quarta-feira, 9 de novembro de 2011

França ameaça Irã com sanções 'sem precedentes'


Agência Estado
PARIS - O ministro das Relações Exteriores da França, Alain Juppé, afirmou que seu país está pronto para pressionar por sanções de "uma escala sem precedentes", caso o Irã se recuse a responder novas questões sobre seu programa nuclear.
Mahmoud Ahmadinejad e um comandante do exército iraniano - Reuters
Reuters
Mahmoud Ahmadinejad e um comandante do exército iraniano

Em um novo relatório, a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) diz que o Irã é suspeito de realizar experimentos secretos cujo único propósito seria o desenvolvimento de armas nucleares.
Em comunicado nesta quarta-feira, 9, Juppé disse que, se Teerã fracassar em responder às dúvidas apontadas pelo relatório, a comunidade internacional deve elevar a pressão diplomática a um novo patamar, defendendo a ampliação das sanções. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse na semana passada que a comunidade internacional deve avaliar sanções, mas afirmou ser muito cedo para se falar sobre um potencial ataque preventivo contra o país persa por causa de seu programa nuclear.
Potências lideradas pelos EUA temem que o Irã busque fabricar armas nucleares em segredo. Teerã, porém, garante ter apenas fins pacíficos, como a produção de energia.
As informações são da Associated Press.

Comissão “ADESTREX-III”



Fuzileiros Navais apoiam exercício de entrada de Porto com oposição assimétrica
A Corveta “Imperial Marinheiro” participou da Comissão “ADESTREX-III”, cumprindo exercício inopinado de tiro de superfície com sua bateria secundária, no dia 27 de outubro, próximo ao litoral de Florianópolis (SC). O navio realizou, ainda, Tiro Antiaéreo com seu Canhão de 76 mm.
Ainda no dia 27 de outubro, a Corveta “Imperial Marinheiro” e o Navio-Patrulha “Benevente” participaram do Exercício de Faina de Transferência de Aguada no Mar.
Na mesma comissão, a Corveta “Imperial Marinheiro”, os Navios-Patrulha “Benevente” e “Babitonga” e o Rebocador de Alto-Mar “Tritão” realizaram Transferência Rápida de Carga Leve no Mar.
No dia 20 de outubro, o Navio-Patrulha “Benevente”, apoiado por Destacamento de Fuzileiros Navais do Grupamento de Fuzileiros Navais do Rio Grande, executou o exercício de entrada de Porto com oposição assimétrica, realizada no porto de Itajaí (SC). Na ocasião, a simulada ameaça foi representada por uma embarcação da Delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí.
As atividades serviram para elevar o nível de adestramento dos meios do Comando do 5º Distrito Naval.

Fonte: NOMAR

O único porta-aviões da Rússia renova o corpo de pilotos com aviadores mais jovens


Su-33 no deque do porta-aviões russo Admiral Kuznetsóv Foto: TASS
Vladímir Ruvínski
O correspondente da Gazeta Russa conversou com o estreante sobre a vida e o trabalho do corpo de elite da aviação naval russa.

“Se as coisas continuarem desse jeito, daqui a pouco, minha mulher vai me mandar embora”, responde brincando o piloto naval Stanisláv Avdin à pergunta sobre como andam as coisas no seu serviço. “Saio para o trabalho às sete da manhã e volto às dez da noite, totalmente cansado. Levo com  dificuldades meu corpo para debaixo do chuveiro e depois para cama... E assim quase todos os dias”.
O capitão Avdin é um dos milhares de oficiais de carreira em serviço na cidade de Severomorsk, capital da Esquadra do Norte russa. Em agosto último, pousou pela primeira vez, sozinho, seu caça Su-33 no deque do porta-aviões russo Admiral Kuznetsóv. À primeira vista, não fez nada de especial, mas, com seus 28 anos, agora é o mais jovem piloto capaz de fazê-lo. O capitão tem um lábio um pouco cortado, vestígio do ritual de congratulações e “iniciação ao piloto”. “Quando saí do cockpit, meus colegas me agarram e jogaram várias vezes para o alto. Em seguida, me jogaram, pelo menos três vezes, de bunda contra o cabo de aço estirado no convés para a frenagem do avião, como manda a tradição”, diz o capitão Avdin, que esperou a vida inteira por esse dia. “O primeiro modelo que eu fiz na infância foi de avião SU-33. Foi, talvez, naquela altura que se determinou meu destino”, conta o piloto.
Na Rússia, os pilotos de porta-aviões são menos de vinte, um número muitas vezes inferior ao das pessoas que estiveram no espaço. Isso, em parte,  porque o Admiral Kuznetsóv é o único porta-aviões da Rússia. Foi posto em operação há 20 anos, exatamente no ano em que deixou de existir a União Soviética. De silhueta curva, a embarcação se destaca de um grupo de cruzadores e destróieres, principal força da Marinha russa, atracados ao cais de Severomorsk. Do mesmo modo, seus pilotos se destacam entre os outros militares. São poucos, ganham mais, têm uma responsabilidade maior e estão menos sujeitos aos exercícios de disciplina.
Problemas em termos de nova geração
Para formar um piloto de porta-aviões são necessários, no mínimo, sete anos: cinco anos em uma escola de aviação e dois anos na tropa. “Nos últimos 17 anos, os jovens pilotos, com uma patente não superior à de capitão, não pousaram no porta-aviões. O último a fazê-lo fui eu. Ontem pousou mais um”, diz o coronel Evguêni Kuznetsóv, comandante do Regimento 279 de Aviação Naval onde o capitão Avdin está servindo. A idade média dos pilotos de Su-33 e Su-25 do Admiral Kuznetsóv é de 42 anos. Eles se aposentam entre 45 e 50 anos. “Não somos imortais, precisamos de uma nova geração de pilotos”, adianta o coronel, que está no regimento desde 1994.
A seleção para essa tropa de elite da aviação de caça é um processo complexo. Quando Avdin estava no quinto ano da escola de aviação, ele foi pessoalmente ao Regimento e fez o pedido de alistamento. Em seguida, teve longos meses de treinamentos e vôos de treino com um instrutor em um caça. “Você voa com um homem experiente. Esse homem experiente, sentado à sua frente, executa o pouso e você fica de olho no que ele está fazendo. Tudo lhe parece fácil: pôr os flaps na posição de decolagem, puxar para si a coluna de controle, dar mais potência ao motor e efetuar a decolagem e, depois, a aterrissagem. Pronto, nada de especial. O trabalho está feito e você pode ir buscar seu salário. Mas quando chega a sua vez de pilotar, aí você vê que não é nada simples nem tão fácil quanto lhe parecia”, diz Avdin.
Ele tem raros dias de folga. Mas, feliz por ter pousado bem, ele aceita conversar com a gente por mais tempo. O comandante do Regimento cede aos pedidos dos jornalistas e manda o capitão Avdin mostrar-lhes o aeródromo secreto: “Mande o pessoal de apoio técnico tirar a cobertura das aeronaves e veja bem que ninguém lá fume nem vagabundeie coçando o saco. Está claro?” Disse isso de uma maneira específica e típica para aqueles que se compreendem mutuamente muito bem e convivem em um ambiente de camaradagem estranho para a gente de fora.
“Na realidade, tudo é muito mais complicado ...”
No aeródromo, onde conversamos com os militares, faz mais sol e mais calor: é difícil acreditar que estamos no Extremo Norte. Ao lado de seu Su-33, Avdin explica porque os vôos no Admiral Kuznetsov são difíceis: você deve pousar uma aeronave de 25 toneladas em uma pista de 36 metros de extensão observando o ângulo e a velocidade programados. “Você só pode ter em conta até 60% das condições do pouso. O mais difícil é manter a aeronave dentro do chamado raio de pouso que, durante a aproximação do navio, não ultrapassa 1,5 graus, ou seja, não é superior à cabeça do piloto”, diz Avdin. Os pilotos navais dizem que nem todos os aviadores que operam bem a partir do solo conseguem fazer um bom pouso em um porta-aviões.
“Recentemente, recebi a visita de um amigo meu, craque em jogos eletrônicos de simulação de avião. Ao saber que tínhamos aqui um simulador de vôos, ele se entusiasmou e disse que para ele nosso simulador não era um problema. Levei-o para “jogar” e coloquei para ele o nível mais simples de condições reais de vôo. Ele não conseguiu sequer se aproximar do porta-aviões. Mas na realidade, tudo é muito mais complicado...”
O Admiral Kuznetsóv é menor do que um típico porta-aviões americano: equivale a dois campos de futebol e leva a bordo 1500 homens, inclusive os efetivos do serviço militar obrigatório, e 65 aeronaves contra 95 alojadas pelos porta-aviões americanos. Suas missões de combate também são diferentes: “um porta-aviões americano é uma força de ataque destinada a combater o inimigo longe das costas americanas enquanto o porta-aviões russo se destina a prestar apoio aéreo às forças navais russas”, diz o coronel Kuznetsóv.
Os porta-aviões americanos têm propulsão nuclear enquanto o Admiral Kuznetsóv funciona com nafta e por isso é mais dispendioso em termos de manutenção. Os militares dizem que a embarcação deve ser submetida à modernização e que o governo russo tem tais planos. Com o uso adequado, dizem eles, o Admiral Kuznetsóv poderá operar por mais 20 anos.

A indústria aeroespacial russa aprenderá a falar chinês


Caricatura: Niyaz Karim
Andrêi Kisliakóv
No início da manhã do dia primeiro de novembro, a China abriu com sucesso mais uma etapa de seu programa espacial ambicioso. A televisão chinesa transmitiu ao vivo o lançamento da espaçonave Shenzhou-8. Segundo as informações disponibilizadas pelo Centro de Controle de Voos, a espaçonave se desacoplou com sucesso do veículo lançador, entrou em órbita programada e desdobrou seus painéis solares.

Esse lançamento tem grande importância para Pequim, porque as autoridades espaciais chinesas pretendem acoplar a Shenzhou-8 à NAVE Tyangun-1, lançada no final de setembro. Caso a iniciativa tenha êxito, a China terá a primeira atracagem bem sucedida de dois objetos em órbita na história de seu programa espacial e demonstrará  sua capacidade de instalar no espaço sua própria estação orbital, conforme um plano de exploração espacial previsto para ser concretizado até 2020.
Recentemente, a China ultrapassou um marco simbólico na exploração espacial, realizando mais de 100 lançamentos para o transporte de cargas úteis ao espaço. Parece que a China não tem pressa, já que levou  mais de 40 anos para atingir esse resultado, mas não vamos esquecer que a metade dos lançamentos citados foi executada só na última década.

Durante esse tempo, a China criou e lançou vários sistemas de comunicação, reconhecimento e navegação por satélite, colocou em órbita satélites meteorológicos e toda uma série de naves espaciais experimentais e de pesquisa, ultrapassando as potências espaciais mundiais nos indicadores de rendimento por lançamento. Mais do que isso, a China foi o terceiro país, após a URSS e os EUA, a enviar um homem em uma missão orbital.

Novos sistemas de suporte a vida estão sendo desenvolvidos para o PAK-FA


Sukhoi T-50
A Rússia está desenvolvendo e testando um novo conjunto de soluções focados no sistema de suporte a vida dos futuros pilotos que irão comandar o caça russo de 5ª geração invisível Sukhoi T-50, do programa PAK-FA.
A empresa responsável pela pesquisa e desenvolvimento desses sistemas é a Zvezda, que já apresentou inovações que incluem o assento ejetável, capacete e até macacão de voo.
O novo macacão de voo permitirá ao piloto manter-se em manobras extremas, superior a 9G, por um período maior sem comprometer a integridade física e a segurança do voo.
Já o assento vai receber um novo computador independente que será capaz de realizar todos os procedimentos de ejeção mesmo se todos os sistemas principais falharem.
Por fim, o capacete que será utilizado nas versões do T-50 são mais leves e, principalmente, muito mais resistentes, que os atuais modelos em serviço na Força Aérea da Rússia.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Asteróide gigante passar perto da Terra terca-feira



(CNN) - Um asteróide do tamanho de um porta-aviões vai passar Terra para no prazo de oito décimos da distância da lua na terça-feira, a maior aproximação à Terra de um objeto deste tamanho em mais de 30 anos.
A maior aproximação ocorrerá em 18:28 ET, quando o asteróide passa dentro de 202 mil milhas do nosso planeta, segundo a Nasa.
A agência espacial classificou o asteróide como um "objeto potencialmente perigoso."
Asteróide passar perto da Terra
Se o asteróide se chocar com a Terra, que poderia causar uma explosão e um megaton 4000 terremoto de magnitude 7,0, de acordo com cientistas da Universidade Purdue. Se caísse no oceano, poderia causar um tsunami de 70 metros de altura dentro de 60 milhas do local do acidente, dizem os especialistas.
No entanto, a rocha espacial, chamado Asteroid 2005 YU55, não representa nenhuma ameaça de uma colisão da Terra, de acordo com Programa Perto da NASA Earth Object.
NASA planeja estudar o asteróide com as antenas de radar Goldstone, no deserto do Mojave de Califórnia. Antenas Goldstone são radiotelescópios muito sensível usado para investigar os quasares, mapeamento por radar de planetas e cometas.
Cientistas pretendem reconstruir a forma do asteróide com uma resolução tão boa quanto 13 pés (4 metros), utilizando as antenas.Vários dias de operações de alta resolução também estão escalados no Observatório de Arecibo, em Porto Rico.
Também irá fornecer uma rara oportunidade para astrônomos amadores para observar diretamente um asteróide com telescópios ópticos.

Suspeito navio bombardeio em um tribunal militar de Guantánamo Bay quarta-feira


Por Senior Producer Nacional de Segurança Charley Keyes
Um suspeito de terrorismo vai emergir das sombras depois de nove anos de detenção esta semana, quando ele é levado para um tribunal militar na base naval dos EUA em Guantanamo Bay, Cuba.
Abd al-Rahim al-Nashiri foi capturado em 2002 e manteve-se praticamente invisíveis, desde então, detido primeiro no exterior, em instalações secretas e em Guantanamo.
Os Estados Unidos afirma que ele é o cérebro por trás do atentado de 2000, do navio USS Cole, que matou 17 marinheiros da Marinha dos EUA, dezenas de feridos mais e deixou o navio de guerra aleijado no porto de Aden, no Iémen.

O oficial encarregado do navio no momento, o comandante Kirk Lippold, da Marinha dos EUA (aposentado), diz que esta audiência no tribunal está muito atrasada. "A tripulação e as famílias têm sido paciente de 11 anos", disse à CNN Lippold segunda-feira. "É tempo para a justiça para ser servido".
A acusação manhã de quarta está prevista para durar apenas uma hora ou assim, com julgamento formal al-Nashiri militar ainda a meses de distância.Mas este potencial poderia ser o caso de pena de morte no primeiro sistema de comissões militares, se ele for considerado culpado.
E as alegações de embarque de água e outras torturas vai virar o centro das atenções internacionais de volta para Guantánamo e de como os EUA lida com seus mais notórios suspeitos.
O caso é visto como um teste para os julgamentos futuros de detidos de Guantánamo mais notórios, aqueles acusados ​​de planejar os ataques 11/09 terror.
Advogados militares e civis Al Nashiri de defesa disseram que a tortura - incluindo o embarque de água repetidas, intimidações por furadeiras elétricas e ameaças à sua família - faça um julgamento justo impossível.
"Ao torturar Sr. al-Nashiri e submetê-lo a tratamento cruel, desumano e degradante, os Estados Unidos perdeu seu direito de julgá-lo e, certamente, para matá-lo", disse uma breve defesa. "Através da imposição de abusos físicos e psicológicos, o governo tem, essencialmente, já matou o homem que apreendeu quase 10 anos atrás."
E apenas nas últimas semanas, os advogados de defesa e acusação têm sido sparring, com movimentos e movimentos balcão, sobre a possibilidade de al-Nashiri seria liberado mesmo se ele for absolvido - e se isso deve ser divulgada aos oficiais militares que irá servir como jurados em sua julgamento.
"Sob as circunstâncias deste caso, onde foi publicamente reconhecido que o Sr. al Nashiri foi torturado pelo governo dos EUA, um julgamento sem qualquer possibilidade real de prorrogação é mais uma forma de tortura", seus advogados disseram em um movimento no mês passado .
O coronel atuando como juiz do caso não se pronunciou sobre isso, mas a promotoria argumentou que a liberação de al-Nashiri vai além da autoridade da Comissão Militar.
O suspeito enfrenta acusações adicionais relacionados com uma tentativa de ataque ao USS The Sullivans no Iêmen em janeiro de 2000 e um ataque a um petroleiro francês em 2002, que resultou na morte de um membro da tripulação.Os dois ataques em navios da Marinha dos EUA são anteriores à autorização federal para Uso de Força Militar (AUMF) contra os terroristas, aprovada pelo Congresso, nos dias após os atentados de 11/09.
Cerca de 30 jornalistas já foram levados para Guantanamo pelos militares para observar o julgamento, seja no tribunal ou através de um feed de televisão para uma escritórios configurado para jornalistas em um hangar perto abandonado.E pela primeira vez os jornalistas, outro 20 ou assim será capaz de assistir aos procedimentos dos Estados Unidos, a partir de um auditório em Fort Meade, entre Washington DC e Baltimore. Fort Meade é sede para a organização de inteligência super-secreta, a Agência de Segurança Nacional.
E sobreviventes do USS Cole ataque e famílias das vítimas será fornecido um feed circuito fechado, em Norfolk, Virginia. Nenhuma fotografia ou gravações sejam permitidas em Guantánamo ou em locais remotos nos Estados Unidos.Todas as transmissões são controladas pelos militares e terá um atraso de 40 segundos e kill switch deve censores militares decidir que informações classificadas foi divulgada e deve ser protegida.
A al-Nashiri equipe de defesa pediu à Comissão Militar para pagar quatro especialistas de fora, para decidir sobre a acquital e questioin release e dar a sua privacidade do cliente em correspondência com seus advogados."Estamos esperançosos em Wendesay o tribunal vai ouvir e decidir várias questões pendentes", o advogado Richard Indianapolis Kammen disse à CNN.Ele é um perito nacionalmente reconhecido em casos de pena de morte. Ele admite que é difícil prever os resultados das comissões militares. "Esta é uma audiência fuirst o que é essencialmente um sistema composto", disse Kammen "Eles estão inventando isso à medida que avançam."
Também viajar para Guantanamo, além de jornalistas, advogados, pessoal de apoio legal, e representaties das famílias USS Cole são representantes de grupos de ação pública. Entre os observadores será Direitos Humanos Melina Primeira Milazzo. Ela, como outros críticos das comissões militares, diz terroristas como a Al Nashiri devem ser julgados em tribunais federael. Este é um caso de risco. Whativer acontece, será atacado e desafiou em uma variedade de motivos, "Milazzo disse à CNN. "O caso al-Nashiri vai destacar muito do que está errado com o sistema de comissões militares".