéticas na parte externa do carro das vítimas. Dois funcionários do governo americano acusam o Mossad de envolvimento no caso.
Segundo eles, o serviço secreto de Israel treina membros do grupo Mujahedin do Povo do Irã. O presidente dos EUA, Barack Obama, sabe das operações, mas não tem envolvimento direto nelas. Questionado sobre se há uma relação próxima entre o Mossad e o Mujahedin do Povo do Irã, um terceiro funcionário do governo americano deu a seguinte resposta: "Todas as suas suposições estão corretas".
'Fofocas'. Tanto o governo israelense quanto o grupo dissidente iraniano negam participação nos assassinatos. "Enquanto não pudermos analisar todas as evidências apresentadas pela NBC, a chancelaria de Israel não comentará a respeito das fofocas e dos artigos que têm sido publicados pelo mundo", disse um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores israelense.
A reportagem da NBC News cita Mohamed Larijani, assessor do aiatolá Ali Khamenei e irmão de Ali Larijani, presidente do Parlamento, que também acusa Israel de ligação com os terroristas iranianos. "A relação entre eles é muito próxima", disse. "Os israelenses estão financiando e treinando o grupo, que, em troca, abastece Israel de informações." / AP e REUTERS

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O tendão de aquiles do Irã


EFRAIM, HALEVY, THE NEW YORK TIMES - O Estado de S.Paulo
Artigo
Hoje, nos EUA e em Israel, o debate público está centralizado, obcecadamente, num possível ataque ao Irã para coibir suas ambições nucleares. Mas não há nenhuma discussão sobre como os fatos verificados na Síria poderão resultar numa derrota estratégica para o governo iraniano. A base de apoio do Irã na Síria permite aos mulás de Teerã prosseguir com suas imprudentes e violentas políticas regionais - e sua presença na Síria tem de ter fim.
Conseguir que o Irã seja desalojado do seu núcleo em Damasco pode impedir o acesso de Teerã a seus agentes na região (o Hezbollah no Líbano e o Hamas em Gaza) e atingir seu prestígio doméstico e internacional, provavelmente obrigando um regime que já vem se esvaindo a suspender suas políticas nucleares. Essa seria uma opção mais segura e mais recompensadora que a militar.
À medida que o governo do presidente Bashar Assad titubeia, a Síria transforma-se num tendão de aquiles do Irã. Os iranianos colocaram vastos recursos no país. Existem acampamentos das forças da Guarda Islâmica Revolucionária, armas e conselheiros militares iranianos estão por toda a Síria. E as forças do Hezbollah vêm colaborando na matança de sírios que se rebelaram contra Assad. O Irã quer assegurar esse controle, independentemente do que ocorra a Assad - e Israel e o Ocidente precisam impedir isso a todo custo.
Infelizmente, as oportunidades oferecidas pelo colapso da Síria parecem estar escapando dos líderes israelenses. Na semana passada, o chefe da inteligência israelense referiu-se aos 200 mil mísseis e foguetes em Gaza, Líbano e Síria que podem atingir todos os centros urbanos de Israel. E há um risco crescente de que armas avançadas sírias caiam em mãos de grupos terroristas. A presença do Irã em Damasco é vital para a manutenção de tais ameaças.
No estágio em que estamos, não há volta; Bashar Assad tem de se afastar. Para Israel, a questão crucial não é se ele cairá, mas se a presença iraniana na Síria sobreviverá ao seu governo. Expulsar o Irã da Síria é fundamental para a segurança de Israel. Com a saída de Assad, a hegemonia iraniana na Síria terá de ir junto. Se isso não ocorrer, a partida do líder sírio não terá nenhum significado.
Israel não deve ser o único nem o principal ator numa ação para acelerar sua saída. Qualquer resultado viável na Síria terá de envolver EUA, Rússia e países árabes. Os EUA precisam oferecer à Rússia incentivos para o país deixar de proteger o regime sírio, que provavelmente cairá quando Moscou retirar seu apoio. Uma força com um mandato da Liga Árabe deverá, então, garantir a estabilidade até um novo governo ser empossado na Síria.
O atual impasse no caso sírio oferece uma rara chance de pôr fim à ameaça iraniana para a segurança e o bem-estar internacionais. Um fim da presença iraniana na Síria significará menos risco para o comércio e a segurança internacionais do que sanções mais severas ou mesmo a guerra. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Ataque aéreo mata chefe da Al-Qaeda no Paquistão


Agência Estado
ISLAMABAD - Mísseis dos Estados Unidos mataram nesta quinta-feira, 9, Badar Mansoor, o chefe da Al-Qaeda no Paquistão, um dos principais alvos dos americanos no país asiático, procurado por ataques que mataram dezenas de pessoas, informaram fontes oficiais em Islamabad.Mansoor, que teria enviado combatentes ao Afeganistão e mantinha um campo de treinamento no Waziristão do Norte, foi morto em um ataque com mísseis perto da fronteira com o Afeganistão, disseram funcionários paquistaneses e um membro do próprio grupo extremista.
"Ele morreu em um ataque com mísseis durante a noite em Miranshah. A morte dele foi um importante revés para a capacidade da Al-Qaeda de atacar no Paquistão", afirmou uma graduada autoridade paquistanesa, pedindo anonimato. A morte foi confirmada por um de seus partidários. "Badar Mansoor foi morto em um ataque com mísseis", afirmou um militante.
Quatro militantes teriam morrido no ataque durante a madrugada, que atingiu uma área de Miranshah, principal cidade do Waziristão do Norte. Foi o segundo ataque do tipo no Paquistão desde que o presidente dos EUA, Barack Obama, confirmou um programa secreto com aviões não tripulados, no mês passado.
Uma graduada fonte do setor de inteligência do Paquistão descreveu Mansoor como "líder de facto da Al-Qaeda no Paquistão", após a morte de seu antecessor, Ilyas Kashmiri, em junho passado, em um ataque de um avião não tripulado. As informações são da Dow Jones.

Londres nega 'militarização' do Atlântico Sul


LONDRES - O Estado de S.Paulo
O governo britânico negou ontem as acusações da presidente argentina, Cristina Kirchner, de que estaria "militarizando" o Atlântico Sul e rejeitou mais uma vez negociar a soberania das Ilhas Malvinas, contestada por Buenos Aires nas Nações Unidas. Na terça-feira, Cristina prometeu ir ao Conselho de Segurança da ONU protestar contra uma suposta escalada militar britânica na região.
"Não estamos militarizando o Atlântico Sul. Nossa posição defensiva nas Falklands (como os britânicos se referem às Malvinas) permanece igual", disse uma porta-voz do premiê David Cameron. "Não há nenhuma evidência de que precisemos aumentar nossa presença a ativos militares ali."
Em comunicado divulgado ontem, a Secretaria de Exterior britânica afirmou que cabe aos kelpers (como são chamados os habitantes das ilhas) decidirem seu próprio destino. "Eles escolheram a cidadania britânica, têm liberdade para determinar seu futuro e não haverá negociações com a Argentina a não ser que eles assim desejem", diz o texto.
O envio do destróier HMS Dauntless ao Atlântico Sul e a chegada do príncipe William ao arquipélago para um treinamento militar de seis semanas irritaram o governo argentino. "Eles enviaram (para as Malvinas) um moderníssimo destróier, acompanhado do herdeiro real, que gostaríamos de ver em roupas civis", criticou Cristina na terça-feira. "Quero pedir ao premiê que, pelo menos dessa vez, dê uma chance à paz."
O Ministério da Defesa britânico, no entanto, alega que o envio do HMS Dauntless ao Atlântico Sul é uma operação de rotina planejada com antecedência. Segundo a Real Marinha Britânica, a embarcação apenas substituirá outro destróier. Em abril, a Guerra das Malvinas completa 30 anos.
Pressão. Desde o fim do conflito, a Argentina vem tentando retomar a posse das ilhas, conquistadas pelos britânicos em 1833, por meio da via diplomática. Com a chegada de Néstor Kirchner ao poder, em 2003, a Casa Rosada aumentou a pressão em fóruns internacionais, como a Assembleia-Geral da ONU, para tentar negociar com Londres. Cristina, que sucedeu ao marido em 2007, deu sequência ao projeto.
A descoberta de petróleo na plataforma continental do Atlântico Sul, em 2010, acirrou a disputa. No ano passado, o governo argentino lançou uma ofensiva diplomática junto a seus vizinhos sul-americanos para impedir que barcos com bandeira das Malvinas ancorem em seus portos. O pedido foi atendido por Brasil, Uruguai e Chile, o que praticamente vetou o acesso desses navios ao Atlântico Sul e parte do Pacífico.
Bloqueio. A diplomacia britânica teme que o próximo passo seja o fim de voos diretos entre o arquipélago e o continente, previstos num tratado assinado com a Argentina em 1999. A viagem, operada pela LAN Chile, liga semanalmente Punta Arenas, na Terra do Fogo chilena, a Port Stanley, nas Malvinas, com escalas quinzenais em Río Gallegos, na Patagônia Argentina. Na terça-feira, apesar de rumores na imprensa argentina terem indicado que Cristina poderia cancelar o acordo, ela não o fez.
A presidente apenas anunciou que tornará público o Relatório Ratterbach, produzido pela ditadura militar após a guerra, que aponta erros cometidos pelo Exército no conflito.
A Guerra das Malvinas durou seis semanas e deixou 800 mortos, a maioria deles argentinos. / AP e EFE

O ministro de Defesa da Argentina, Arturo Puricelli,


MARINA GUIMARÃES , CORRESPONDENTE / BUENOS AIRES - O Estado de S.Paulo
O ministro de Defesa da Argentina, Arturo Puricelli, acusou ontem o governo britânico de recorrer a bravatas para sustentar seu orçamento militar e de tentar desestabilizar a Argentina para ver se o país "cai na tentação de um conflito armado".
Em entrevista a uma rádio de Buenos Aires, o ministro reiterou que a ordem da presidente Cristina Kirchner é a de não cair em nenhuma provocação britânica e manter a reivindicação pela soberania das Ilhas Malvinas pelos canais diplomáticos.
O ministro disse que diante de um eventual ataque a Argentina vai se defender. "O que eles têm claro é que toleramos (o que fazem nas) Malvinas, mas se a força armada inglesa chegar ao território argentino, não tenham dúvidas de que vamos exercer o direito à legitima defesa, e temos capacidade de fazê-lo", disse o ministro.
Ainda de acordo com Puricelli, a decisão dos países da América do Sul de não receber embarcações com bandeira das Ilhas Malvinas está "encarecendo a usurpação" do arquipélago. Ele descartou, no entanto, a possibilidade de que a Argentina impulsione um bloqueio às ilhas. "Não mudamos nossa posição em nada. O condicionamento que os habitantes das Ilhas Malvinas têm se deve à política da Grã-Bretanha, de manter o domínio e a usurpação de um território que não lhes corresponde", declarou.
A Casa Rosada prepara uma campanha internacional pela causa argentina para marcar os 30 anos da guerra travada com a Grã-Bretanha, no dia 2 de abril. Cidade do México, Brasília, Bogotá, Caracas, Jerusalém, Madri, Paris, Berlim, Roma e outras 21 capitais e grandes cidades do mundo receberão publicidade e apresentações relacionadas à causa argentina.
O argumento principal da campanha argentina pela soberania das ilhas é a paz. Dezenas de artistas foram confirmados para festivais de tango em praças públicas. A programação completa, no entanto, ainda está sendo fechada pelo Ministério de Relações Exteriores da Argentina. / AE

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Funcionamento de satélites GLONASS será suspenso


A utilização de quatro aparelhos espaciais do sistema GLONASS será suspensa por um período breve, devido à realização das obras regulamentares a partir de 8 até 11 de fevereiro de 2012, diz-se no comunicado do Centro Informacional Analítico da Agência Espacial Russa. Os satélites suspenderão um a um o seu funcionamento por uma hora e meia ou duas horas.
O grupo orbital GLONASS, segundo o estado para o dia 7 de fevereiro de 2012, conta com 31 aparelhos espaciais, dos quais 24 são usados conforme o seu objetivo direto, um aparelho está na etapa de introdução ao sistema, dois aparelhos estão temporariamente passando por serviços técnicos, mais tres ficam na reserva orbital e o último está na etapa de testes de voo.

Primeiro satélite brasileiro completa 19 anos em operação

SCD-1 no Laboratório de Integração e TesteAo completar 19 anos em órbita, no dia 9 de fevereiro, o SCD-1 terá dado 100.274 voltas ao redor da Terra e percorrido uma distância de 4,5 bilhões de quilômetros, o que corresponde a 5.910 viagens de ida e volta à Lua. Primeiro satélite desenvolvido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o SCD-1 se mantém operacional e retransmitindo informações para a previsão do tempo e monitoramento das bacias hidrográficas, entre outras aplicações. 

O lançamento do SCD-1 pelo foguete americano Pegasus, em 1993, foi o início da operação do Sistema de Coleta de Dados Brasileiro, agora chamado de Sistema Nacional de Dados Ambientais (SINDA). O sistema é baseado em satélites de órbita baixa que retransmitem a um centro de missão as informações ambientais recebidas de um grande número de plataformas de coleta de dados (PCDs) espalhadas pelo Brasil. 

Este sistema fornece dados para instituições nacionais governamentais e do setor privado que desenvolvem aplicações e pesquisas em diferentes áreas, como previsão meteorológica e climática, estudo da química da atmosfera, controle da poluição e avaliação do potencial de energias renováveis.
 
SINDA
O satélite capta os sinais das PCDs instaladas por todo o território nacional e os envia para a estação de recepção e processamento do INPE em Cuiabá (MT). Depois os dados são transmitidos para o INPE Nordeste, o centro regional do Instituto localizado em Natal (RN), onde são processados e distribuídos aos usuários a partir do endereçohttp://sinda.crn2.inpe.br. Atualmente, o sistema é composto pelos satélites SCD-1 e SCD-2, este lançado em 1998. s do INPE

Irã diz que pode atingir interesses dos EUA se for atacado


Reuters
MOSCOU - O Irã é capaz de lançar ataques militares contra interesses americanos em todo o mundo se a República Islâmica for atacada pelos Estados Unidos, disse o embaixador do Irã em Moscou nesta quarta-feira, 8.Os EUA tentaram forçar Teerã a abandonar um programa nuclear delicado impondo sanções contra o banco central iraniano e dando aos bancos americanos novos poderes para congelar os bens do governo iraniano.
O embaixador do Irã em Moscou disse que os EUA estariam cometendo um erro grave, similar ao suicídio, se arriscassem um ataque militar contra o segundo maior exportador de petróleo da Opep. Washington não anunciou tais planos, mas disse que uma opção militar estava sempre sobre a mesa se o Irã não fosse impedido de outra forma de desenvolver armas atômicas.
"Os americanos sabem que tipo de país é o Irã. Eles estão bem cientes da unidade de nosso povo", disse o embaixador iraniano Seyed Mahmoud-Reza Sajjadi em uma coletiva de imprensa em Moscou. "E é por isso que o Irã é totalmente capaz de fazer ataques retaliatórios contra os Estados Unidos em qualquer lugar do mundo", disse. "Mesmo se atacarem, temos uma lista de contra-ações. (Os Estados Unidos) ficariam desapontados com seu erro enorme".

Brasil quer se tornar membro de centro europeu que cuida do LHC


O Brasil está estudando como ter dinheiro para se tornar membro associado do Centro Europeu de Pesquisas Nucleares (Cern, na sigla em francês), que é responsável pelo Grande Colisor de Hádrons (LHC), segundo uma comissão de trabalho convocada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) para negociar a entrada do país na organização. A pasta está na fase final da avaliação da melhor forma de obter a verba para a filiação do país ao projeto.
Em entrevista concedida ao G1, o ministro da Ciência, Marco Antonio Raupp, recém-empossado, afirmou que o governo trabalha em uma forma de “engenharia financeira” para conseguir a aprovação do investimento necessário para a entrada no Cern.
"Estamos trabalhando para construir uma ‘engenharia financeira’ para [...] a vinculação do Brasil ao Cern. Precisamos reforçar nossa base de conhecimento, visando a ampliação e qualificação da mão de obra científica", afirmou RauppApós a entrevista, o repórter do G1 conversou com Ronald Cintra Schellard, pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas e presidente da comissão que prepara a documentação necessária -- que deve ser entregue ao centro europeu até março.
Se for aprovado, o país terá que pagar uma cota anual para ser considerado membro do projeto -- esse valor ainda precisa ser definido pelo Cern, mas há dois anos era de aproximadamente US$ 15 milhões ao ano.
O número é obtido a partir de um cálculo já estipulado pelo conselho do Cern, que utiliza o Produto Interno Bruto (PIB) das nações como referência. No caso do Brasil, que será membro associado, será equivalente a 10% do total pago pelos países que já possuem cadeira efetiva no conselho como Alemanha, Reino Unido e Portugal.
O Cern é uma organização internacional que gerencia o maior laboratório de física de partículas do mundo. A estrela desse laboratório é o acelerador de partículas LHC, o maior projeto de cooperação científica mundial e também a maior ferramenta já construída pelo homem (entenda seu funcionamento). É no LHC que dois grupos de pesquisa independentes estão à procura do bóson de Higgs, apelidado de a "partícula de Deus".
De acordo com Schellard, esse relatório terá dados sobre estrutura de pesquisa, número de cientistas e indústrias voltadas ao setor existentes no país. "Nós negociamos os termos com o Cern, mas devido à falta de recursos [do ministério], esse ingresso ficou interrompido por um tempo", disse Schellard.
Segundo ele, mesmo sem ser membro efetivo, o Brasil já conta com mais de cem pesquisadores ligados aos experimentos realizados pelo Centro Europeu. "É a maior equipe entre as nações que não são membros permanentes no Conselho Superior", afirma.
De acordo com Sérgio Novaes, professor da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp) e pesquisador do Cern, o país teria vantagens científicas ao participar efetivamente do projeto. “Abre possibilidades interessantes de retorno do investimento feito pelo Brasil. Não somente em bolsas científicas e posições de pesquisa, mas também em relação à indústria nacional, que passa a ter ‘carta branca’ para participar de licitações para fornecimento de serviços e equipamentos em diversas áreas do Cern [entre elas o LHC]”, disse. 11 dias no cargo, Marco Antonio Raupp substituiu Aloizio Mercadante, que foi para o Ministério da Educação.
Além do Cern, Raupp conversou com o G1sobre outros temas da nova gestão do ministério.
Segundo ele, as decisões tomadas por seu antecessor serão continuadas “já que o governo é o mesmo”. A meta é cumprir entre 2012 e 2015 o que foi definido na Estratégia Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação. “Vamos nos esforçar para executar essa programação”, disse.
O físico afirma que vai tentar elevar a quantidade de recursos humanos na área científica do país e estabelecer nova infraestrutura para pesquisa. Isso tendo nos cofres um montante de R$ 8,5 bilhões, que corre risco de sofrer restrições devido à recessão econômica no exterior.
“Ano passado tivemos cortes. Esse ano já superamos, mas estamos na expectativa se vamos executá-lo [o orçamento] plenamente ou com restrições. Está em jogo a gestão da política econômica, a qual vamos nos adaptando.”, disse o ministro.Ex-presidente da Agência Espacial Brasileira (AEB), Raupp afirma que o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) vai se tornar um braço da agência.
A proposta anterior, de fusão das duas instituições, foi descartada. “Saímos desse modelo porque achamos que não era conveniente. O que será encaminhado não só para o Inpe, mas para todos os institutos do MCTI é uma vinculação com as agências e secretarias. O Inpe ficará vinculado à AEB. [...] O Inpe mantém sua identidade como instituição de pesquisa do MCT”, afirmou.
Um dos principais desafios da agência espacial é a construção de um veículo lançador de satélites nacional. O VLS terá lançamentos não-operacionais até o final de 2012, segundo o ministro, com o apoio de empresas russas. Se tudo der certo, a fabricação do foguete completo deve acontecer a partir de 2018.
Raupp falou também sobre a produção de iPads no Brasil, pela multinacional Foxconn. Segundo ele, a pasta espera que as questões burocráticas sobre a instalação da fábrica se resolvam até o fim de junho.
“Este processo corre nos ministérios da Indústria e Comércio e Fazenda. Teve um esforço do ministro Mercadante em atrair a empresa, que tem a intenção de implantar fábricas. Mas agora, na negociação entra os municípios candidatos e os estados que vão oferecer condições para atrair a companhia. O MCT articulou tudo, mas sobre os agentes de financiamento e outras questões, outros ministérios têm que resolver. A nossa expectativa é que até o fim do primeiro semestre tudo se resolva”, afirmou.

Exército bloqueia todos os acessos ao Centro Administrativo da Bahia

Os acessos ao Centro Administrativo da Bahia (CAB), onde fica a Assembleia Legislativa do estado sob ocupação de PMs grevistas, foram fechados no início da tarde desta quarta-feira (8) pelas tropas das Forças Armadas que fazem o policiamento na região. De acordo com o tenente-coronel Cunha, responsável pela comunicação do Exército, o bloqueio foi uma decisão do comando da operação e a justificativa da ação não será informada por enquanto. Os manifestantes avaliam que a medida é para enfraquecer o movimentoDe acordo com o tenente-coronel Cunha, a ação acontece para obstruir a passagem nos arredores. Ainda segundo as informações, os veículos não foram rebocados, e sim removidos para locais onde não atrapalhem a operação das Forças Armadas.
Negociação
Após quase sete horas de tentativa de negociação entre sindicatos de PMs em greve e representantes do governo da Bahia, terminou sem avanços a reunião realizada na tarde de terça-feira (7), em Salvador. A informação foi confirmada pelo presidente da OAB da Bahia, Saul Quadros, e pela Secretaria de Comunicação do Estado (Secom).
"As negociações foram interrompidas depois de 24h [desde o início na segunda-feira], não chegamos a evoluir. A mesma proposta apresentada agora foi a do início da manhã. Lamentavelmente não chegamos a uma negociação", disse Quadros.
O governador da Bahia, Jaques Wagner, pediu que os policiais militares grevistas retornem ao trabalho imediatamente. A declaração foi feita na tarde de terça, após o fim da reunião, em entrevista à Globo News. Ele também falou sobre a impossibilidade de negociar anistia aos policiais que cometeram crimes desde o início da greve, em 31 de janeiro. Wagner tranquilizou os turistas e baianos que pretendem curtir o carnaval na capital baiana a partir da próxima semana, informando que o esquema de reforço policial na cidade começa na terça-feira (14).
Saídas
Mais um homem deixou o acampamento na Assembleia Legislativa da Bahia na madrugada desta quarta-feira após revista e checagem da identidade por parte do Exército. No órgão público, estão reunidos policiais militares grevistas, que reivindicam questões salariais ao governo do estado. Na terça-feira, outros dois homens saíram do prédio da Assembleia de forma espontânea. Todos foram liberados porque não há mandados de prisão contra eles. Segundo informações do tenente-coronel Cunha, 10 adultos e sete crianças saíram ao longo dos dias da AL.
Ainda segundo as informações do tenente-coronel Cunha, o Exército está com uma estrutura montada com ambulância com UTI, remédios, alimentos e líquidos para todos aqueles que desejarem sair da assembleia. De acordo com o oficial, não será dado o direito de retornar ao prédio para aqueles que procurarem a ajuda das Forças Armadas. Doze mandados foram expedidos pela Justiça da Bahia contra policiais militares considerados líderes do movimento. Dois foram presos.
A madrugada desta quarta-feira foi considerada tranquila na Assembleia Legislativa. A energia foi cortada em alguns momentos, mas chegou a ser restabelecida. Não houve confrontos. As vias de acesso ao Centro Administrativo da Bahia, onde funciona a Assembleia, foram liberadas na terça-feira para funcionários dos órgãos públicos que têm sede no local. A entrada deles havia sido bloqueada por conta do risco à segurança em decorrência de confrontos armados entre manifestantes e tropas especiais que patrulham a área.
Jaques Wagner disse ainda que a população já está julgando a ação grevista dos policiais. "Aqueles que querem prestar o serviço à população sabem que a oferta é significativa e acredito que isso possa acontecer nas próximas horas. Existe um processo de intimidação de alguns e por isso, nem todos quiseram assumir a proposta feita pelo governo. Dizer que conquistamos a GAP IV e V é algo muito importante para a Polícia Militar da Bahia", afirmou o governador.
"Os policiais que participaram legalmente, dentro das regras, pacificamente do processo reivindicatório, não têm com o que se preocupar. Já dei meu testemunho de que não vou ficar querendo punir quem trabalhou pela melhoria salarial. Porém, todos aqueles que quebraram e intimidaram a população já foram condenados pela própria Polícia Militar e pela sociedade baiana. É óbvio que isso será apurado. Não há como falar em perdão sem apurar atos de vandalismo, se não seria um salvo conduto para aqueles que estão confundindo o direito de reivindicar com o direito de aprontar no estado de direito", disse Jaques Wagner.
Ele afirmou ainda que a manifestação grevista faz parte da democracia, mas questiona a forma como alguns policiais estão se manifestando no estado. "Alguns abraçaram um formato de reivindicar que não combina com a democracia. Por isso não falo em anistia, que só cabe quando se você sai de um regime de exceção. As prisões, eu repito, são determinações judiciais. Ordem judicial é para ser cumprida. Há uma ordem de prisão por conta do vandalismo e por ameaças à população. Claro que cada um terá o direito de defesa e seus advogados para isso".
Carnaval garantido
"O planejamento está todo feito para o carnaval. O investimento de R$ 30 milhões na segurança será mantido. Faço um convite para que os policiais abracem a proposta feita pelo governo. A Operação Carnaval começa na terça-feira com a vinda de policiais do interior para a capital. Assim poderemos dar ao povo a maior festa popular do mundo e ter a eficácia da Polícia Militar da Bahia na resolução de conflitos", disse o governador da Bahia.
arte greve bahia vertical (Foto: Editoria de arte/G1)

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